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Medo e o poder nas perspectivas filosófica e política de Maquiavel.

Buscar a Governança Ideal entre Medo e Liderança. Nicolau Maquiavel. Créditoda  foto: Wikipédia  Desde os tempos antigos, a filosofia e a política têm sido intrinsecamente ligadas na busca pelo entendimento da governança ideal. A natureza do poder e a influência das emoções humanas sobre ele são temas centrais que atravessam o pensamento político.  O medo, em particular, tem sido um tópico de grande interesse, por ser uma força motriz poderosa que pode moldar não apenas indivíduos, mas também sociedades inteiras.  Através da lente da filosofia política, podemos examinar como o medo é empregado pelos governantes e as implicações morais que acompanham seu uso. Inspirando-nos nas reflexões de Maquiavel, um dos mais notáveis pensadores políticos, exploraremos como o medo pode ser uma ferramenta de controle e o que isso revela sobre a natureza da autoridade e da obediência. O Medo e o Governante: Uma Análise Inspirada em Maquiavel Maquiavel, com sua visão astuta sobre a natureza do poder, v

O homem doente mental, no poder, é um perigo.

Aquele homem com poder e armas do Estado é insolente.
 

A foto mostra um atraque russo aos predios da Ucrânia./Créditos para o portal/g1.
A foto mostra um atraque russo aos predios da Ucrânia./Créditos para o portal/g1.


O homem, eleito para administrar a nação no regime democrático; há paz do início ao fim do seu governo.

Ser mortal, no poder que se acha o santo escolhido não se sabe por quem, mas mascarado de democrático e com pensamento militar, fascista e nazista deixa a nação interna em conflitos intermináveis.

Um homem dissimulado no poder, no regime democrático, o qual se autodenomina religioso e extremista, mas com o agir de ditador, põe a nação em constantes conflitos injustificáveis.

O homem ditador no poder, sem muitas ambições, com as armas do país, já é uma ameaça à paz.

Aquele indivíduo ditador, psicopata, no comando de uma nação e com a posse das armas públicas, é temerário à nação e aos vizinhos.

Aquela criatura, com sinais visíveis dessa patologia mental, a qual ferve na mente a cobiça, das riquezas de outros povos, é semelhante ao barril de pólvora.

O ente humano na presidente, de um país, mas com características de ditador, extremista religioso, doente mental, com abonações de violência, é temerário.

Se é ambicioso, para com as riquezas do país vizinho, já é uma   ameaça. Ele provoca uma guerra e coloca a paz mundial em ultimato.  Sem nenhum constrangimento, manada invadir, prender, torturar a população vizinha, para roubar as suas riquezas. A base da violência ele anexa outra nação e começa a expandir seu poderio doentio em outras regiões. É louco!

 

Este louco causa mortes, dores, fugas, traumas e sofrimento às vítimas inocentes, de uma invasão abusiva e arbitrária. O mundo condena, mas não tem a coragem de fazer parar este doido e covarde de mandar assassinar pessoas em nome do poder econômico e político.

O doente mental pelo poder destrói com bombas e mísseis as vidas, a economia, a arte e a história de uma nação. É simplesmente um drama, um pesadelo para o mundo.  

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