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Você já rotulou alguém de burro?

É uma atitude preconceituosa para ferir o sentimento de outrem e ruim para o convívio social. Quando alguém utiliza este vocábulo burro para qualificar outrem, somente vem comprovar como muitas pessoas tem uma mentalidade maldosa, preconceituosa e intolerante em relação aos seus semelhantes. É inaceitável como é usado no Brasil o termo “burro” entre as pessoas. Muitos usam de maneira intencional para ofender covardemente os seus semelhantes.  Alguns humanos a utilizam de maneira maldosa, preconceituosa e ofensiva. Isso vem ocorrendo desde o início da colonização até os dias atuais.

O abc da mãe e suas qualidades.

As mães e suas qualidades no seu abc. As mães quantas qualidades elas possuem, desenvolvem e as colocam em prática, diariamente, vinte e quatro horas; durante uma vida inteira em prol dos seus filhos. Entretanto, dificilmente os filhos percebem e reconhece está árdua luta das mães e são gratos a elas.  Observem neste singelo texto, quanto as progenitoras fazem para seus filhos.
Estes dons surgem desde quando ela engravida pela primeira vez dão à luz seus filhos (as). Elas no cotidiano colocam em prática através de sua consciência maternal todas suas qualidades de mães para a proteção, provisão e educação dos filhos. O mais estranho e ingrato é que poucos filhos reconhecem a importância da sua mãe enquanto estão juntos. Muitos somente irão reconhecer e se lamentarem a sua real importância quando elas morrem.

Candeeiro ou lamparina antiga, mas muito usado no Brasil.

O candeeiro fez parte da vida do povo nos tempos remotos e na atualidade. Candeeiro é a lamparina, artefato antiquíssimo composta sobre duas partes simples. A sua base é feita de lata comum. Um desenho simplório num formato de uma pirâmide. No topo desta pirâmide usa-se pavio de fabricado de algodão. Ele é umedecido com querosene, que é colocado na parte de baixo, como podemos observar tem uma forma redonda, mas como base piramidal.
Este utensílio domestica há muitos anos foram usados no país inteiro até chegar às primeiras transmissões de energia elétrica nas capitais e aos poucos foram se disseminado para o restante do país. 

O estado e a justiça têm uma relação desigual para com o cidadão.

Este aforismo antigo procedente dos gregos até agora existe polêmica na sua forma de escrever corretamente. Qual seria a forma correta mesma? “Dois pesos e duas medidas” ou   “um peso e duas medidas”? É prudente deixar esta discussão para os peritos da linguística.
Qual o certo: dois pesos e duas medidas ou um peso e duas medidas?
Este aforismo antigo procedente dos gregos até agora existe polêmica na sua forma de escrever corretamente. Qual seria a forma correta mesma? “Dois pesos e duas medidas” ou   “um peso e duas medidas”? É prudente deixar esta discussão para os peritos da linguística. Irei me concentrar no   fato de sua existência na história e principalmente no meio jurídico. Como é do conhecimento de todos ela é plenamente aplicada em nosso país. Transformando uma relação de desigualdade entre o estado e o cidadão no momento de acertos de contas sempre o cidadão sai perdendo e geralmente o estado tem o domínio sobre tudo e todos. Através de todos os meios que possam justificar uma injustiça e o contrassenso contra qualquer pessoa.

Acontece na prática diariamente em todas as situações que cabe as decisões judiciais envolvendo o estado e o cidadão. Geralmente na prática o estado brasileiro sempre é plenamente o mais beneficiado do que o cidadão. A justiça que deveria ser cega e imparcial neste momento geralmente não é!  Entretanto, permanece bem explicitas as injustiças em todas as situações, quando se refere a litigio entre estado e o cidadão. Infelizmente a justiça tem um olho bem aberto a favor do estado e o outro extremamente fechado contra o cidadão. Nesta modalidade desaparece a imparcialidade e impera a parcialidade.  São casos genéricos impossíveis de serem todos analisados.
Contudo, irei apenas apreender de maneira universal estes dois casos clássicos, entre o estado e o cidadão. Os outros casos não passaram despercebidos a todos os que são injustiçados. A sociedade em plena lucidez não pode deixar passar desprovidos, nada obstante; deve gritar por uma justiça cega, séria, justa, imparcial. Onde todos possam ser iguais perante a lei. É assim que deveria ser a justiça em todo o mundo, inclusive entre o estado e o cidadão brasileiro.

Qual o cidadão brasileiro que nunca se deparou com uma situação assim: Se tem uma dívida com o governo envolvendo pelo menos uma das três esferas municipal, estadual e federal, a justiça o impõe uns prazos mínimos de dias para a quitação da dívida.  A situação é inversa, quando o poder público deve para o cidadão comum ou pessoa jurídica. A justiça também estabelece prazo para o governo pagar o que deve ao cidadão. Todavia, estes prazos determinados são condicionais ao caixa do estado. Sendo assim, o governo arruma brechas e mais brechas na lei, além de alegar a falta de dinheiro e descumpre as ordens judiciais. Existe cenários amplo e legais nas entranhas da justiça que permite o governo não pagar as pessoas. O estado não tem prazo para quitar dívida para com o cidadão. Contudo, o cidadão tem prazo curtíssimo para a seu débito para com o estado.
As relações jurídicas do cidadão com o poder público são desiguais. O governo depende dos cidadãos para construir e desenvolver a riqueza do município, estado e país trata os com severidade. Porém a equidade judicial em determinados episódios, não reflete nas decisões judiciais.
Analisem bem! Não existe prazo para o estado quitar uma dívida para com o cidadão, mas quando o cidadão tem uma dívida para com o poder público, este   dar exemplo e cumpre dentro do prazo estipulado se não sofre severas punições. Em contrapartida os gestores da administração pública, sempre encontram mecanismos legais, para protocolarem o alongarem, a postergarem a quitação da dívida para com o cidadão.  Principalmente para com as pessoas de poucos recursos e semiletrados que desconhece por completo os trâmites advocatícios para reaver seus direitos.

Um exemplo clássico que ocorre no Brasil quando se envolve o governo e o cidadão são os famigerados precatórios. Uma dívida que o estado brasileiro deve ao cidadão e não tem nenhum interesse de pagar. Geralmente são dívidas trabalhistas ou outras espécies de indenizações, mas nem por isso, o estado se empenha em quitar estas dívidas aos seus devedores. Sempre o governo encontra mecanismos legais para encompridar eternamente, esta dívida par com as pessoas. Em muitos casos os beneficiários destes precatórios perecem e seus descendentes passam serem os beneficiados legais. Porém, nunca fizeram um mínimo de esforço para fazer jus; a este sofrido direito.
 
O estado não tem prazo para quitar dívida para com o cidadão. Contudo, o cidadão tem prazo curtíssimo para a seu débito para com o estado.
Por quer tantas injustiças contra o povo?
Outro caso típico é quando qualquer cidadão que sempre pagou seus impostos honestamente e através de vários e inesperados infortúnios deixam de pagar, por exemplo, o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) de seu único imóvel por certo tempo à fazenda municipal. O município através da justiça propõe uma negociação da dívida. Não por má fé, mas o cidadão devedor por uma infelicidade financeira, não pode cumprir com o combinado, a justiça manda cumprir a lei e leiloa o único bem que o serve de teto, sem dó e sem piedade. E assim, funciona com uma infinidade de casos, que geralmente o cidadão é tratado de uma forma e o estado de outra. Isto é, a justiça estipula um prazo ao setor público, este não o cumpre e não há punições. O inverso da situação, o tratamento é bem diferente, há estipulação de prazos e severas punições e as decisões chegam um limite que não cabe mais recursos. O contribuinte sempre na contramão da história e da justiça. São casos mais comuns que afetam principalmente o cidadão simples e muitas vezes sem noção de como agir diante de decisões unilaterais da justiça, mesmo que cabendo recursos estes não fazem por quer são eliminados pelo cansaço e o descrédito. Os cidadãos que possuem posses para contratarem bons advogados vão até as últimas decisões na suprema corte judicial. Os que gozam de maiores conhecimentos intelectuais, procuram os meios lícitos e os tramites para chegarem às últimas instancias do poder judiciário; pleitearem suas causas até a decisão final. Estes não desistem facilmente e dependo da causa saem vencedores ou não, no entanto é imprescindível buscar com afinco os direitos.


Portanto, esta realidade de “um peso e duas medidas” ou dois pesos e duas medidas” estão lentamente mudando graças à conscientização de todos que lutam com esmero em buscar seus direitos e exigirem com mais intensidade uma justiça neutra, forte e justa. Este cenário vem mudando a cada cobrança da sociedade e as pressões populares, sendo cada vez mais volumosa isto é salutar para a sociedade que a ajustiça seja equitativa. Nós sabemos que uma sociedade só funciona bem com ordem, equidade e respeito aos direitos humanos de toda a natureza. E quando a justiça trabalha em prol de todos independente de poder aquisitivo, conhecimento intelectual, poder público, privado, pessoa física ou jurídica. Todos devem ser beneficiados sem privilégios e sem morosidade. Assim caminhamos para uma democracia plena, sendo fiscalizada e amparada através do poder judiciário a guardiã da democracia com justiça.