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Iluminando Mentes é uma jornada da Alegoria da Caverna à Educação Moderna.

  Da Caverna à Luz: transformando a Educação de forma, compaixão e criatividade. A cena criada por IA da alegoria da Caverna de Plantão. A Alegoria da Caverna de Platão, narrada em A República*, é uma metáfora filosófica atemporal que explora o caráter da realidade, do conhecimento e da educação. Nesta história, os prisioneiros acorrentados desde o nascimento só têm acesso às sombras projetadas na parede de uma caverna, acreditando serem a realidade. Ao se libertar, um prisioneiro experimenta a luz do sol e a diversidade da realidade, retornando à caverna para compartilhar suas descobertas com os outros. A educação moderna, sob diversos aspectos, se assemelha à caverna platônica. Muitas vezes, os estudantes estão confinados em um espaço limitado, recebendo informações sem contexto ou aplicação prática, como se estivessem presos a uma parede. A abordagem superficial limita o desenvolvimento do pensamento crítico e da compreensão mais aprofundada do mundo, perpetuando a ignorância e a al

No mar tem águas de amor!

O mar tem de tudo um pouco.



Na foto está inscrito: o verbo amar na praia de Tramandaí.
O verbo amar na praia de Tramandaí. 


Há abraços, beijos!

Olhares alegres e interesseiros.

Tem abraços apertados.

Existem abraços por abraçar.

Alguns são de reencontros.

Outros é para os desencontros.

Abraços de até mais ver.

Há aquele abraço já distante.

Aquele para nunca mais,

quero te ver!

 

Tem beijos para todos os gostos.

O beijo de amor eterno!

O beijo roubado,

com gosto de quero mais!

Há o beijo no rosto;

dê prazer em conhecer.

O beijo nas mãos,

com respeito, você é linda!

O malicioso, onde

ambos se gabam.

Aquele beijo ardente,

que acende as estrelas.

Tem beijinho de carinho,

repleto de singeleza.

É aquele angelical,

de amor; simplesmente.

Tudo ocorre na areia ou;

nas águas do mar.

 

Leia mais: No mar tem cenas singulares.


Há o beijo de encantos;

e outros desencantos.

O beijo de juras eternas.

É um beijo longo e molhado;

de sabor do mar.

Aquele de separação

são uma decepção!

No Mar é assim, tudo é motivo

para amar com ou sem paixão.

 

No mar tem olhares diversos.

Aqueles olhares carinhosos,

sensuais tem os de

malícia pura.

Em equilíbrio há

os olhares de amor.

 

O admirar diligente,

perspicaz, sagaz e atento.

É o olhar pleno e imutável, intenso.

Para sondar corações.

Repleto de cumplicidade até no mar.


Leia mais: Amar e ser amado, num dia de chuva na praia.


Há olhar comprometedor,

o que dá dó!

Aquele que fica na mente,

para deixar o coração na agonia.

A dor da saudade do suposto;

amor que lá passou e deixou

a alma em prantos.

 

O mar é assim malvado

na questão do amor.

Para alguns é só alegria e para;

outros apenas dor.

Aquele olhar é amável.

Há aquele que acirra o tormento!

É a agonia de amar,

surge nas ondas, das

praias lindas do amor.

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