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O poder é fascinante.

Poder cobiça insaciável do homem.


O poder como domínio do homem sobre o outro ou de uma nação sobre a outra, do mais forte sobre o menos forte; é fato incontestável. A autoridade em si mesma é um atributo plenamente cobiçado por todos os entes do mundo. Esta maratona existe desde o início da humanidade passando pelos mais diferentes períodos de desenvolvimento da história, sendo transmitido este legado de geração em geração e continuará para sempre enquanto existir este mundo movido a concorrência para quem vai dominar uns aos outros. Esta busca insaciável para conquistar a autoridade é inerente e com poucas restrições a lei, a quaisquer organizações ideológicas humanas.

A procura infatigável para atingir o Status da autoridade transpassa também o poder religioso e suas dissidências sem limites.  Cada cizânia é motivo definitivo para a geração de mais um domínio religioso.
O poder político é o mais fascinante entre os humanos e por isso também ocorre a permanecia e a maior presença do ser humano. A competição política se transforma num amplo   debate de extrema magnitude nos bastidores do campo da política. A fome dos humanos para alcançar o comando na sociedade transcorre sem exceções nas organizações sociais seja ela mínima ou máxima. Sempre   ocorrem às disputas para atingir o top da supremacia.

 Homem ser social vive sob controles.

O homem com ser social vive dentro de uma legitima arena de poderes que os controla e os organiza em comunidades humanas. São várias as formas predomínios que controlam a vida das pessoas.  Não é só o poder religioso e político que interferem nas vidas das pessoas. Porém, existem múltiplas formas arbitrárias   que fazem conter o homem quanto membro de uma sociedade. Plenamente ocorrem disputas exaltadas para se obter autoridade política em todos os sistemas sejam democráticos ou autoritários, monárquicos, militares ou teocráticos. Tudo advém de acordo com os níveis de amadurecimento político, cultural, religioso que influenciam nas formas e sistemas de governo de cada nação. 

Quem tem o poder nas mãos se excita ao decidir a vida de outrem.

O poder está intrinsecamente ligado à natureza ambiciosa do homem. Os que detêm esta investidura de mandatários tem sobre si a palavra final para sentenciar sobre a história dos indivíduos sob quaisquer circunstâncias. Tudo segundo a visão da justiça, quantas decisões através da caneta do soberano; são extremante gritantes e injustas. Entretanto, como tem o controle em suas mãos, goza de uma excitação que pode atingir o êxtase no esplendor para massagear seu ego e exercer seu controle sobre seu semelhante. Este tem o arbítrio e o prazer de mandar, desmandar na vida de uma coletividade, que ficam refém das decisões, às vezes sensatas ou insanas de um poderoso chefe de nação, estado, município, uma sentença judicial, igreja, clubes, diretorias dos departamentos públicos, associações de bairros, cooperativas, partidos e conglomerado de empresas.
Todos os humanos têm em seu âmago a sede pelo poder, uma das características geradora de grandes conflitos entre as pessoas. Este predicado está presente em todos de uma maneira inerte. Em milésimos de segundos esta propriedade adormecida há muito tempo; se acende repentina pela ambição de obter o gostinho de poder mandar e ser ovacionado pela multidão. 

Alguns utilizam o poder para o bem ou para o mal das pessoas.

O poder faz bem para alguns e mal para uma imensa maioria. Esta realidade ocorre para quem tem autonomia de comandar alguma administração seja de cunho político, social e religiosa. Tem aqueles que usam o poder que lhe é conferido por outrem para modificar uma situação péssima em uma realidade digna, visando uma melhor qualidade de vida fundamentada na justiça, na equidade e na dignidade. Gerando condições para todos terem seus direitos e deveres respeitados como cidadãos que vivem em sociedade organizada. Outros quando assumem qualquer poder por mais ínfimo ou soberano que constitui, sempre realiza com fascinação para massacrar e torturar de várias espécies e modalidades seus semelhantes. Muitos se transformam quando chegam ao poder. Quando uma pessoa está em situação de igualdade se comporta como raposas disfarçadas de amigos e companheiros. No exato momento que alcança alguma espécie de chefe, continuar a ser irreconhecível. Ora! De pacato se transforma em enérgico e tirano, faz de tudo para cada vez mais subir o auge do prestigio. Muitos se embriagam pelo veneno e fascinação do poder e levam o resto da vida, brigando, fazendo negócios escusos, corrupções e se necessário vai pisar no pescoço de seu amigo ou adversário para buscar o domínio da sociedade de qualquer natureza sem limites.

A história da humanidade é construída de lutas para buscar   o poder.

Portanto, a história da humanidade é composta de grandes lutas para alcançar o poder. Essa realidade sempre esteve e estará presente entre os povos. Todavia, irá continuar sempre assim e cada vez incrementada com instrumentos sofisticados de coerção e dominação para todo o sempre. Por que o poder é fascinante, é dominador, é status, é prazeroso, misterioso, deslumbrante e todos sonham ter o domínio sobre qualquer organização ou associação por menor que seja. No entanto, a corrida para a supremacia, tem seu embrião plantado na menor célula, nos círculos de convivência entre as pessoas da mesma afinidade.  Ao longo da vida tende de expandir através de uma longa maratona, em muitos casos inconsequentes, em busca do fascinante do domínio sobre seus amigos a sociedade em geral.


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