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A felicidade é efêmera no materialismo.

A ostentação transforma o homem carente de valores éticos e morais. O homem moderno é rico, vive na ostentação promovida com o materialismo, mas é pobre em valores éticos e morais e nunca o dinheiro poderá comprar. Nesta correria diária e frenética da vida moderna para buscar a sobrevivência, é imprescindível e interessante fazer algumas vezes momentos de paradas e iniciar uma reflexão para perceber o quanto o homem faz opção, mais pelo ter do que do ser. Atualmente existe uma pretensão fortíssima para a opulência materialista, que traz e promove uma espécie de felicidade efêmera. Consequentemente nascem necessidades insaciáveis para adquirir mais e mais coisas instigadas pelo consumismo sem limites. Fundamental também verificar que ao mesmo tempo o homem moderno é extremamente carente quanto aos valores morais e éticos, os subjetivos, são duradouros como paz, amor, felicidade, saúde e segurança, coisas que de modo nenhum; o dinheiro comprará.

Os filhos da clausura virtual e digital.

Na geração digital, muitos filhos vivem ligados na internet dentro e fora de casa.

A imagem diz:filhos pós internet.
Os filhos da geração moderna da atual era digital, muitos vivem enclausurados nos quartos. Apresentando comportamentos incomuns como irritação, egoísmo e comunicação gelada entre a família. As relações geladas do oceano virtual geram comportamentos complexos para os filhos nos seus lares, na escola e entre os próprios amigos. É preocupante por que, poucas pessoas não percebem isso e muito menos desconhecem a origem deste enigma moderno. As consequências começam a surgir e sem controle poderão tomar proporções imprevisíveis e imagináveis para as atuais e as futuras gerações.

Muito se tem escrito, falado, comentado sobre o comportamento dos filhos com seus genitores e educadores, atualmente no mundo. Porém nada foi feito até o momento visando soluções urgentes para humanizar esta conduta patológica desta geração juvenil. Muitos jovens diante da tela do seu computador comentem crimes cibernéticos e pagam caro por isso.

As teorias que prometem soluções práticas, para melhorar as relações sociais; são vazias.  

Os especialistas de todas as ciências do comportamento humano; catedráticos versados e de propriedade sobre esta polêmica moderna. Vem apresentando uma ampla bagagem de conhecimentos e teses bem argumentadas. Fundamentadas no contexto atual, ainda não obtiveram grandes soluções transparentes para promover transformações impactantes desta cruel realidade. No desígnio de aventurar explicar a relação dos filhos. Geralmente os cátedras deparam-se numa verdadeira cilada geradora de vários conflitos sem saídas. Hoje se encontram pessoas convivendo ao um estilo de vida incomum. Muitos fazem do lar uma legitima clausura, sendo individualista e frenético por informações num click.

O que se apresenta são meras teorias repletas de elucubrações intermináveis. Muitos não explicam nada e simplesmente, divulgam com glamour seus trabalhos para a consagração de um título acadêmico; nas renomadas universidades do mundo. Pois permanece, faltando nestes tratados considerados científicos; pelo menos uma explicação plausível, para resolver o problema central das relações interpessoais dos casulos virtuais.

Essa situação afeta a população mundial em todas as faixas etárias e classes sociais. Simplesmente, por que se esqueceram de um componente fundamental, que faz a diferença na modernidade da era digital; as relações familiares e interpessoais. Esqueceram-se de especular este moderno e doentio tipo de relações humanas incomum na sociedade moderna da tecnologia da informação. Elas já entraram nas casas provocando estragos quase irreversíveis. Hoje as afinidades sadias nas famílias são algo raro, são artigos de luxo para poucas famílias que não deixaram ser dominadas pelo fascínio da internet.

As redes sociais geraram relações geladas entre as pessoas do lar.

O cadeado fazendo a segurança dos jovens nos quartos para navegar.
As redes sociais estão na linha de frente para criar relações mais frias, do que “bumbum” de pinguim.  Todavia, através dos computadores com plena rapidez, fazem amizades com um imenso número de personagens fictícios, distantes, muitas vezes de perfil falso.
Realmente tem situações que passaram do limite do ridículo, entre as pessoas de uma mesma casa. Existem até concorrências entre membros familiares, para disputarem, quem tem mais amigos virtuais.  Aqueles que nunca se sabe quem realmente são e que jamais se olharam olho no olho. Muitos até se passam por ser amigo, mas muitos deles são às vezes pessoas perigosas, que se devem, ter um cuidado redobrado para iniciar uma relação virtual.

Na era digita, se pode causar estragos nas relações; entre as pessoas.

Hoje em dia uma mera tela de um computador, tablet, Smartfones e outros dispositivos ligados a internet, podem ser um grande divisor das relações afetivas nas famílias. Todos os cuidados são poucos para não promover a destruição da família. Mesmo vivendo no mesmo ambiente não há comunicação entre os membros da casa. Muitos chegam ao absurdo de comunica-se através das máquinas por e-mails.
No entanto, se tem uma geração enclausurada e plugada e desequilibrada apresentando sintomas preocupantes atípicos e patológicos. Tem se atualmente, uma geração egoísta, irada, irrequieta, insatisfeita, angustiada, estressada, consumista sem domínio próprio, geradores de problemas em seus círculos de amizades e convivência.

É fundamental controlar o uso da internet, para evitar transtornos irreparáveis nos lares.

Alguém digitando e comunicando-se via internet.
Portanto, é imperativo usar a internet de uma forma moderada. Cultivar a virtude da contenção no tempo diante dos aparelhos interativos, para não acontecer uma tragédia no casamento e nas relações familiares. O tempo da família é sagrado, deve existir e ser colocado em prática entre os membros da família, todos os dias. Este período de convivência em grupo familiar necessita ser bem mais longo do que o das redes sociais. Tudo com o objetivo para se arquitetar fundamentos sólidos e construir uma família saudável, onde exista tempo para o diálogo, à orientação, tomar as decisões em comum acordo e combinar com seriedade como deve ser usada a internet que não venha prejudicar a ninguém.

A família em primeiro plano e por último o entretenimento através do uso com consciência e responsabilidade. Somente assim, poderá iniciar um lento processo de mudança de mentalidade e com certeza os frutos de um novo relacionamento sadio entre filhos e pais começam a nascer. Penso que com medidas simples e sensatas teremos uma família salutar, feliz e com novos valores que constroem a paz, a felicidade, a harmonia, a humanização e solidariedade. Uma nova sociedade consequentemente será erguida, a partir de uma família equilibrada.  

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