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O dia de receber o salário, para muitas pessoas é sofrimento.

No Brasil o dia de receber o salário, é de sofrimento e não de satisfação. A foto mostra dois reais do Brasil, que simboliza a pobreza e a miséria do povo. Pela falta de organização do orçamento, o dia do pagamento mensal pode se transformar em pesadelo, sofrimento em vez de alegria. O trabalhador após um mês de trabalho árduo, suado e exaustivo finalmente chegou o grande e merecido dia de receber o justo salário pelos trinta dias de labuta intensa. Para uma grande parcela dos trabalhadores este dia é mais penoso do que o mês todo de trabalho fadigoso. Contudo, para outros é fato é um dia de alegria, satisfação e compensação pelas suas forças de trabalho vendidas ao empregador em troca de uma remuneração que vai garantir sua manutenção e qualidade de vida. Os trabalhadores inativos a situação é mais complexa também depende da elaboração correta dos gastos e ganhos. Neste artigo se fixará nesta situação dos trabalhadores da ativa. Os empréstimos consignados causam muitas dores de cabeça

Justiça manda o governo gaúcho pagar o piso salarial do magistério



A JUSTIÇA DO RS MANDA O ESTADO PAGAR PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFESSORES.

O Piso Nacional do Magistério virou uma grande guerra judicial interminável no RS. Isto vem sucedendo desde que o STF determinou a constitucionalidade do piso em uma votação histórica para os educadores brasileiros. Infelizmente um dos autores da lei do piso não deu um bom exemplo e vem descumprindo a esta lei Federal no seu próprio Estado. Já são 915 dias de descumprimento de uma lei que garante o salário dos professores em sua integralidade.
a bandeira do RS tremulando por justiça aos mestres
O Piso Nacional do Magistério virou uma grande guerra judicial interminável no RS. Isto vem sucedendo desde que o STF determinou a constitucionalidade do piso em uma votação histórica para os educadores brasileiros. Infelizmente um dos autores da lei do piso não deu um bom exemplo e vem descumprindo a esta lei Federal no seu próprio Estado. Já são 915 dias de descumprimento de uma lei que garante o salário dos professores em sua integralidade.  

A história do piso salarial do magistério tem rendido muitas páginas de indignação dos trabalhadores em educação, em busca de garantir seus direitos constitucionais. Até agora todos os capítulos foram marcados por grandes batalhas nos tribunais da justiça em todos os âmbitos em que se pode recorrer. Tudo protagonizado pelo Governador, para não pagar este direito abalizado através uma lei federal que até o momento vem sendo descumprida pelo executivo estadual. A cada capitulo desta peleia o governo é derrotado. No entanto, como a lei permite ao chefe do executivo estadual usufruir destas prerrogativas para continuar nesta batalha judicial e assim postergar o pagamento do piso salarial aos trabalhadores em educação do RS. 

O ultimo dia 25 de junho de 2013 a justiça do Estado do Rio Grande do Sul, finalizou mais um capítulo desta guerra sem fim. E mais uma vez a justiça mandou o governador pagar este tão sonhado piso salarial aos professores.A justiça negou seu recurso que questiona o pagamento aos trabalhadores em educação do RS.
 **Por unanimidade, os desembargadores da 25ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça negaram recurso do Estado questionando o piso nacional do Magistério e determinaram que o Executivo pagasse o valor de R$ 1.569 para 40 horas semanais, como salário inicial da categoria. O relator desembargador Miguel Ângelo da Silva considerou que a medida é válida também para inativos e pensionistas e o Estado deve ainda arcar com as diferenças retroativas a 27 de abril de 2011, período em que o piso nacional passou a ser reconhecido** (fonte: Cpers/sindicato). Embora, como é uma batalha sem fim o governo tem mais uma possibilidade de recorrer desta decisão da justiça gaúcha. Enquanto isso, os professores continuam na miséria e correm o risco de não receberem este direito que já vem  se tornando algo inacreditável de ser pago aos professores pelo governo dos Estado. Para um estado que já foi pioneiro em pagar bem seus trabalhadores em educação e hoje passa vexame até para os estados da federação mais pobres.

Esperamos que as grandes mobilizações do país possam sensibilizar o governador e que possa desistir de esticar mais um capítulo desta novela do piso salarial do magistério. Não recorrendo desta decisão da justiça pode se colocar um ponto final. neste duelo judicial. Já que o governador em meio à ebulição das manifestações que continuam estremecendo Porto Alegre e o restante do país. Fez uma proposta heroica para terminar com a crise nacional. O passe livre para os estudantes de todo o país, uma proposta que não encontrou eco no país e caiu no esquecimento.
manifestações brasileiras exigem pagamento do piso salarial dos professores
Esperamos que as grandes mobilizações do país possam sensibilizar ao governador e que ele possa desistir de esticar mais um capítulo desta novela histórica do piso salarial do magistério. Não recorrendo desta decisão da justiça pode se colocar um ponto final nesta pendenga e deste duelo judicial. Já que o governador em meio à ebulição das manifestações que continuam estremecendo Porto Alegre e o restante do país. Fez uma proposta heroica para terminar com a crise nacional. O passe livre para os estudantes de todo o país, uma proposta que não encontrou eco no país e caiu no esquecimento. Portanto, mesmo sua proposta não tenha tido sucesso a nível Nacional. Agora seria o momento ideal para suprir este vácuo de heroísmo do governador. E aproveitando o clamor do povo nas ruas e decretar a paz entre o magistério e o próprio governo, não recorrendo mais desta decisão do Tribunal de justiça do RS. Se isto não acontecer à luta continuará e o Cpers/sindicato irá colocar a categoria para pressionar até o fim como sempre fez e fará para garantir os direitos dos trabalhadores em educação deste estado.




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