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A felicidade é efêmera no materialismo.

A ostentação transforma o homem carente de valores éticos e morais. O homem moderno é rico, vive na ostentação promovida com o materialismo, mas é pobre em valores éticos e morais e nunca o dinheiro poderá comprar. Nesta correria diária e frenética da vida moderna para buscar a sobrevivência, é imprescindível e interessante fazer algumas vezes momentos de paradas e iniciar uma reflexão para perceber o quanto o homem faz opção, mais pelo ter do que do ser. Atualmente existe uma pretensão fortíssima para a opulência materialista, que traz e promove uma espécie de felicidade efêmera. Consequentemente nascem necessidades insaciáveis para adquirir mais e mais coisas instigadas pelo consumismo sem limites. Fundamental também verificar que ao mesmo tempo o homem moderno é extremamente carente quanto aos valores morais e éticos, os subjetivos, são duradouros como paz, amor, felicidade, saúde e segurança, coisas que de modo nenhum; o dinheiro comprará.

Ato dos indignados

mulher chutando o balde


Mais uma vez os professos do RS estão indignados com o desmonte da escola pública estadual. Para demonstrar essa insatisfação com a situação em que se encontra o ensino na rede pública os professores permanecerão em protesto em frente à sede da categoria, no próximo dia 29 de junho a partir das 13 horas. Esse ato tem como objetivo denunciar para a sociedade gaúcha o processo de destruição que o sistema educacional vem sofrendo com todos os governos que já passaram por este Estado. Sendo que agora, a atual administração está perspicazmente acelerando este projeto de deterioração com o aval legislativo gaúcho. Aprovando os pacotes do governo com maior rapidez sem precedência da história deste poder. Os pacotes aprovados a toque de caixa, são perversas a categoria e a educação como um todo. Além do mais o próprio governo cria mecanismos que são completamente prejudiciais a valorização dos educadores deste estado da federação do Brasil.Neste ato os professores vão denunciar temos a seguinte situação:
Um governo que não cumpre com a lei do piso nacional do magistério, já é 546 dias sem cumprir com esta conquista da categoria. Aumenta a alíquota da contribuição para o sistema previdenciário, defasando os míseros salários do funcionalismo. Tem os famosos precatórios julgados, procedente pelo poder judiciário estadual, e não são pagos. Sempre se encontra meios para protelação do pagamento dos mesmos. E com essa política de vencer os donos dos precatórios pelo cansaço vem dando certo. O governo cada vez mais ganho tempo. Quem está esperando receber um precatório, diminui o tempo de vida, e perde a esperança de um dia, em vida receber. Há uma fila preferencial, criada pelo ato Nº 013/2012-p, 07 de maio de 2012(fonte: D.J.R.S.).  Tem a finalidade selecionar e dar preferência aqueles que têm mais tempo de vida útil receber por ultimo. Mas quem tem 60 anos ou está com doença grave quase com o pé na sepultura, terem a oportunidade de serem os primeiros a receber. O mais triste é saber que talvez esses funcionários doentes e com idades já avançadas e convalescentes, não vejam a cor do dinheiro. Tudo isto, devido à morosidade do judiciário em criar, mecanismos burocráticos em relação aos processos dos precatórios que inviabilizam a todos não auferir os valores que tem direito. E podendo os donos a qualquer momento vir a falecer. Um dia talvez, os filhos: netos ou bisnetos tenham mais possibilidade de usufruir do pagamento de um precatório, não o seu legitimo dono. E assim, os professores gaúchos vivem de sonhos, para acalentar as decepções de cada mês. Em casos mais graves para não passar fome são obrigados a fazer o que não são habilitados, mas as necessidades os obrigam a fazer. Para sobreviverem são obrigados a fazer bicos. Professores que fizeram concurso público para o magistério, muitos com excelente preparação.  Ninguém até agora soube dar uma explicação convincente, para uma grande massa de candidatos não aprovados, deixando num vexame para quem estava preparado e não foi aprovado. No entanto continua agonizando a educação do RS.  As escolas em estado precário não têm a mínima possibilidade para se desenvolver uma educação de qualidade.
Portanto, por essas e tantas situações que estão ocorrendo na educação do Estado do RS, é que os educadores estão indignados e vão com toda coragem fazerem seu ato de protesto para mostrar para o país e o mundo como vivem os educadores e as condições trabalho. O slogan do ato é bem sugestivo, “indignado chute o balde” (fonte: Cpers/Sindicato). Quem não está indignado hoje como funcionário público no RS. No entanto, vamos chutar a balde dia 29 e exigir melhorias na educação do Estado. Vamos ao ato todos os trabalhadores em educação

 


                                                                                                                                                                         

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