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Iluminando Mentes é uma jornada da Alegoria da Caverna à Educação Moderna.

  Da Caverna à Luz: transformando a Educação de forma, compaixão e criatividade. A cena criada por IA da alegoria da Caverna de Plantão. A Alegoria da Caverna de Platão, narrada em A República*, é uma metáfora filosófica atemporal que explora o caráter da realidade, do conhecimento e da educação. Nesta história, os prisioneiros acorrentados desde o nascimento só têm acesso às sombras projetadas na parede de uma caverna, acreditando serem a realidade. Ao se libertar, um prisioneiro experimenta a luz do sol e a diversidade da realidade, retornando à caverna para compartilhar suas descobertas com os outros. A educação moderna, sob diversos aspectos, se assemelha à caverna platônica. Muitas vezes, os estudantes estão confinados em um espaço limitado, recebendo informações sem contexto ou aplicação prática, como se estivessem presos a uma parede. A abordagem superficial limita o desenvolvimento do pensamento crítico e da compreensão mais aprofundada do mundo, perpetuando a ignorância e a al

O amor no mar

O Amor no Mar: Uma Sinfonia de Emoções


A foto mostra o letreiro do verbo Amar na praia de Tramandaí-RS.
O verbo Amar na praia de Tramandaí–RS.


Na orla banhada pela brisa salina.

Onde o mar se encontra com a areia fina.

Vaguei entre a multidão dispersa.

Até que meus olhos a encontraram, a musa perfeita.



Um olhar, um encontro silencioso.

E em seus olhos azuis, um oceano profícuo.

Mergulhei em suas profundezas, sem receio.

Desvendando um mundo novo, um amor sem freio.



Seus cabelos são cascatas de ébano.

Cascavam sobre seus ombros, em tons de verão.

Sua pele, dourada pelo sol radiante.

Uma obra de arte esculpida pelo mar constante.



Em seu biquíni vermelho, vibrante e quente.

Era a personificação da beleza, um presente.

Uma flor desabrochando na costa sulina.

Um raio de sol que aquece a alma e a retina.


Leia mais: Amar e ser amado, num dia de chuva na praia


Nosso êxtase silencioso, uma sinfonia sem som.

Um diálogo de olhares que diz tudo; rio de olhares em fluir.

Ela, a musa que desperta o poeta em mim.

Inspira versos e canções, um amor sem fim.



Naquele instante, o amor floresceu.

Uma chama ardente que em meu peito se aqueceu.

Sua beleza, um poema em cada curva e linha.

Um corpo perfeito, obra divina.



O aroma do seu perfume é um elixir do mar.

Inundava o ar, um perfume sem par.

As ondas dançavam em ritmo frenético.

Celebrando nosso encontro místico e autêntico.


Leia mais: Amar no mar é deleite de amor.


A multidão, extasiada, observava a cena.

Envolvida pela magia que nos envolvia, sem pena.

Nenhum perfume artificial se compararia.

À fragrância natural que nos inebriava.



Voltei para casa, o coração em transbordamento.

Chorando por um amor que não se concretizou no momento.

Mas prometi ao mar e ao vento, com fervor.

Que a buscaria até o fim, com amor e fervor.



No dia seguinte, ao mar, retornei.

Com a esperança acesa, meu amor a guiar-me ali.

Mas só encontrei um rastro efêmero na areia.

As letras que ela gravou, um amor derradeiro.



“Amar”, a palavra esculpida na areia.

Um verbo que em meu ser jamais se esvai.

Um amor¹ eterno, uma chama que jamais se apaga.

Uma melodia que em meu coração sempre ecoa e vaga.


____________

[1] Esta obra é uma reimaginação da poesia originalmente publicada em 16 de julho de 2023, sob o título “No mar tem cenas singulares” por Cicero Barros (BARROS, 2023). A nova versão, intitulada “O Amor no Mar”, foi lançada em 21 de janeiro de 2024, mantendo a essência da imagem da Praia de Tramandaí com o letreiro “AMAR”. Esta edição foi refinada para capturar a essência do amor e a majestade da natureza, com um foco renovado na figura da mulher e na experiência de um amor não correspondido.


[1] BARROS, Cicero. No mar tem cenas singulares. Publicado em 16 jul. 2023. Disponível em: []https://www.analiseahttps://www.analiseagora.com/2023/07/no-mar-tem-cenas-singulares.htmlgora.com/2023/07/no-mar-tem-cenas-singulares.html. Acesso em: 30 abr. 2024.

Comentários

  1. [Ela se despediu,
    De um jeito elegante,
    Olhou para a areia,
    E desenhou o verbo amar].

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