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Conheça a lenda do prefeito fujão

  A lenda que se alastra entre a terra e o mar O  barco do Zé das Marés,  navegando no Oceano Atlântico e sem norte. Nas noites escuras e chuvosas do litoral norte-grandense, os bares de bebidas ecoam piadas, brincadeiras e histórias. Entre o tilintar dos copos e o aroma de petiscos do mar, uma lenda se espalha como fumaça dos rastilhos de pólvoras: a saga do Prefeito Fujão. Não se trata de uma brincadeira ou uma mentira, mas sim uma realidade que desafia a lógica e a política. O homem em questão era o Zé das Marés, um candidato improvável. Nas eleições de 2020, ele não tinha chances reais de vencer. A sua campanha foi modesta, e quase esquecida entre os discursos inflamados dos adversários. No entanto, ocorreu um evento inesperado: Zé foi o vencedor. A população, cansada das promessas estúpidas, votou nele como forma de protesto. No entanto, o prefeito José das Marés não demonstrou aptidão para a função de prefeito. Ele era um ex-subprefeito de uma pequena cidade da região, conhecido

O amor no mar

 

Um encontro singular


Na foto aparece o verbo amar na Praia de Tramandaí no RS.
O verbo amar na Praia de Tramandaí no RS. 



Ao mar fui caminhar,

Praia cheia de gente,

Mas alguém, vi lá!

Uma mulher muito especial.

I

Nada conversamos,

Mas nos olhamos,

Como nunca alguém,

Me fitou antes.

II

Os seus olhos azuis,

Como o mar,

A sua beleza é indescritível,

E incomparável.

III

Seus cabelos pretos,

Longos e brilhosos,

Pele morena,

Manequim nunca visto,

Nunca visto no litoral gaúcho,

Representa a beleza da mulher gaúcha.

Nos extasiam os,

Entre os olhares,

Leia mais: Amar no mar é deleite de amor.

IV

O amor se consumava,

Naquele instante.

Não sei descrever,

A sua formosura,

Apenas sei dizer,

Que ela era perfeita.

O seu corpo é simétrico,

V

Até dificílimo de desenhar,

Ela usava biquíni vermelho,

Sensual e elegante.

Não quis fotografar,

VI

Não queria interrompê-la,

Perdi a noção do tempo,

Parecia estar flutuando.

VII

Ela se despediu,

De um jeito elegante,

Olhou para a areia,

E desenhou o verbo amar.

VIII

Leia mais: Amar e ser amado, num dia de chuva na praia.


Voltei para casa,

Com o coração aflito,

Chorei todas as lágrimas,

Pelo amor que não vivi.

IX

Amanhã voltarei ao mar,

Em busca da sua imagem,

Mas sei que as coisas são belas!

Do mar não se repetem.

X

Voltei ao mar hoje,

Mas apenas vi as quatro letras!

Do verbo amar,

Que ela deixou na areia.

XI

Prefiro as letras,

Que ela escreveu no meu coração!

E que estarão lá,

Para sempre.


________

Nota de rodapé


A versão original desta poesia foi publicada em [julho 16, 2023] no [Título: No mar tem cenas singulares] e [Autor: Cicero Barros]. Esta nova versão foi publicada em [janeiro 21,2024] no [título: O amor no mar]. A principal diferença entre as duas versões é a revisão e o aprimoramento do poema. A imagem da Praia de Tramandaí com o letreiro “AMAR” foi mantida, mas foi revisada para enfatizar o tema do amor e da beleza da natureza. Além disso, foram feitas alterações no texto para melhorar a clareza e a fluidez da poesia, incluindo detalhes sobre a mulher e o amor não correspondido.

Comentários

  1. [Ela se despediu,
    De um jeito elegante,
    Olhou para a areia,
    E desenhou o verbo amar].

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