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O dia de receber o salário, para muitas pessoas é sofrimento.

No Brasil o dia de receber o salário, é de sofrimento e não de satisfação. A foto mostra dois reais do Brasil, que simboliza a pobreza e a miséria do povo. Pela falta de organização do orçamento, o dia do pagamento mensal pode se transformar em pesadelo, sofrimento em vez de alegria. O trabalhador após um mês de trabalho árduo, suado e exaustivo finalmente chegou o grande e merecido dia de receber o justo salário pelos trinta dias de labuta intensa. Para uma grande parcela dos trabalhadores este dia é mais penoso do que o mês todo de trabalho fadigoso. Contudo, para outros é fato é um dia de alegria, satisfação e compensação pelas suas forças de trabalho vendidas ao empregador em troca de uma remuneração que vai garantir sua manutenção e qualidade de vida. Os trabalhadores inativos a situação é mais complexa também depende da elaboração correta dos gastos e ganhos. Neste artigo se fixará nesta situação dos trabalhadores da ativa. Os empréstimos consignados causam muitas dores de cabeça

O fim 2. ° turno das eleições, tem festa e lixo nas ruas.

As eleições foram finalizadas, mas ficou o tapete de papel no chão.


A imagem nas cores do Brasil diz: eleições 2014.
A imagem diz: eleições 2014.

A festa da democracia no Brasil é assim repleta de alegria, votos e gigantescos tapetes de santinhos eleitorais nas ruas e avenidas e principalmente perto dos locais de votação. Os cabos eleitorais passam a madrugada forrando as ruas do país de propagandas eleitorais, na esperança de algum eleitor indeciso escolher um aleatoriamente e leve até a cabine de votação como cola. 

Contudo, nesta altura a maioria dos eleitores já decidiram quem vai governar o Brasil por mais quatro anos. Os santinhos além da sujeira fazem parte do tapete festivo da democracia, o melhor regime de governo do mundo, ainda com falhas a serem corrigidas, principalmente no Brasil.

O tapete democrático, inicia na porta da casa e termina na frente das seções eleitorais.

 

Desde minha casa até a seção eleitoral observei que havia centenas e milhares de panfletos espalhados pelo chão e principalmente nas ruas próximas aos locais de votação. Legítimo tapete feito com os famosos santinhos dos candidatos. Até recolhi vários deles para guardar para a minha coleção desta história eleição de 2014. Aproveitei para observar a qualidade do material que foi desperdiçado somente durante esta madrugada. Realmente constatei com exceções de poucos, que são materiais de ótima qualidade. Tudo para encerrar com chave de ouro a festa da democracia. Este pacote faz parte da alegria e da ansiedade que seu candidato seja eleito.  No entanto, apenas uma maioria escolherá como o novo ou nova chefe da nação. Foi uma grandiosa festa com direito a buzinas, gritos, choros de derrota para um lado e abraços da vitória do outro.  

Certamente as gráficas obtiveram lucros no fim deste pleito de 2014.

 

As gráficas obtiveram grandes lucros nas impressões destes materiais de primeiríssima qualidade. Muitos candidatos pensam que desviando toneladas de papéis vai influenciar o eleitor. Quem já decidiu seu voto, já mais irá se agachar e recolher um único santinho destes para levar até a urna para olhar e fazer sua votação. Geralmente o eleitor decide seu voto antes de sair de casa para votar com as famosas “colas” para copiar os números dos candidatos preferidos. Evidente que não se pode descartar a possibilidade dos indecisos desde a sua casa até o seu local de votação se depararem com os influenciadores dos candidatos e certamente este no último minuto decide pôr o candidato A ou B; geralmente os estrategistas de campanha trabalham nesta possibilidade. Todos hão de convir, que as pesquisas eleitorais de 2014, indicam que existem os indecisos e aqueles que realmente vão anular o seu voto. Considero essa atitude um desserviço à democracia. Anular o seu voto é uma péssima decisão, se você não votar não terá moral para reclamar.

No Brasil não existe “assexuado político” (no sentido de neutralidade), os de cima do muro, ou você é de um lado ou de ou de outro. Os conhecidos “tais neutros”, estes somente fazem mal a festa da democracia e o futuro do país. Não se deve confiar nos neutros eles podem ser sim, os grandes inimigos da democracia, são os antidemocráticos que trabalham nas sombras e podem destruir o sistema democrático e o futuro da nação.

Os ecologistas brigam, mas hoje é uma festa democrática.

 

Os ecologistas levantam a questão é em relação à consciência ecológica que todos estes candidatos têm em desperdiçar tantos materiais. Quantas árvores foram derrubadas para a confecção da propaganda eleitoral. Como podem exigir a preservação do meio ambiente, se eles mesmos são os primeiros a destruir o que ainda resta das nossas matas. Ainda que a maioria destas árvores seja provinda de plantios específicos. Entretanto, tem outros elementos químicos que são inseridos na produção da matéria prima, o papel. Muitos deles poluem rios, solo e o próprio ar, causando uma série de doenças respiratórias, muitas delas levando ao óbito para muitas pessoas que sofrem com asma e outras doenças respiratórias. Realmente são quase que irrefutáveis estas preocupações dos ecologistas, mas no país ocorrem coisas no âmbito do meio-ambiente que destroem mais do que os santinhos eleitorais durante a festa da democracia. O problema maior será para os nobres garis os quais terão mais trabalhos no fim deste turno das eleições de 2014.  

A poluição eleitoral no Brasil, é real, mas faz parte da festa democrática.


A foto mostra a Presidenta Dilma Rousseff na hora do seu voto  do segundo turno em 2014  na qual foi reeleita.
A Presidenta Dilma Rousseff na hora do voto de 2014 na qual foi reeleita.


Portanto, em todas as eleições sempre a mesma situação é repetitiva; grandes poluições, lixões, sujeiras nas ruas que permanecem. Contudo, são gastos milhões de reais para a composição de todos os santinhos, materiais de todos os tipos e tamanhos, banners, bandeiras e cavaletes, espalhados por todos os cantos do Brasil. A situação é real e poluidora, mas a campanha precisa ser divulgada, porquanto precisa ser menos dispendiosa para o contribuinte. Esta dinheirama sai dos impostos que pagamos ao comprar ou vender quaisquer bens sejam de pequeno ou grande valor.


O TSE deveria recolher este lixo eleitoral e identificar os partidos poluidores, mandar para uma empresa recicladora e depois cobrar os honorários dos próprios partidos e candidatos.   Um dos grandes temas a ser debatido nesta próxima legislatura é quem sabe em uma futura reforma política que necessariamente o Brasil deve fazer urgentemente.

Todavia, nunca em nenhuma hipótese cogitar em impedir a festa da democracia, sobretudo, no fim do segundo turno das eleições gerais e municipais do país.

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