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O Muro da Mauá: Sentinela de Porto Alegre entre Memória e Futuro

  A majestade do Muro da Mauá protege Porto Alegre desde 1974. A Rodoviária de Porto Alegre, alagada pelo enchente do Guaíba, em 2024. O Muro da Mauá , majestosamente erguido entre o Cais Mauá e a Avenida Mauá, no coração de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, ostenta algo muito além de sua imponente estrutura de concreto. Sua história, entrelaçada com as águas revoltas do Rio Guaíba , iniciou-se na década de 1970 como resposta à devastadora enchente de 1941 . Hoje, este gigante de concreto se ergue como guardião da cidade, enfrentando os desafios climáticos e preservando a memória coletiva. Mais que proteção contra enchentes: um marco histórico e social Embora sua função primordial seja proteger a região central da cidade de inundações causadas pelo Guaíba, o Muro da Mauá assume um papel muito mais amplo: Desenvolvimento urbano: O sistema de diques e comportas associado ao muro possibilitou o desenvolvimento seguro de áreas adjacentes ao rio, impulsionando o crescimento da cidade. Valor

O peixe é pouco consumido, em razão dos altos preços.

A adição do peixe no cardápio alimentar é importante para a saúde das pessoas.


A foto mostra uma  carpa uma das espécies comuns de peixes de agua doce.
A carpa uma das espécies comuns de peixes de agua doce.  


Há uma contradição inaceitável em relação ao baixo consumo de pescados no Brasil. O país é banhado pelo Oceano Atlântico, rico em peixes. Contudo, poucas pessoas não podem comer em razão dos altos preços.


O peixe não importa, a espécie deveria fazer parte do cardápio continuamente na alimentação dos brasileiros durante os 365 dias do ano. No entanto, não simplesmente durante a sexta-feira santa de cada ano. Através de sua grande riqueza em nutrientes e sais minerais saudáveis para a saúde de todos. Além de contribuir no balanceamento de uma dieta alimentar correta.

O peixe deveria ser indispensável na alimentação das pessoas de todas as faixas etárias. Ele, somente não é possível ser incluído no cardápio, ao menos uma vez durante a semana; porque é muito caro no Brasil.


Apenas os ricos conseguem comer peixe em suas refeições.


É uma contradição nacional o litoral do país é banhado através do oceano atlântico, além dos rios, lagos e os açudes especializados na criação de peixes. Contudo, assim, transformam o país riquíssimo na produção de pescados, mas de baixo consumo entre a população mais carentes, em função dos preços exorbitantes.

Somente aqueles que dispõem de um certo poder aquisitivo elevado, têm o privilégio de comer e saborear peixes continuamente. O restante do povo substitui com outros alimentos pobres em vitaminas e sais minerais.


O consumo de pescados está abaixo do recomendado pela OMS.


Para se ter uma ideia, existe uma média de consumo de pescados, apenas 10,6 Kg, por cabeça durante o ano, ou seja, abaixo do recomendado pela OMS que seria no mínimo 12 quilos de peixes para cada pessoa ao ano. Ainda é muito pouco consumido pelo seu alto valor nutritivo. Isto significa que poucas pessoas ingerem este alimento precioso para a saúde em seus pratos no país.

A recomendação dos médicos e nutricionistas é que se adotem no mínimo duas vezes por semana na alimentação das pessoas, para ingerirem peixes nas principais refeições.

O que se percebe é que esta quantidade não é incluída nas refeições do nosso povo! Isto porque o peixe em nosso país é muito caro. As pessoas desistem de criar hábito de adicionar na comida, maiores quantidades de peixes e pescados, em geral, em função deste e de outros motivos.

Conheça os motivos do baixo consumo de peixes no país.


Primeiro o peixe em nosso país é muito caro, pois, se incide uma pesada carga de impostos, mais a ganância dos atravessadores no fim tudo se transforma num preço insuportável e fica de fora da alimentação.

A costa marítima banhada pelo oceano Atlântico, tem uma rica variedade de peixes, mas o atravessador detém o controle absoluto na comercialização dos pescados. O peixe para chegar à mesa do povo percorre (exagero) um caminho que daria para ir e voltar à lua tranquilamente. Consequentemente, para chegar ao prato do consumidor está valendo a preço de ouro. Então a maioria do nosso povo procura outras formas de alimentação a preços baixos que caibam no orçamento doméstico, mas são pobres em nutrientes em relação ao peixe.


Em segundo, não há uma política pública séria do governo para eliminar a presença do atravessador, e que pudesse promover a comercialização direta entre pescador e consumidor. Assim, aumentaria mais a quantidade de peixes facilitando a concorrência. Entretanto, com isso, se barateou o preço do peixe no Brasil.

Os atravessadores enriquecem estrategicamente e consequentemente empobrece os pescadores e a alimentação de todos os brasileiros.

Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) o consumo por cabeça aumentou de 9 kg/ano para 10,6 kg/ano nos últimos 8 anos. Ainda é muito pouco para uma população de mais de 200 milhões de habitantes. Necessariamente deve haver uma atenção maior nesta área para a alimentação da população brasileira.


Em terceiro lugar, o governo deveria fazer uma campanha educativa para incentivar o consumo do peixe diariamente. Explicando os benefícios de comer peixes eles são ricos em nutrientes e sais minerais. Exemplo ferro, iodo, magnésio, cálcio, sódio, fósforo e etc, e em vitaminas A, E, D, B₂, B₃, B12 e ácido fólico, básicos para o bom funcionamento do corpo e da mente. Elaborar uma campanha ao nível nacional transparente para afirmar que a gordura insaturada é benéfica à saúde. Explicar a importância do ômega três para o bom funcionamento do cérebro e do coração. Como é um ácido graxo é também antioxidante, consumindo regularmente diminui os triglicerídeos que produz o colesterol bom evitando as doenças do coração, preservar a memória e regular o humor das pessoas e principalmente dos depressivos, etc.


É necessário comer peixes sempre é excelente para a saúde.


A foto mostra uma  carpa uma das espécies comuns de peixes de agua doce.
A  carpa uma das espécies comuns de peixes de agua doce.


Portanto, o ideal seria comer peixe sempre, todos os dias e não apenas em datas religiosas específicas. Como é no período da semana santa em função da tradição católica, onde não se pode comer carne vermelha, mas somente peixes. Todavia, para cumprir com as obrigações religiosas, a maioria dos católicos come peixe especificamente na sexta-feira santa. Depois deste dia a população esquece o peixe e volta a comer as carnes vermelhas e em grandes quantidades. Todavia, são mais da maioria (80%) do povo, somente volta a comer peixe na próxima sexta-feira santa do seguinte ano.


Esta cultura ou mentalidade poderia ser mudada se de fato houvesse interesse do governo em investir na alimentação do povo e possibilitar a colocar um alimento rico em nutrientes e sais minerais na mesa dos consumidores a preços acessíveis. Exemplo como nas tradicionais feiras do peixe que geralmente duram uma semana de atividades e as pessoas compram alguns quilos de peixes com preços mais baratos, porém, depois do fim da feira o preço do pescado volta às alturas.


Faltam políticas públicas, para fazer baixar o preço do peixe para os consumidores.


Enquanto não existir essa vontade política para baratear o preço do peixe, o povo somente comerá em razão dos princípios religiosos uma vez a cada ano e depois continua se alimentando de uma comida pobre que levará a obesidade da população que já é ajustada no país. Nesta época do ano várias cidades e capitais fazem as tradicionais feiras de peixes para atender principalmente às exigências dos católicos em somente comerem frutos-do-mar neste dia. Seria muito bom se este hábito fosse permanente durante o ano inteiro. A sua saúde do corpo e mente agradecem. Então, se esforcem para comer peixe ao menos duas vezes por semana. Em vez de somente comerem carnes vermelhas e embutidos que são prejudiciais ao seu bem-estar. $$

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