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O pré-sal do Brasil é o sonho para resolver os problemas da educação, mas a longo prazo.

Os investimentos procedentes dos poços do pré-sal para educação ficarão no sonho.

A educação brasileira e seus problemas.
Analisando cautelosamente as rumorosas e esplêndidas notícias da imprensa de todas as modalidades do país; sobre a decisão da Presidente Dilma, que os royalties do petróleo, vão ser destinados 100% para a educação, na realidade não passa de um legitima falácia bem orquestrada.
Parece que o atual governo se esqueceu da grande polêmica existente entre os estados produtores e não produtores de petróleo no Brasil.  A grande disputa pela fatia desta riqueza natural, mas pertencente à união permanece sem solução. Porém parece que algumas unidades federativas produtoras pensam e as únicas dominadoras dessa fortuna nacional. 
Muitas coisas permanecem em infindáveis indecisões. Uma manchete que a princípio parecia à solução para os males da educação, não passa de uma simples utopia. Logo vem a crer que simplesmente, tudo não passa de uma legítima cortina de fumaça.

Mais uma vez a sociedade será iludida na promessa dos recursos do petróleo da rica camada do pré-sal fossem aplicados em sua integralidade, para os investimentos no sistema educacional brasileiro. Todos os interessados em solucionar este crônico problema, que vem se arrastando durante toda a história do Brasil.

Isto é, desde a colonização brasileira, aos nossos dias atuais, mais uma vez que irão ser protocolados e permanecer na espera de soluções, por tempo indeterminado para encontrar saídas eficazes para as enfermidades de todo o sistema educacional brasileiro.
Facilmente todos serão decepcionados com está colossal noticia falaciosa do governo federal. O que parecia ser a saída para resolver de uma vez por todas, o descaso total com a educação, provavelmente isto não vai acontecer. Há outros interesses políticos-eleitoreiros por traz, de toda esta questão para onde irão ser aplicados os royalties, uma certeza em tudo, mas menos em educação.

O Brasil possui dinheiro para investir na educação, mas por questões ideológicas, se aplicam o mínimo.

Mais uma vez se pode afirmar que dinheiro para financiar uma educação de qualidade neste país, que atualmente se apresenta ao mundo como a sexta potência econômica mundial existe. No entanto, evidentemente há uma má vontade política, para investir este dinheiro neste setor de suma importância para a sociedade obter desenvolvimento sustentável, mas enfatizar a educação como prioridade das prioridades.
A educação no Brasil, nunca foi e nunca será prioridade dos governos, mas para se elegerem, eles na época das campanhas eleitorais, priorizam a mesma como alvo prioritário.
O resultado está aí, somos vergonhosamente a 88ª posição no Rank mundial em qualidade educacional. Realmente existe uma tremenda contradição infeliz, para uma nação que se exibe ao planeta como sendo rica a 6ª potência econômica mundial.

Avaliando meticulosamente a Medida Provisória nº 294 (D.O.U), podemos perceber em suas entrelinhas, que os lucros dos futuros poços de petróleo do pré-sal, poucos serão destinados à educação. Por que além do mais, são megaprojetos futuros, para   longos prazos, que dependeram de vários emaranhados de negociações complexas, com interesses multíplices e aplicações abstrusas que se pouco compreende o seu proceder para produzir rendimentos.
Geralmente estas aplicações servirão para comprar papeis “podres” de países em situações em dificuldades com seu sistema financeiro, que estão já na bancarrota, afetada pela crise econômica mundial.
Após todo este longo processo para gerar alguns rendimentos que serão aplicados nos bancos do exterior. Retornando os lucros das aplicações ao país, uma parcela de 50% destes lucros será aplicada nas áreas sociais, o tão falado “Fundo Social”, inclusive a educação.

“A perspectiva de lucro real com o futuro pré-sal deve chegar a 15%%. Porém este percentual será ainda divido entre os estados e municípios. Além do mais, destes 15%, nada menos que 78% irão para estados e municípios, sem nenhuma obrigatoriedade de aplicação na educação. Somente 22% destes 15% (ou seja, apenas 3,3% do valor da produção do "Pré-sal") irão para o chamado "Fundo Social", do qual, em tese, 50% iriam para a educação. Portanto, temos somente 1,65% do "Pré-sal" para a educação (fonte: CNTE). 

Entretanto, se está longe de ver a educação receber estes tão comentados 100% do lucro do pré-sal brasileiro, um sonho que jamais será concretizado em um país onde os governos não gosta de um povo culto, mas de simplesmente operários, semialfabetizados. Porém neste intervalo de tempo indeterminado não se apresentam nenhuma garantia de que este valor vai ser aplicado de fato, em educação talvez nem complemente a antiga reivindicação, que é a aplicação de 10% do PIB nacional.

Quando se prometem melhorias para a educação no Brasil não é a curto prazo, mas a longínquo   prazo.

Portanto, está cortina de fumaça que a mídia cobriu o Brasil com notícias animadoras para a educação, nestes últimos dias, mas é necessário   pensar e analisar melhor os fatos que não condizem com a realidade.
Este alarido em torno dos cem por cento dos royalties do petróleo para a educação, passou-se a impressão de que tudo é para agora, para já, mas as coisas não são bem assim, como deveriam ser na realidade.  A situação da educação do país é decalamidade pública e não dar para esperar muito. Logo esta divulgação feita pela Presidente Dilma Rousseff, cairá no esquecimento e na decadência e as enfermidades   educacionais; somente tende a aumentar em toda a sociedade brasileira. E infelizmente, permanecerá muito mais decadente   como está atualmente.


O governo brasileiro tem a obrigação promover ações mais urgentes, eficazes, concretas, que gerem efeitos práticos a curto, médio e a longo prazo.  Não apenas continuar simplesmente sonhando, brigando por uma questão futurista. Necessariamente é imperativo que se alerte a sociedade que tudo que envolve opré-sal, é sinônimo de pensar em longo prazo, futuro indeterminado. Não podemos nos iludir que esta dinheirama prevista não tem data marcada para ser injetada em políticas públicas de melhoria e obter uma educação de qualidade. Não vai ser para esta geração. 

Talvez se tudo for cumprido como deveria ser. As futuras gerações poderão deleitassem de um sistema educacional que faça jus, a um país com uma economia no rol dos países desenvolvidos; que priorizam a educação como base de tudo. Para que os estudantes possam produzir com qualidade e profissionalismo, fundamentações em pesquisas de excelência, visando o desenvolvimento da nação, é necessário pesado investimento na educação. Incialmente o governo precisa pagar   salários dignos aos professores. Desde as séries iniciais até as universidades. Algo que é muitíssimo triste para todos os mestres, que estão atirados ao desprezo, desrespeito total através de todos esses governos de todas as esferas administrativas do Brasil. 

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