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Os bozonaristas terroristas e golpistas atacaram a democracia.

  Os atos terroristas de Brasília foram inspirados no Capitólio americano. Os terroristas golpistas invade o Congresso Nacional/créditos: Revista Veja.     A perigosa e desastrosa invasão na Praça dos Três Poderes no DF, Brasília, em 8/01/2023 foi nos mesmos "modus operandi" do Capitólio americano nos Estados Unidos. Lamentavelmente lá houve perdas humanas. No Brasil, porém, felizmente ocorreram perdas materiais nas sedes dos Três Poderes da República Federativa do Brasil. Contudo, os terroristas e golpistas brasileiros foram ousados, porque já estavam com o roteiro cinematográfico pronto, era apenas seguir as ordens do diretor que estava no exterior em viagem muito suspeita, isso porque ele era o responsável para manter a segurança do Distrito Federal. Contudo, o roteirista do filme golpista tipo amador, já havia escrito pessimamente e no guião (do inglês: “script”), era aplicar o Golpe de Estado e desta vez seria no mais estilo vil, o militar, entretanto e felizme

As eleições de voto de papel eram tediosas.

Nas eleições os votos de papéis, eram um pesadelo para todos os cidadãos.
 

A imagem nas cores do Brasil está inscrito Voto e simboliza o de papel.
Voto.


Todos nós os jovens a mais tempo acompanharam as eleições no Brasil desde que iniciaram os seus primeiros votos há muitos anos, entretanto, nunca viu um candidato sequer derrotado, e seus seguidores terem a ousadia de contestar os resultados das urnas. Contudo, ainda que as eleições fossem tudo realizado manualmente.

Aqueles horrorosos votos de papéis, eram guardados, em urnas de lonas, eram fechadas e em seguidas escoltadas até os locais de apuração. Elas seriam fáceis de serem fraudadas em razão de vários motivos, seja antes da e durante a votação e nas contagens dos votos. Contudo, sempre se respeitou, os resultados de todos os pleitos eleitorais no país.

Sempre se respeitou o resultado da maioria absoluta da população que foram confirmadas pelos órgãos responsáveis para organizar todo o processo eleitoral no país. O vitorioso somente iria fazer a festa no momento que o juiz eleitoral confirmava o fim da apuração em 100% e proclamava o vencedor das eleições daquele ano.

 

Antigamente as informações chegavam em atraso.

 

Naquela época, muitos não tinham televisão de qualidade, quando a tinha era em preto e branco, e, depois vieram as com cores, mas o sinal era péssimo e muito menos “internet”. Como cidadão e jovem de outrora os nossos meios de informação eram os jornais impressos que chegavam geralmente atrasados! Não obstante, se alguém estivesse com pressa pagava um mensageiro ir distante para mandar buscar os com dois dias de atraso! Havia eleições que levariam semanas para se ter o resultado do pleito. Assim como tantos outros, éramos convocados pelo cartório eleitoral da cidade para escrutínios dos votos durante muitos anos.

Nestes dias de trabalhos cansativos presenciamos cenas de violências entre os fiscais dos partidos, essas situações não condizem com a festa da democracia. Muitos eram presos porque cometiam agressões físicas entre eles. O juiz eleitoral das comarcas próximas9 mandava prender e estes não voltavam mais. Somente no final da contagem dos votos eram liberados para responder em processos dos crimes cometidos.

Durante estes dias a polícia da cidade protegia os contadores de votos, eles tinham muito trabalhos com os fiscais de partidos brigões.

O rádio acelerou a informação, ainda com péssima qualidade.

 

Após um tempo vieram as famosas rádios nas frequências: (inglês) sigla (AM) Amplitude Modulation, ou no Português: Amplitude Modulada. Muitas vezes não dava para ouvir os locutores lerem as notícias em razão de muitas chiadeiras. Muitos radialistas cercavam as mesas de apuração para fazer as transmissões ao vivo e lembro perfeitamente que a primeira frase dita, atenção aos ouvintes da Rádio X AM, que opera na sua frequência de 520 kHz a 1710 kHz. Passa a partir de instantes a transmitir direto da cidade tal, o boletim parcial, da marcha das apurações das eleições.

Quem tinha seu rádio em casa trazia e ficava ligado nas Rádios do centro do país como Rio de Janeiro e São Paulo e ficava atualizado sempre quem estava ganhando ou perdendo! Havia muitos desencontros de informações porque até as emissoras pequenas passavam por dificuldades para repassar as notícias para grandes estações de rádios, do país e no fim havia muitíssimas divergências de referências devido à precariedade do momento.

 

As confusões de informações na época das ondas do rádio eram permanentes.
 

O mais engraçado em tudo isso, era que existiam as grandes oscilações de quem estava na frente ou atrás. A rádio da cidade (Y) anunciava o resultado local, entretanto, uma hora depois, outras rádios transmitiam para os ouvintes que o candidato X estava ganhando.

Depois de 3 a 4 horas, os candidatos e seus correligionários que já se sentiam vencedores, levavam grandes sustos, porque antes quem estava na frente, recebia a atualização da apuração das urnas em maior volume e já passava adiante.

Contudo, nesse vai e vem de estar na frente ou atrás levavam muito tempo, dias, semanas dependendo do tamanho da cidade e da modalidade da eleição.

Naquela época das urnas de lonas e voto de papel era uma tragédia grega esperar o resultado em definitivo da apuração e existiam momentos de vexames e cômicos entre os torcedores dos seus candidatos.

Aqueles votos tenebrosos de papéis eram guardados até a próxima eleição, em caso de contestação, algo que nunca testemunhei. Certamente, depois de um tempo determinado, o juiz eleitoral; mandava incinerar os montes de lixos inúteis de votos de papel porque não haveria mais utilidade.

 

Os escrutinadores contaram muitos votos durante a suas existências e eram dias tediosos.

 



Todos os escrutinadores presenciaram muitos fatos tediosos na época, era tudo infernal. Todos os votos de uma seção eleitoral, eram escrutinados voto a voto, se errava muito e se recontava tudo outras vezes, nem calculadoras existiam para todos e tudo eram calculados na ponta do lápis.

No entanto, na prática, era as trevas, eram tantas brigas entre os fiscais dos partidos e candidatos ao cargo de vereadores e prefeito, quando a eleição era municipal, ao nível de estado e país, as discussões se expandiam.

Eles permaneciam junto às mesas apuradoras porque os cabos eleitorais, enchiam a paciência de todos os contadores dos votos. Certamente com o medo das fraudes eleitorais que eram constantes durante as votações manuais, a época do atraso. Hoje o Brasil tem as eleições mais seguras e com apurações mais rápidas do mundo. Havia muitas brigas nas mesas das apurações era horrível aquela situação, um grande desrespeito com a democracia e todos os cidadãos. Ainda hoje nas pequenas cidades do país muitos tem muitas histórias cômicas das eleições de papéis para se relatar.

 

Naquela época a liturgia do reconhecimento da derrota era ato nobre.
 

Algo extremamente elegante que ocorria na época: o perdedor ao receber o resultado, saía correndo a casa ou até o local da festa do vencedor reconhecer a derrota e parabenizar por mais rivais políticos que eram.

Até se não fizesse essa liturgia eleitoral, a população ficava a saber principalmente nas pequenas cidades e na próxima eleição, se fosse concorrer não ganhava pela falta de educação, deselegância e respeito à democracia no pleito anterior. Quem ousasse desrespeitar os resultados das eleições era severamente punido pela justiça eleitoral da época!

A justiça eleitoral do Brasil tem uma história longa.
 

A história da justiça eleitoral vem desde 1930 e muitos fatos ocorreram até chegar ao atual Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tem uma brilhante atuação na evolução das eleições e principalmente tem sido um guardião da democracia do Brasil.

Hoje o país tem um sistema eleitoral seguro, transparente e veloz em todas as eleições desde 1996. O TSE é orgulho e modelo de uma tecnologia eleitoral e inovadora para o Brasil e o Mundo.

 

Sonhos para o futuro é maravilhoso.
 

A foto mostra apenas uma ideia ilustrativa de  como seria o título eleitoral  futurístico com chip.
A  ideia ilustrativa de  como seria o título eleitoral  futurístico com chip. 


Portanto, o tempo passou, a tecnologia avançou, ficaram as lembranças cômicas daquele período da escuridão e do medo das fraudes eleitorais. Quem foi escrutinador na época lembrará de muitos fatos ruins e alguns engraçados, entretanto, o que mais ficaram marcados foram as discussões sem fim entre os fiscais dos partidos para anular ou não, um voto, ou a urna inteira. 

Havia situações de impasses e quem tomava a decisão final, naquelas circunstâncias nebulosas, nas quais todos que estavam se achavam os certos, mas, não! No fim quem resolvia de fato era o juiz eleitoral. 

Entretanto, ali todos os presentes em conflitos, não se chegava a uma solução, o juiz eleitoral era chamado que terminava aquela balbúrdia durante a apuração e ponto final para os dois lados em exaustivos bate-bocas sem fim.

Refletir no ontem e o no que virá para o futuro eleitoral.

 

Hoje volto a pensar naquela época e vejo que vivíamos realmente nos tempos das cavernas eleitoral e a partir de 1996 começaram a brilhar os primeiros raios de luzes para a eleição totalmente digital.

Todavia, foram muitos passos nesta caminhada para se chegar ao patamar de segurança e velocidade atual. Entretanto, ainda falta a justiça eleitoral dar o último passo seguro para a modernização total do voto eletrônico seria criar o título digital com toda a engenharia do TSE para que o cidadão vote de casa mesmo sem ir mais aos locais de votações.

Portanto, como é sonho e certamente não irá demorar muito porque o avanço tecnológico dessa área caminha de maneira célere. Entretanto, com certeza, num futuro não muito longínquo se votará a partir do aplicativo, aí seria a eleição totalmente online, não é delírio é sonho e poderá sim se transformar em realidade.

Contudo, quem imaginaria que antes de 1996 as urnas de couro, lona e voto de papel pudessem ser substituídos pelas eletrônicas de hoje? Assim poderá vir a próxima onda a da eliminação da urna eletrônica que se tem agora e se realizar tudo a partir do aplicativo e de casa como são feitas as operações bancárias atualmente.

Todavia para deixar as eleições 100% online futuramente os eleitores poderão ter o seu título eleitoral com chip para as próximas eleições quiçá, a partir de 2030 ou quem sabe até menos tempo, a tecnologia digital do Brasil deverá sim, avançar de tal maneira que poderá a vir a beneficiar todo o processo eleitoral do país para melhor e terminará com muitas polêmicas inúteis de hoje sobre o voto eletrônico.

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