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Você já rotulou alguém de burro?

É uma atitude preconceituosa para ferir o sentimento de outrem e ruim para o convívio social. Quando alguém utiliza este vocábulo burro para qualificar outrem, somente vem comprovar como muitas pessoas tem uma mentalidade maldosa, preconceituosa e intolerante em relação aos seus semelhantes. É inaceitável como é usado no Brasil o termo “burro” entre as pessoas. Muitos usam de maneira intencional para ofender covardemente os seus semelhantes.  Alguns humanos a utilizam de maneira maldosa, preconceituosa e ofensiva. Isso vem ocorrendo desde o início da colonização até os dias atuais.

O abc da mãe e suas qualidades.

As mães e suas qualidades no seu abc. As mães quantas qualidades elas possuem, desenvolvem e as colocam em prática, diariamente, vinte e quatro horas; durante uma vida inteira em prol dos seus filhos. Entretanto, dificilmente os filhos percebem e reconhece está árdua luta das mães e são gratos a elas.  Observem neste singelo texto, quanto as progenitoras fazem para seus filhos.
Estes dons surgem desde quando ela engravida pela primeira vez dão à luz seus filhos (as). Elas no cotidiano colocam em prática através de sua consciência maternal todas suas qualidades de mães para a proteção, provisão e educação dos filhos. O mais estranho e ingrato é que poucos filhos reconhecem a importância da sua mãe enquanto estão juntos. Muitos somente irão reconhecer e se lamentarem a sua real importância quando elas morrem.

Candeeiro ou lamparina antiga, mas muito usado no Brasil.

O candeeiro fez parte da vida do povo nos tempos remotos e na atualidade. Candeeiro é a lamparina, artefato antiquíssimo composta sobre duas partes simples. A sua base é feita de lata comum. Um desenho simplório num formato de uma pirâmide. No topo desta pirâmide usa-se pavio de fabricado de algodão. Ele é umedecido com querosene, que é colocado na parte de baixo, como podemos observar tem uma forma redonda, mas como base piramidal.
Este utensílio domestica há muitos anos foram usados no país inteiro até chegar às primeiras transmissões de energia elétrica nas capitais e aos poucos foram se disseminado para o restante do país. 

Educação a vedete dos políticos.

A educação se transformou na grande vedete das campanhas eleitorais do Brasil.

A a imagem diz: a educação no Brasil serve de vedete para os políticos conquistar votos.
A educação serve como vedete para os políticos conquistar votos.
Você notou que durante as eleições, os políticos postulantes ao um cargo eletivo público eles elegem, como vedete, em seus planos de governo a educação. Não há um se quer que não use a educação um setor seríssimo, mas fragilizado, como meta primordial em seus projetos de governos e depois que são eleitos esquecem a vedete e a deixa para o departamento da mendicância governamental.

A vedete somente voltará em cena no intervalo de cada dois anos quando ocorrem novas eleições. Logo em seguida volta para o camarim do ostracismo administrativo. Esta punição só não é mais severa por quê; os professores, que são os verdadeiros guerreiros doa ensino. Lutam dia a pós dia, organizam batalhas e mais batalhas ferozes, para libertarem a educação do calabouço governamental. E garantir seus direitos celebrados em lei, mas desobedecidos pelos governos. Inclusive existem muitos governantes fora da lei e permanecem impunes, nas barbas da justiça. Se fosse um trabalhador comum já estaria preso. Os mestres estes sim, na garra conseguem refrescar a memória dos políticos sobre tudo o que foi promessa oficial em épocas das campanhas e exigem que as coloquem em práticas.

Muitos políticos usam a educação de má fé para ganhar votos.

O mais grave é que todos os políticos utilizam a pasta da educação debochadamente e de má fé. Tudo para arrancar votos dos eleitores usando o nome sagrado do conhecimento. Fazendo uso da boa-fé dos eleitores. Todos se apresentam como os redentores de todas as mazelas do sistema educacional brasileiro.   Ingenuamente muitos eleitores caem na lábia destes mercenários que batem as portas das casas ou distribuem materiais de campanha contendo propostas meramente enganosas promovendo falsas expectativas entre os eleitores. Essa realidade vergonhosa ocorre em âmbito geral seja qual for o modelo de eleição.  Não importa se é a nível municipal ou uma eleição geral que ocorra no país para preencher todos os cargos eletivos. A educação entra em cena como a vedete para os políticos mercenários se elegerem, é uma vergonha!

Geralmente a educação é usada como isca na apropriação de votos.

Se alguém for um pouco masoquista para se dispor de paciência, para selecionar alguns materiais das campanhas eleitorais para ler, ou olhar e ouvir programas das campanhas políticas na TV e rádio por amostragem; perceberá que todos utilizam de embuste o saber.   A educação sempre servirá como isca para os candidatos se apropriarem dos votos do povo que sonham, verem os problemas educacionais, antigos e novos solucionados. Contudo, passa eleição e mais eleição e os problemas educacionais do país simplesmente se avolumam como uma gigante bola de neve sem controle. Para esses mercenários da política é bom, porque quanto menos o povo seja instruído, mais fácil é para eles manipularem e dominarem o povo.

Aquele político que se elegeu como defensor da educação, em pouco tempo se transforma no pior inimigo da educação.

Os marqueteiros políticos sabem que a educação no Brasil, historicamente sempre foi, e sempre será deixada no departamento da aversão, de todos os governos; de todas as esferas administrativas desse país. Todavia eles vendem essa ideia aos políticos que concorrem a um cargo eletivo. E estes retransmitem facilmente esta ideia de outra forma. Usam uma nova tática a tática demagógica de solução dos problemas da educação para a população desinformada e sedenta por melhorias neste setor abandonado pelas administrações públicas brasileiras. 
A população elege um candidato como se fosse um soldado que dar sua vida em uma guerra para defender sua pátria. Da mesma forma, os governantes, são eleitos para defenderem as suas propostas que tanto apregoou entre o povo que defenderia o ensino público. Mas, em pouco tempo essa mesma população de eleitores, percebe que foi enganada, fraudada em suas expectativas, quando seu candidato o legitimo procurador para defender o conhecimento nas entranhas dos poderes, perceber esse elemento abandonando a guerra tornando-se um desertor da defesa do sistema educacional. Em vez de a defender se torna um perigoso inimigo do saber e quem sai perdendo é a sociedade que votou num "lobo vestido em pele de cordeiro". As consequências serão imagináveis para todos os cidadãos brasileiros.  Isto ocorre na maioria dos políticos que você os elegeu, mas em seguida, eles rasgam o que escreveram em seus panfletos eleitorais ou falaram na mídia.

No ano eleitoral preste bem atenção para não votar; nos inimigos da educação.

Portanto, permaneçam atentos porque o próximo ano será de turbulência eleitoral. E outra vez a educação será a vedete dos políticos. Mais uma vez   sairá do ostracismo e voltará aos palcos de todas as cidades brasileiras sendo exaltada por todos os candidatos afirmando que será a atriz principal dos futuros planos de governo. Vão prometer uma educação gratuita e de qualidade para todos. Todos os professores receberão uns salários condizentes a sua formação e carga horária de trabalho. O piso nacional será pago em sua integralidade de acordo com os índices definidos em lei. Os precatórios estes serão pagos em parcela única. As escolas públicas serão todas reformadas e construídas novas escolas para atender a demanda de vagas. Não haverá mais falta de professores durante o ano letivo. Terá um quadro completo de funcionários em todas as escolas. Não haverá mais falta de bibliotecários, monitores para os laboratórios de informática, os setores pedagógicos serão preenchidos com os professores especializados, até orientadores e disciplinadores a escola pública terão. A educação brasileira haverá uma transformação radical e ganhará padrão de qualidade.

Preste bem atenção porque tudo isso será apregoado durante a próxima campanha eleitoral. Lamentavelmente como são propostas enganosas os vencedores do próximo pleito esquecerão. Não pensará duas vezes e colocará estas propostas demagógicas na lata de lixo da administração pública. E mais uma vez o povo "verá navios”, aconchegante deitados; esperando mudanças no ensino, pois esperar de pé cansará logo. A pasta da educação será trancada na sala escura do esquecimento e o cadeado jogado fora para ninguém mais encontrar. Infelizmente todos governantes se tornarão inimigos da vedete educação, em todo o período que estiverem na administração por quatro ou oito anos. Neste cenário surreal a luta dos professores continua sem trégua em defesa dos direitos adquiridos e de um ensino público de qualidade para todos. O governo brasileiro tem dinheiro para investir pesado para tirar a vedete do ostracismo administrativo para fazer o seu show educacional os dias e não apenas usar a educação como propaganda de campanha. Resolvendo de uma vez por todas estas situações de penúria em que vive o sistema educacional e principalmente os trabalhadores em educação desse país, tão rico na economia, mas pobre no conhecimento.

Atenção redobrada com os candidatos eles podem usar a educação para se eleger.

Assim sendo permaneçam atentos, com os mal-intencionados candidatos. Eles virão a sua casa, somente com o objetivo de conquistar o seu voto em nome da educação. Fique atento, se esse candidato enquanto, parlamentar foi o algoz da educação. O inimigo número um contra os professores e todo o sistema que diz respeito ao plano de careira dos mestres. Aquele que sempre pagou os salários dos professores em atrasos e parcelados, aquele que descumpriu com a lei do piso salarial do magistério. Fique de olhos abertos porque esse candidato, seja um dos que prejudicou o ensino do seu filho, cortando verbas educacionais, e desvalorizando a profissão de excelência o magistério que é ensinar o aluno o caminho do saber. Não vote nos inimigos do saber, vote em quem sempre a defendeu ainda que, sua luta tenha sido em vão no parlamento, mas mostrou que é o defensor do saber o tesouro de qualquer nação desenvolvida.

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