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O abc da mãe e suas qualidades.

As mães e suas qualidades no seu abc. As mães quantas qualidades elas possuem, desenvolvem e as colocam em prática, diariamente, vinte e quatro horas; durante uma vida inteira em prol dos seus filhos. Entretanto, dificilmente os filhos percebem e reconhece está árdua luta das mães e são gratos a elas.  Observem neste singelo texto, quanto as progenitoras fazem para seus filhos.
Estes dons surgem desde quando ela engravida pela primeira vez dão à luz seus filhos (as). Elas no cotidiano colocam em prática através de sua consciência maternal todas suas qualidades de mães para a proteção, provisão e educação dos filhos. O mais estranho e ingrato é que poucos filhos reconhecem a importância da sua mãe enquanto estão juntos. Muitos somente irão reconhecer e se lamentarem a sua real importância quando elas morrem.

Você já rotulou alguém de burro?

É uma atitude preconceituosa para ferir o sentimento de outrem e ruim para o convívio social. Quando alguém utiliza este vocábulo burro para qualificar outrem, somente vem comprovar como muitas pessoas tem uma mentalidade maldosa, preconceituosa e intolerante em relação aos seus semelhantes. É inaceitável como é usado no Brasil o termo “burro” entre as pessoas. Muitos usam de maneira intencional para ofender covardemente os seus semelhantes.  Alguns humanos a utilizam de maneira maldosa, preconceituosa e ofensiva. Isso vem ocorrendo desde o início da colonização até os dias atuais.

Candeeiro ou lamparina antiga, mas muito usado no Brasil.

O candeeiro fez parte da vida do povo nos tempos remotos e na atualidade. Candeeiro é a lamparina, artefato antiquíssimo composta sobre duas partes simples. A sua base é feita de lata comum. Um desenho simplório num formato de uma pirâmide. No topo desta pirâmide usa-se pavio de fabricado de algodão. Ele é umedecido com querosene, que é colocado na parte de baixo, como podemos observar tem uma forma redonda, mas como base piramidal.
Este utensílio domestica há muitos anos foram usados no país inteiro até chegar às primeiras transmissões de energia elétrica nas capitais e aos poucos foram se disseminado para o restante do país. 

Os deuses mortais de toga praticam injustiças.

A injustiça promovida pela justiça é inexplicável e fere a alma humana.

Os togados do direito são os geradores de mais injustiças e poucas justiças.
A tristeza de uma derrota é um sentimento muitíssimo dolorido que machuca, e sangra dolorosamente a alma. A vida parece se contrair nas profundezas do ente. É muito difícil exteriorizar uma dor da derrota injusta. Principalmente quando esta derrota é construída amplamente durante muitos anos na injustiça. Uma injustiça que foi embrionada, alimentada, crescida e sentenciada por uma justiça fundamentalista na frieza das letras da lei. Lei simplesmente criada por burocratas do poder legislativo e executado pela frieza e parcialidade do poder judiciário.

Somente quem já foi injustiçado pela justiça sabe quanto dói.

Os burocratas da lei são parciais e julga uma situação, uma causa simplesmente na radicalidade e o legalismo da lei que não expressa o contexto humano que envolve uma ação. A lei se sobrepõe ao homem que tem vida plena; vida repleta de sentimentos múltiplos. Para os senhores de toga isso não tem importância, o que tem importância são simplesmente as letras geladas e o mais dramático é quando há um julgamento onde fica óbvia a parcialidade. A justiça deixa de ser neutra, sega, mas abre um olho para aqueles que tenham mais poderes aquisitivos e influencias gerais. Há casos em que a justiça jaza um olho permanente cego para não ver o direito, a retidão de quem é pobre, mas não tem poder, nem influências diante dos deuses mortais de toga.

Os togados ou deuses abusam dos seus poderes frente aos pobres.

A balança da justiça é injusta. 
É neste momento que os deuses mortais de toga infringem a justiça. Eles abusam do poder que lhe são concedidos para fazer justiça, mas não fazem e simplesmente executam tremendas e gigantescas injustiças. Decidem causas fora dos seus padrões de conhecimentos, geralmente fundamentadas em laudos questionáveis e argumentos cabíveis de serem refutáveis por qual quer advogado.  Tão insofismável é a injustiça que alguns deuses mortais togados comentem que o universo mergulha na escuridão e se emudecem em dor, brotando lágrimas amargas e silenciosas. Esta dor e lágrimas passam despercebidas pelas outras pessoas e principalmente por aqueles que cometeram a injustiça.
A deusa da justiça, certamente permanecerá envergonhada pelas horríveis injustiças que os deuses togados mortais determinam a alguém (réu) mal-intencionado como se realmente estivessem aplicando uma sentença justa. Quando na verdade estão tão cegos através de influências externas, que imaginam mesmo estarem certos. Ainda que pratiquem as piores das injustiças dentro da literatura jurídica.

Um dia a justiça de Deus  julgará os togados mortais.

Portanto, deuses e semideuses mortais togados, haverá, uma ocasião que todos eles serão julgados também, através da justiça do   DEUS Eterno, vivo e justo. Ele é a justiça em plenitude infalível de quaisquer erros. Ele jugará estes homens togados, que se acham deuses, mas são mortais iguais a todos que eles julgam, os erros dos outros não togados. Ou um direito justo com sua justiça capenga, parcial, vendida, e fundamentada nas leis do direito que regem uma justiça, ser séria justa e imparcial, porém na prática está muitíssimo longe de aplicarem em plenitude. Uma justa justiça para quaisquer causas dos homens errantes, ou daqueles que buscam seus direitos. Todavia, na maioria das vezes a justiça dos toga são injustiçados, respeitados, defendidos, reparados e cumpridos.

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