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A felicidade é efêmera no materialismo.

A ostentação transforma o homem carente de valores éticos e morais. O homem moderno é rico, vive na ostentação promovida com o materialismo, mas é pobre em valores éticos e morais e nunca o dinheiro poderá comprar. Nesta correria diária e frenética da vida moderna para buscar a sobrevivência, é imprescindível e interessante fazer algumas vezes momentos de paradas e iniciar uma reflexão para perceber o quanto o homem faz opção, mais pelo ter do que do ser. Atualmente existe uma pretensão fortíssima para a opulência materialista, que traz e promove uma espécie de felicidade efêmera. Consequentemente nascem necessidades insaciáveis para adquirir mais e mais coisas instigadas pelo consumismo sem limites. Fundamental também verificar que ao mesmo tempo o homem moderno é extremamente carente quanto aos valores morais e éticos, os subjetivos, são duradouros como paz, amor, felicidade, saúde e segurança, coisas que de modo nenhum; o dinheiro comprará.

Pensar no nada uma conversa de filósofo

A PALAVRA NADA TRAZ CONTEÚDOS ENIGMÁTICOS E POLÊMICOS, INDO ALÉM DO SIMPLESMENTE PRONUNCIAR NADA.

Você já parou um instante em sua vida para pensar sobre o que significa a palavra “nada” são apenas quatro letras, mas são repletas de significados e muito difícil de construir um conceito claro do que seria o nada. Quando pronunciamos a palavra nada à impressão que surge momentaneamente é que há um vazio absoluto de nada, um vácuo será mesmo? Por isso que esta minúscula expressão desencadeia uma ilimitada series de dúvidas e questionamentos em torno do que seria o nada. O nada existe mesmo?
pensar no nada é pensar muito e não se conclui nada
Você já parou um instante em sua vida para pensar sobre o que significa a palavra “nada” são apenas quatro letras, mas são repletas de significados e muito difícil de construir um conceito claro do que seria o nada. Quando pronunciamos a palavra nada à impressão que surge momentaneamente é que há um vazio absoluto de nada, um vácuo será mesmo? Por isso que esta minúscula expressão desencadeia uma ilimitada series de dúvidas e questionamentos em torno do que seria o nada. O nada existe mesmo?

Dependendo quem e do ponto de vista como se analisa a palavra "nada" ela pode ter inúmeros conceitos polêmicos e sem uma conclusão transparente. Para os leigos não passa de nada mesmo ou uma linguagem popular. A matemática como é formada de conceitos exatos, então zero ou conjunto vazio seria a conceituação e ponto final. Por quão intensamente, avançamos na imaginação podemos encontrar muitas cogitações complexas em torno desta palavra que levaria muito tempo a raciocinar e escrever um tratado cientifica controverso e polêmico a partir de diversos prismas para tentar chegar uma definição que poderia construir um conceito filosoficamente convincente

Analisando do ponto de vista da filosofia esta palavrava ganha amplas e complexas teorias ideológicas que instigam meticulosas discussões sem uma conclusão plausível para quem gostaria de compreender a luz da transparência o conceito do nada. Cada pensador tem sua acepção própria e muitas delas são contraditórias e ao mesmo tempo polemicas. Todos que procurarem proceder às tentativas de construir conceito do "nada" no campo filosófico como “ausência absoluta de nada em nosso ser”, a partir deste ponto gera-se intermináveis questionamentos e grandes elucubrações filosóficas questionado o que seria este nada. Alguns pensadores criaram teses e questionamentos filosóficos, procurando comprovar se de fato o nada em si existe ou não existe.

O pensador Kant a trabalhou filosoficamente esta discussão sobre o nada ele promovendo um debate e defendendo a seguinte tese: o nada seria como um pseudoproblema, um falso problema, pois eliminando qualquer possibilidade de elusivo absoluto da existência do ser e não havendo a existência do ser como base primordial de tudo. Logo também o nada não poderia existir.  Outros pensadores trabalharam esta tese problemática do nada de formas opostas. O filosofo existencialista Jean Paul Sartre pensa uma tese diferente e abre uma profunda discussão sobre esta hipotética tese do nada descrevendo a nada como oposição ao ser e muitos questionamentos são emblemáticos neste sentido sobre a existência do ser para não existir o nada, necessariamente não deveria existir o ser. Logo se o ser existe imperioso a existência do nada. Nesta discussão inicia uma meticulosa discussão e começa a questionar a existência ou não do ser. Faz uma um arguição o que seria na realidade o ser? Em 1943 Jean Paul Sartre escreve o famoso tratado de filosofia o ser e o nada. Neste belíssimo ensaio de ontologia e fenomenologia Sartre diz que: *o ser de um existente é o que ele aparenta, ou seja, destaca-se o fenômeno como relativo-absoluto. Então, a aparência revela a essência, eis a lei que preside as sucessões de suas aparições, é a razão da ‘série’, isto é, a essência como razão da série é apenas o liame das aparições**. (fonte: O ser e o Nada) Em outro trecho deste tratado ele afirma: *Se a essência está apartada da aparência individual que a manifesta, assim compreende-se o ser da aparição ou a essência da aparição como um aparecer que não se opõe a nenhum ser*. (fonte: O ser e o Nada)

o ser de um existente é o que ele aparenta, ou seja, destaca-se o fenômeno como relativo-absoluto.
Jean Paul Sartre em 1950 na França 

Outro filosofo que se preocupa em construir uma tese sobre o nada é o pensador Martin Heidegger este sobre influencias de outros filósofos existencialistas escreve um tratado magnifico de filosofia talvez um dos mais lidos pelos existencialistas *O ser e o Tempo* publicado em 1927, traz uma nova compreensão sobre o problema da compreensão do ser neste livro nas páginas iniciais Heidegger diz: *No solo da arrancada grega para interpretar o ser formou-se um dogma que não apenas declara supérflua a questão sobre o sentido do ser, como lhe sanciona a falta. Pois se diz: “ser” é o conceito mais universal e mais vazio. Como tal, resiste a toda a tentativa de definição*. (fonte: Ser e o tempo) em relação ao problema do nada em sua celebre aula inaugural na Universidade de Friburgo na Alemanha em 1929, Heidegger trabalha este problema do nada como um problema metafisico: e elabora uma indagação a mente sem uma réplica rápida quando ele faz a celebre inquirição: *por que existe o ser e não o nada? E ainda utiliza outra maneira de questionamento; *por que existe afinal ente e não antes o nada?* (fonte: Heidegger) são questões totalmente do campo subjetivo para a elaboração de um grande estudo sobre o problema da existência ou não do nada.

Saindo do campo filosófico e partindo para o campo da cosmologia a questão do nada recebe proporções ainda mais polemicas e complexas; por quer entra duas correntes oponentes a teoria do evolucionismo e o do criacionismo entra em intermináveis discussões teóricas sobre a teoria do início da existência do universo. Cada uma defende como se originou e se formou o universo dentro desta ampla polemica entra a questão do nada. Não irei discorrer sobre cada uma porque se estenderia muito o texto, mas o importante que neste turbilhão de discussões polemicas o nada entra como ponto de evidencia.

Por tanto, para concluir podemos afirmar que esta palavra nada constituída de apenas quatro letras é repleta de significados complexos, muitas teorias polemicas e oponentes e que não se tem uma clareza cientifica de um conceito claro do nada. O Nada existe em oposição ao ser. O nada é este vocábulo que exige acuradas reflexões, filosóficas, cosmológicas e físicas e as teorias oponentes que discutem esta ideia um conceito e a eterna dúvida existe ou não existe o nada. O que você pensa sobre o nada? O nada é simplesmente não fazer nada como diz a gramatica ou ainda existem muito a se pensar e teorizar? O nada vai muito além do nada, não existe nada sem a existência do ente. O papo de filósofo não terminou apenas começou...




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