Efeitos da privatização brasileira





COMEÇAM APARECER OS EFEITOS DAS PRIVATIZAÇÕES DO BRASIL


As empresas que se instalaram no Brasil através das privatizações prometendo uma administração de excelência dos principais setores que prestam serviços públicos de todas as áreas essenciais à população estão deixando muito a desejar e serem honestas ao povo brasileiro.
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As empresas que se instalaram no Brasil através das privatizações prometendo uma administração de excelência dos principais setores que prestam serviços públicos de todas as áreas essenciais à população estão deixando muito a desejar e serem honestas ao povo brasileiro.  Infelizmente deveriam ser condecoradas pelos consumidores, opinião pública e ONGs, fiscalizadoras das empresas que prestam serviços públicos a população a receber um grande troféu de incompetência. Homenageando-as por sua incapacidade administrativa. Esses grupos estão focados no lucro máximo, investindo o mínimo em modernização e nas revitalizações das empresas compradas do governo Federal. Todas multinacionais que compraram as nossas empresas públicas prometendo excelentes serviços, no entanto o que nos ofertam são produtos e serviços a preços exorbitantes e de péssima qualidade. Além disso, percebemos durante estes ano de privatização as danosas consequências para todos os cidadãos temos: abandono, deterioração do patrimônio, metas não cumpridas, exploração nas tarifas, lucros abusivos e péssimo atendimento ao publico quando procuram resolverem problemas.

Assim, reflete obviamente, um resultado da má vontade e irresponsabilidade de quem assumiu um ótimo negócio rentável. Porém sem investimentos modernos proporcionais ao tamanho das empresas. Assinaram um contrato ostentando uma grande responsabilidade de oferecer serviços essenciais de utilidade pública de qualidade, mas não os fizeram ao longo desses anos. Os donos destas empresas e grupos só pensaram simplesmente na lucratividade sem limites.

Contudo, promovem uma má gerencia prejudicando milhões de usuários que ficam sem proteção das empresas reguladoras do governo, que tem o dever de acompanharem rigorosamente as atividades dessas empresas que detém o controle na prestação de bons serviços públicos aos consumidores. E raras vezes aplicam uma ínfima multa ou advertência quando a situação chega ao clamor dos cidadãos e exigem providencias. Prometem providencias, mas logo em seguida, num verdadeiro “faz de conta” que resolveram os problemas. Estas empresas descumprem os acordos descaradamente e os consumidores permanecem à mercê da boa vontade que não existem destas multinacionais.

Aparecendo no topo da lista das empresas prestadoras de serviços de interesses públicos, surgem às empresas de telefonia, energia elétrica, saneamento básico que fazem um trabalho de insignificante qualidade incluindo as linhas telefônicas fixa móvel e todo o serviço de internet, de todas as modalidades. O PROCON DE SP divulgou que o setor de telecomunicação bateu um recorde de reclamações alcançando o índice de 16,5% das reclamações. Perdendo para o setor bancário e outros serviços.

Sem exceção todas as empresas prestadoras de serviços essenciais à população apresentam problemas, elas não estão apressadas para solucionar os seus erros que representam prejuízos para os consumidores, elas tem uma grande dificuldade de resolverem situações que se repetem constantemente e sempre procuram apresentar explicações ineficientes que não solucionam rapidamente as situações emergenciais dos consumidores. Muitos casos terminam nos tribunais para uma solução definitiva.

Nenhuma se preocupa em vender um serviço de qualidade ao consumidor. A grande meta é apenas vender, vender e vender sem parar sem ao menos terem a gentileza de verificarem as condições técnicas. Não tem a nobreza de se preocuparem, que qualidade de serviços está sendo vendida, mesmo a preços altíssimos a quem tanto precisa. Nenhuma empresa destas está preocupada com as consequências de uma venda sem qualidade e outras dores de cabeça para o consumidor brasileiro que adquire um serviço essencial desses vendidos por estas empresas inconsequentes. Nem poderiam elas estão embriagadas com a fascinação do lucro, não se preocupando com “os meios, mas os fins” pelos quais foram realizadas as vendas de um ou mais serviços essenciais aos consumidores.  

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