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A história do cinema no Brasil está nas cinzas.

O prejuízo é inumerável para a sétima arte brasileira. Fogo na cinemateca Brasileira/Créditos/Rede Brasil Atual.   Este infeliz episódio do incêndio sobre o galpão da Cinemateca Brasileira, que está localizado, na zona oeste da Capital paulista, São Paulo, nesta última quinta-feira dia 29 de julho de 2021, apagou em definitivo, parte da história do cinema do país. Este dia será marcado como a destruição através do fogo do maior acervo cinematográfico do cinema do Brasil. Mais uma vez a sétima arte do país sofre o pior golpe em seus anos de existência. O que foi queimado ficará sem volta desta coleção de 250 mil rolos de filmes, documentos históricos, e outros que se transformaram em cinzas e certamente pouca coisa deve ter sido salva. No entanto, os poucos que foram salvos, certamente devem ter sido danificados, a sua qualidade, porque foram atingidos, com a temperatura do fogo e a água sobre os rolos. Materiais sensíveis que dificilmente serão recuperados. Foram 100 anos de histór

O frio é belo para os ricos, mas aflição para os pobres.

A beleza do frio mostrada na mídia é passageira, mas o sofrimento do povo é demorado.

A bela foto mostra a mão de uma pessoa com luvas vermelhas segurando galhos secos de árvores congeladas no Sul do Brasil.
A foto mostra o realce das mãos com luvas sobre o gelo. 


Em 2019 o inverno demorou a vir para a Região Sul, mas quando chegou foi de uma intensidade brusca, de temperaturas negativas, geadas e neve que somente foi visto nos últimos 7 anos segundo alguns institutos de meteorologia do país. A beleza do frio é passageira, mas o sofrimento para a população carente é duradouro; durante todo o período gélido. Esse início de inverno rigoroso muitos moradores de rua morreram por hipotermia. É quando a pessoa fica exposta ao frio durante as longas noites e madrugadas, numa temperatura inferior e negativas a partir de -10°.  

Para o setor do turismo o frio é excelente, e principalmente; na região das hortênsias ou Serra gaúcha. A rede hoteleira supera a crise econômica, os hotéis e pousadas ficam lotadas de turistas do país e do mundo para observar as belezas da serra e quem sabe, poder registrar a neve, um belo momento raro da natureza num país tropical.

As doenças que se agravam durante o inverno.

 

O frio traz muitas doenças respiratórias tanto para as crianças quanto para as pessoas idosas que já sofrem de asma, renites e bronquites. Os hospitais das cidades e das capitais permanecem lotados. Além dos postos de saúde dos municípios, as importantes Unidades Básicas de Saúde (UPA) ao menos uma permanece 24h abertas na cidade e são lotadas nessa época do ano. Os principais hospitais públicos de Porto Alegre duplicam suas capacidades de atendimento à população. Os saguões de espera estão lotados e o sofrimento aumenta para todos os pacientes.

A desgraça econômica e social do Brasil é esse atraso de governo bozo17.

 

Na situação de crise econômica, na qual se encontra o Brasil, promovida por essa desgraça de governo do bozo17. Ele é o sinônimo de atraso, dor e sofrimento da população, que se agrava em todos os setores. Muitos não dispõem de moradia adequada para se protegerem do frio, não tem alimentação e nem emprego para gerar renda para o suprimento da família. É o governo da miséria e da fome que se instalou no país em janeiro desse ano e tem levado a nação ao fundo do poço sem fundo, e sem data para voltar para a normalidade. Nessas condições os habitantes do Sul do Brasil onde há o frio intenso, fazem de tudo para se protegeram do inverno gélido e rigoroso.

O frio revela as desigualdades sociais, as mais dramáticas do mundo.

 

Até a natureza chama a atenção e revela, as desigualdades sociais no Brasil; as mais dramáticas do Planeta Terra. Basta uma temporada de frio intenso, para desnudar aos olhos do mundo, como no Brasil; o acúmulo de riquezas, é para meia dúzias de pessoas. As demais trabalham para manter o luxo dessa pequeníssima classe abastada do país. Não é necessário gráficos, tabelas e planilhas para mostrar comprovar e mostrar essa desigualdade, o frio mostra e clama por equidade social entre os brasileiros.

Para os ricos é aconchego, para os pobres é sofrimento.
 

A foto mostra uma cuia de chimarrão gaúcho e no inverno gélido do Sul ajuda as famílias a se esquentar e animar as conversas.
O chimarrão é muito aquecer no frio.

Para a classe alta o inverno é somente alegria e charme. Eles possuem condições de financeiras de fazer das baixas temperaturas algo aconchegante. Para a elite o frio é sinônimo de alegria. Tem suas casas e apartamentos construídas para não sentirem frio e no verão fugirem do calor escaldante. Eles dispõem de toda uma estrutura projeta para as quatro estações. Desconhecem os sofrimentos do inverno porque suas habitações têm calefações especiais, lareiras apenas como algo decorativo. Quando saem de suas casas nos seus carros com ar-condicionado potentes e seus escritórios é tudo aconchegante, não sabem o que é passar frio durante essa longa estação do ano, para os menos bem-sucedidos(pobres) e curta para os ricos. 

Quem é pobre no Brasil, país tropical, sofre com o inverno. Muito não tem uma casa adequada para aguentar o frio, nem um simples ar-condicionado e se tem não usa em razão da energia caríssima. Utilizam gambiarras perigosas como aquecedores a elétricos, garrafas petes com água quente, tem alguns e outras invenções desaconselháveis em função da segurança da família. Há aqueles que usam com mais segurança a lareira e fogão a lenha que são construídos para isso mesmo. Ainda assim, precisa ser algo bem-feito, para evitar problemas de incêndios.  

Os moradores do interior do Sul, usam suas invenções para suportar o frio.

 

A situação de desigualdade também se repete para todos que habitam na colônia, eles fazem de tudo para suportarem o frio. No interior em quase todas as casas têm dois tipos de fogões o fogão a lenha e o fogão campeiro. Geralmente o fogão a lenha é menor e é instalado dentro da casa onde é utilizado para o cozimento de todas as refeições. O fogão campeiro é maior ocupa mais espaço, e geralmente é mais utilizado no inverno num galpão fora da casa.

Para enfrentar o frio negativo só com fogão a lenha.

 

A foto mostra as ovelhas sobre a neve porque o pasto já virou gelo no RS,
A foto mostra as ovelhas sobre a camada de gelo no RS.

Geralmente o inverno do Estado do Rio Grande do Sul é rigoroso. Nessa época do ano o frio é intenso a média de 5° negativos e nas regiões serranas caem para até -10°. Tem vários dias de sequências de neve e geadas. O gaúcho e todos os habitantes da Região Sul fazem de tudo para se aquecerem durante o longo inverno que muitas vezes se estende além da primavera.

O fogão campeiro é de grande importância para os gaúchos e todos os habitantes do Sul, que moram na colônia, principalmente nos longos dias gélidos do inverno.

Quem mora na colônia constrói o seu fogão campeiro para aquecer permanecendo várias horas ao redor do fogão. Geralmente nos dias gélidos se fecham nos galpões com a família e os amigos para tomar chimarrão, conversar e enquanto isso, as prendas (e a mãe) vão preparando a comida, em cima da chapa quente. Os peões permanecem em volta até serem convidados para a grande mesa e serem servidos. Quando o tempo melhora todos vão para a lida na roça.


Nesse período do ano o consumo de lenha é enorme tanto para quem mora no interior, quanto para que reside nas cidades e usam o fogão a lenha e as lareiras. Evidentemente, esses fogões a lenhas dispõem de todo um sistema de segurança para evitar acidentes como os perigosos incêndios comuns no inverno. Infelizmente quando muitas famílias usam outros meios perigosos para se aquecerem. Sempre é importante lembrar do fator segurança; para a família.

Se alguém pensar instalar quaisquer tipos de fogões a lenhas dentro de casa somente faça com pessoas especializadas nesse setor. Todas as precauções são fundamentais para evitar problemas com acidentes com fogo nesse período gelado do inverno.

O galpão e o fogão são importes para o gaúcho da colônia.

 

A foto mostra um típico galpão gaúcho usado pelos agricultores guardarem os mantimentos e as raçoes para os animais.
O legitimo capão gaúcho para acolher os animais e rações lá campo.


Volto a frisar o fogão campeiro por ser grande é construído fora da casa no galpão rústico. Geralmente é construído de toras de madeiras para servir de vigas. É coberto de telhas de barro, zinco e de fibrocimento.  Contudo, é lá onde se guarda tudo e o forno de tijolos para assar os saborosos pães e as cucas (uma espécie de pão recheado com diversos sabores de frutas) coloniais. Durante o inverno é o lugar preferido do gaúcho, morador no campo onde se produz, agricultura familiar e a agroindústria em grande escala comercial.

No galpão os colonos constroem o legitimo fogão campeiro gaúcho. Ele é muito simples de fazer. Basicamente é construída com uma base de tijolos e acima se coloca uma tubulação de zinco que ultrapassa o telhado; formando a chaminé. 



Essa tubulação suga a fumaça da lenha, queimada e deixa o ambiente limpo sem fumaça e odores das resinas da lenha quando queimadas. É necessário fazer essa limpeza da tubulação de tempos em tempos, para a fumaça ser sugada com facilidade e jogada ao ar. É colocada uma chapa grossa de ferro, onde são colocados, os bules do café, a chaleira para esquentar a água do chimarrão e para as demais panelas, que são geralmente, todas fabricadas de ferro para fazer a saborosa comida, na culinária gauchesca. Na parte de baixo, tem um compartimento, onde são colocadas as toras de madeiras, para acender o fogo, ser forte e aquecer a todos. Rapidamente se faz esquentar essas panelas de ferros. A família permanece ao redor do fogão para toma o chimarrão, comer pinhão e muitaconversa o dia inteiro.

Os gaúchos e os sulistas despertam cedo para a trabalho da roça, mas a primeira coisa a fazer é acender o fogão campeiro ou o de ferro para aquecer o ambiente e preparar o tradicional chimarrão amargo o peão vai para a lida e a prenda permanece em casa para os afazeres domésticos diários.  

O País não tem estrutura para enfrentar o frio do Sul.

Portanto, é fato o Brasil nunca esteve e nuca estará como uma estrutura apropriada, para proteger seus habitantes; do rigoroso frio do inverno.

Ano após ano o inverno é rigoroso no país. Contudo, nenhum governo até agora nunca se preocupara em prepararem estruturas adequadas para a população do Sul e Sudeste enfrentar o frio rigoroso de todos os invernos. O que se tem feito até o momento coisas paliativas somente para aqueles dias de frio mais intensos. 

Fazem campanhas de doação de alimentos, e materiais como colchoes, cobertores, e alimentos para a sopa e as famosas campanhas dos agasalhos que fica a cargo da comunidade. Termina nisso e nada mais. Não se pensa em políticas sérias para proteger a sociedade contra o frio. A alegação, falta dinheiro, mas o que se rouba nesse país? Daria para se pensar em sistemas de calefação pública, para todos, habitações adequadas à estação gélida do sul do país. Os socorros paliativos são importantes, mas não resolve tudo. É fundamental pensar que os invernos a cada ano estão sendo mais rigorosos e a população permanecem sem apoio concreto do governo.



As perspectivas futuras são as mais ruins possíveis, não existe por iniciativa do atual governo do atraso, nenhuma possibilidade de se pensar em algo que possa melhorar a vida da população, pelo contrário, somente pensa em tudo que venha prejudicar a todos. Seria anormal, esse governo filho do ódio, propor alguma coisa de bem para oferecer ao povo. Todavia, é normal segundo o pensar dele oferecer tudo de péssimo a população brasileira.

A situação da população que habitam as regiões atingidas através do frio rigoroso, somente tende partir para o descaso e consequentemente o sofrimento dos mais carentes a aumentar. Somente o Criador (Deus) da natureza que pode amenizar a dor dos pobres, durante os dias gélidos do inverno desse país tropical.

Comentários

  1. Excelente publicação .O frio exige mais cuidados e isso requer mais dinheiro para sobreviver .
    Abraço.

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    1. Boa tarde, minha amiga! Que alegria poder ler seu comentário em nosso blog. Infelizmente o Brasil nunca esteve preparado e nunca se preparar para enfrentar o frio das regiões Sul e Sudeste e parte do Centro Oeste. No Sul onde fica mais próximo a Antártida,as frentes gélidas são frequentes no inverno e suas consequências para a população carente são diversas. Enquanto poucos se divertem com o frio, muitos sofrem e dão Graças a Deus quando volta a Primavera e o Verão. Bom fim de semana e volte sempre ao nosso blog analiseagora.

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