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A história do cinema no Brasil está nas cinzas.

O prejuízo é inumerável para a sétima arte brasileira. Fogo na cinemateca Brasileira/Créditos/Rede Brasil Atual.   Este infeliz episódio do incêndio sobre o galpão da Cinemateca Brasileira, que está localizado, na zona oeste da Capital paulista, São Paulo, nesta última quinta-feira dia 29 de julho de 2021, apagou em definitivo, parte da história do cinema do país. Este dia será marcado como a destruição através do fogo do maior acervo cinematográfico do cinema do Brasil. Mais uma vez a sétima arte do país sofre o pior golpe em seus anos de existência. O que foi queimado ficará sem volta desta coleção de 250 mil rolos de filmes, documentos históricos, e outros que se transformaram em cinzas e certamente pouca coisa deve ter sido salva. No entanto, os poucos que foram salvos, certamente devem ter sido danificados, a sua qualidade, porque foram atingidos, com a temperatura do fogo e a água sobre os rolos. Materiais sensíveis que dificilmente serão recuperados. Foram 100 anos de histór

Hoje o mar está revolto.

Até o mar se revolta menos a nação brasileira.


Até o Oceano Atlântico se revolta,menos os brasileiros.

Até o mar se revolta!
Menos o povo pacato, cansado, cabisbaixo,
 sem esperança, desunido e sem norte.
Agora, é uma nova página da história a ser reescrita,
 para a vida ter mais vida.
Mas por que de tanta revolta do mar?
Em repúdio a tudo que o incomoda.
As injustiças da justiça.
a passividade do povo.
A fome, a miséria da nação.
 Falta de em emprego, moradia e contra a inflação.
Seu barulho não é normal.
As ondas também são gigantescas. 
Superiores a tirania dos togados.

O mar quer falar algo.
A sua linguagem é uma incógnita, 
mas nem precisa de linguística; tudo sugere a aflição.
Cabe a todos seguirem seu apelo!
Agravo de quê e por quê?
A nação sair do comodismo.
Da paz, sem paz verdadeira.
Da tal zona de conforto.
Deixar de fazer revolução virtual.
Da pachorra incomum.
Da conformidade patológica.
Aprenderam a se manifestar via online.
Uma cilada sem volta!

Aqui tudo acontece, contra essa nação briosa.
Mas no auge das injustiças, quase todos
 aceitam tudo como normal e natural.
Não há revolta popular.
Então, existe revolta no mar.

Ele está lá a agitar, não tem hora para terminar.
Até que, quem sabe alguém o ouça! O
Entenda; interprete seu clamor!
Clamor por justiça, onde a justiça não há!
O que existe é uma justiça injusta, que faz o mar a gritar.

Apenas quem não grita é o povo anestesiado. 
No máximo só faz murmurar.
Talvez pela conformidade.
Somente sabem concordar.
Talvez pelo cansaço ou medo de lutar.
Aqui se rasga tudo!
Constituição, direitos, pactos internacionais.
Diante de tudo isso, há paz de campo-santo; 
num país tão aguerrido.
Onde está o povo valente, 
das grandes manifestações populares?
Emudeceram as vozes, 
que punham medo aos poderes. 

Hoje resta um estranho silêncio, 
mas todos precisa se a acordarem.
Enquanto esses gritos de esperança não chegam, 
alguém precisa se rebelar.  
Não resta alternativa, o mar ser o primeiro a se revoltar.


Ondas do mar.


Comentários

  1. Excelente poema .Este poema é um retrato do que estamos sentindo no coração e no bolso!

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  2. Verdade! Esse poema redigir sob o som do Oceano Atlântico que banha o nosso país. Como habito há 750 metros da praia, agora se transformou meu inspirador. Estes dias está revolto mesmo, em razão do mau tempo, parece sim, que é o único revoltado com toda a conjuntura politica nacional. Enquanto isso, a população em sim dorme em "berço esplêndido" a pachorra se apoderou do nosso povo. Os poderosos fazem o que querem e simplesmente ninguém se revolta a não ser o mar. Certamente o mar está dizendo, acorda meu povo, vamos reagir... estou clamando por reação, mas todos estão adormecidos... até quando?

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