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Os preços dos combustíveis da era Bozo17.

Somente a elite dominante pode encher o tanque do carro os pobres apenas olham.A classe dos pobres de direitas não estava satisfeita com os preços dos combustíveis na era Dilma. Agora na era bozo17 apenas sentem o cheiro dos combustíveis e não podem comprarem. Na época do governo Lula e Dilma a extrema direita fez a cabeça da maioria para protestarem contra as altas de combustíveis. Que estava em média R$ 2,30 o litro de gasolina e havia reajustes salariais reais.
O botijão de 13 quilos   GLP Gás liquefeito de Petróleo) o gás de cozinha, no último ano do Governa da Presidente Dilma Rousseff, o preço mais alto era de R$ 45,92. Quando a extrema direita corrupta e doentia assumiu os preços dispararam.  atualmente o gás de cozinha custa entre R$ 80,00 e R$ 100,00. muitos voltaram a usar lenha para cozinhar (uma realidade deprimente para a população) porque não conseguem mais comprar o gás para preparar as refeições. Um absurdo é a miséria de volta e o país volta a recessão, a ser movido a …

Desfecho dramático da economia brasileira em relação os juros.

A dúvida resolvida em aumentar ao não as taxas de juros no Brasil.


Tomate da minha horta caseira.
Este mês a equipe econômica do governo brasileiro tem vivido um terrível drama, o drama da dúvida em decidir por uma posição que afeta todos os cidadãos brasileiros economicamente. Todo este drama foi gerado pela contaminação da inflação em todos os setores da economia nacional. No entanto em meio ao turbilhão da questão elegeram um elemento desconhecido dos padrões macroeconômicos causador da inflação, o tomate e nesta história surge então à dúvida de aumentar ou não os juros. Dúvida que martelou todo o mês nas cabeças dos economistas e nomeadamente do Banco Central do Brasil.

O que a população tem acompanhado é que esta história tem rendido muito e no mínimo passou de dúvida para uma dramática história de um triangulo amoroso shakespeariano envolvendo: o tomate a inflação e o aumento das taxas de juros.
Finalmente este enredo dramático obteve um desfecho difícil como acontece a toda história dramática e, sobretudo quando envolve milhões de cidadãos. E diante da grande dúvida Shakespeariana da equipe economia brasileira seguiram o caminho penoso de aumentar os juros da nossa economia. Os senhores cátedras econômicos dos setores fundamentais que detém o domínio e o controle da inflação atenderam os caprichos exigidos pela estrela inflacionária do momento o senhor tomate. Contudo sem faltarem a um nenhum pedido da celebridade cederem um aumento nas taxas básicas Selic da economia, passando 7,25% para 7,5% ao ano os impactos na economia serão sentidos nos próximos meses em nossos bolsos. Este bel-prazer do ilustre tomate pedido e atendido pela equipe econômica governamental brasileira provocou um grande burburinho e divisão nos bastidores secretos palacianos do poder econômico nacional.Há uma variação muito grande das taxas de juros do Brasil em relação ao mundo.Estamos longe de alcançar uma taxa juros que seja justa para os trabalhadores e assalariados deste país rico.Porém a concentração de renda ainda permanece nas mãos de poucos e o trabalho na grande maioria com um salário mínimo ridículo.

Entre os economistas que opinam de fora do poder aconteceu uma legitima torcida como se fosse uma decisão de final de campeonato nacional ou da copa do mundo. As apostas foram feitas para ver quem acertaria os palpites das decisões dos iluminados da economia. Os que defendiam a tese de permanecer a mesma taxa perderam e dizem que a economia vai estagnar e não vai impedir o aumento da inflação os que defendiam a tese do aumento venceram e afirmam que tudo vai continuar como antes incluindo um diferencial de que a inflação vai parar de crescer e vamos passar para uma nova fase da economia a chamada deflação. Agora todos os consumidores das mais variadas classes e estirpes econômicas só restam esperar os próximos desdobramentos que aparecerão instantaneamente e também afetarão decididamente as nossas parcas economias domésticas.


Além disso, vamos permanecer na expectativa do próximo elemento divisor da economia. Quem vai proporcionar o aumento ou a queda da inflação e criar um bom enredo que terá audiência extraordinária, nos meios de comunicações e principalmente, gerar bons debates nas redes sociais. Qual será o hortifrutigranjeiro que estreará seus momentos de glória e o terá seu estrelato no mundo da economia deste ano e vai determinar à alta ou a baixa da inflação no Brasil. Certamente desta vez os economistas vão eleger um setor anônimo da economia brasileira que esteja fora dos holofotes e escolha para a passarela da fama drama shakespeariana da inflação outro setor da economia que vive no esconderijo da notoriedade econômica nacional. O tempo senhor implacável diante das ações do mundo da inflação, nos apresentará o próximo espetáculo econômico repleto de cenas extraordinárias deste drama que apenas está no primeiro ato.     

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O abc da mãe e suas qualidades.

As mães e suas qualidades no seu abc. As mães quantas qualidades elas possuem, desenvolvem e as colocam em prática, diariamente, vinte e quatro horas; durante uma vida inteira em prol dos seus filhos. Entretanto, dificilmente os filhos percebem e reconhece está árdua luta das mães e são gratos a elas.  Observem neste singelo texto, quanto as progenitoras fazem para seus filhos.
Estes dons surgem desde quando ela engravida pela primeira vez dão à luz seus filhos (as). Elas no cotidiano colocam em prática através de sua consciência maternal todas suas qualidades de mães para a proteção, provisão e educação dos filhos. O mais estranho e ingrato é que poucos filhos reconhecem a importância da sua mãe enquanto estão juntos. Muitos somente irão reconhecer e se lamentarem a sua real importância quando elas morrem.

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