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Amor é atrevido.

A ousadia cortês é imperativa,
para nascer o amor.

A imagem mostra o Céu azul com nuvens sobre as montanhas e oceanos. Diz: A ousadia cortês é imperativa,para nascer o amor.
O Céu azul com nuvens sobre as montanhas e oceanos. 


O amor é atrevido,

sem medo para amar;

É ousado e inconsequente.

Para amar, não têm fronteiras,

precisa ser atrevido, ousado e respeitoso, repleto de paixão!

 

Contudo, é intrometido,

mas domina a elegância; é cativante.

O autêntico amor,

rompe os muros; abraça o mar de emoções.

É maior que os Oceanos, é mais forte que o vento, é mais claro que a luz do Sol.

Para encontrar o ardor amoroso, brilha na densa e escuro noite. Neste particular é

mais rápido do que o relâmpago.

 

Assim, é amar sem ver obstáculos,

sem perceber o tamanho do poder do afeto.

Amor não admite regras, ocorre na mais

pura leveza, ele é

mais doce que o puro mel.

 

A doçura instiga a liberdade, o fogo ardente do coração, o amante é forte para amar.

Seu atrevimento sem fim, faz o amor arder e gemer.

Gemer de amor, sem se machucar, todavia, possui aquela dor; o calor enigmático.

 

A dor deamor é anestesiada com prazer.

Prazer sem extensões, repleto de vida.

Vida vivida sob a culminância, do deleite; existencial e singular.

Amor tão intenso, que ninguém conterá.

Não se vê sua cor, sua dimensão, mas só se sente o prazer único e duradouro. O amor genuíno além de ser atrevido, não é fugaz!

 

Amor movido ao prazer, tão profundo, tão seguro, mas tão quente quanto o calor do Sol.

O amor é maior que a energia, o brilho do Astro Rei.

Rei bravo e atrevido, que se abranda nos braços do seu amor.

Ame como atrevido, sobretudo, com amor verdadeiro, para existir cumplicidade e reverência.

Assim somente é o amor único! Derruba as montanhas.

Rompe a atmosfera, flutua no espaço sideral. Nem precisa de foguete e muito menos denave espacial bilionária.

Viaja sobre todo Universo até encontrar seu amor no aconchego do coração apaixonado.

É aqui num lugar especial do amado Planeta Terra.

Extingue os rótulos e vive na sublime flama.

Poucos ou ninguém entenderá.

Todavia, o que importa o outrem,

neste particular?

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