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O abc da mãe e suas qualidades.

As mães e suas qualidades no seu abc. As mães quantas qualidades elas possuem, desenvolvem e as colocam em prática, diariamente, vinte e quatro horas; durante uma vida inteira em prol dos seus filhos. Entretanto, dificilmente os filhos percebem e reconhece está árdua luta das mães e são gratos a elas.  Observem neste singelo texto, quanto as progenitoras fazem para seus filhos.
Estes dons surgem desde quando ela engravida pela primeira vez dão à luz seus filhos (as). Elas no cotidiano colocam em prática através de sua consciência maternal todas suas qualidades de mães para a proteção, provisão e educação dos filhos. O mais estranho e ingrato é que poucos filhos reconhecem a importância da sua mãe enquanto estão juntos. Muitos somente irão reconhecer e se lamentarem a sua real importância quando elas morrem.

Você já rotulou alguém de burro?

É uma atitude preconceituosa para ferir o sentimento de outrem e ruim para o convívio social. Quando alguém utiliza este vocábulo burro para qualificar outrem, somente vem comprovar como muitas pessoas tem uma mentalidade maldosa, preconceituosa e intolerante em relação aos seus semelhantes. É inaceitável como é usado no Brasil o termo “burro” entre as pessoas. Muitos usam de maneira intencional para ofender covardemente os seus semelhantes.  Alguns humanos a utilizam de maneira maldosa, preconceituosa e ofensiva. Isso vem ocorrendo desde o início da colonização até os dias atuais.

Candeeiro ou lamparina antiga, mas muito usado no Brasil.

O candeeiro fez parte da vida do povo nos tempos remotos e na atualidade. Candeeiro é a lamparina, artefato antiquíssimo composta sobre duas partes simples. A sua base é feita de lata comum. Um desenho simplório num formato de uma pirâmide. No topo desta pirâmide usa-se pavio de fabricado de algodão. Ele é umedecido com querosene, que é colocado na parte de baixo, como podemos observar tem uma forma redonda, mas como base piramidal.
Este utensílio domestica há muitos anos foram usados no país inteiro até chegar às primeiras transmissões de energia elétrica nas capitais e aos poucos foram se disseminado para o restante do país. 

A lenda do espeto defumado.

O Brasil é rico em lendas e mitos que enriquece o imaginário popular.

Uma tipica churrasqueira gaucha repleta de carne ao fogo para o churasco.
Tanto o Brasil quanto o Estado Gaúcho são ricos em lendas populares, além das lendas, o Rio Grande do Sul possui os maravilhosos contos gauchescos do escritor João Simões Lopes Neto. Todos eles são extraordinários e enriquecem o imaginário popular dos gaúchos.
A lenda do espeto defumado é antiquíssimo, mas   até a pouco tempo permaneceu desconhecida dos rio-grandenses; ela apareceu átona com o advento da internet. A partir do momento quando as pessoas começaram a se comunicar virtualmente e nas trocas dos e-mails umas com as outras. Essa lenda foi interceptada através da espionagem americana.


Recentemente estava em uma rodada de chimarrão, e entre as conversas surgiram às lendas que fascinam a mente do nosso povo brasileiro.  Durante essa célebre conversa alguém relatou um causo (estória) que chegou à descoberta dessa lenda, uma relíquia contada através de um índio descendente da tribo guarani. Tudo ocorreu   num desses acampamentos tradicionais da semana Farroupilha em Porto Alegre. 

Ele guardava esse segredo familiar a mais de quatrocentos anos, envolvendo a culinária rio-grandense o churrasco. A lenda do espeto defumado.  Essa lenda é antiquíssimo e desconhecida de todos os gaúchos, mas revelada recentemente.

O mistério e revelação da lenda do espeto defumado.

Assim reza a lenda quando alguém faz aquele churrasco em casa ou entre os amigos, não se deve levar todos os espetos cheios de carne ao fogo para ser assados. A lenda recomenda separar um dos espetos de maneira disfarçada, para ser defumado, após a saída dos convidados. Essa carne defumada somente, deve ser consumida aos poucos durante a semana; entre a família para atrair um novo churrasco.  É como uma espécie de amuleto. O dono da casa precisa separar o espeto perto da churrasqueira, mas disfarçadamente. Guardar fugazmente que ninguém a note para ser defumado, depois na churrasqueira. Sempre na esperança de sobrar dinheiro para comprar um novo churrasco.  Segundo o remanescente indígena, se fizer este ritual nunca faltará churrasco no fim de semana, e nas demais ocasiões especiais; durante o ano inteiro.

Em razão disso, que após saborear o suculento churrasco, sempre se deve deixar aquele espeto como talismã para proceder a defumação. Ele servirá como espécie de recurso misterioso, para uma próxima churrascada. Este mistério desta fábula permaneceu em sigilo durante mais de quatro séculos.
Somente agora foi revelada através do uso da internet nas tribos indígenas, no entanto, se é verdade ou não ninguém sabe, somente estou expondo o que ouvi e nem lembro mais o nome do contador de causos.   Essa lenda do espeto defumado, remota aos tempos da catequização, jesuíta aos índios Guaranis; no Rio Grande do Sul.
O chefe dos padres jesuítas sempre deixava um espeto sem levar ao fogo a cada churrasco que faziam entre os índios. Essa lenda surgiu lá por volta do ano de 1549. Foi nesse período quando os padres jesuítas colocaram os pés no chão gaúcho.

A curiosidade o índio fez descobrir o segredo, da leda do espeto defumado.

Ruínas de São Miguel das Missões no Rio Grande do Sul.
Havia um índio curioso e sempre ficava observando esta atitude do chefe dos padres jesuítas, mas nunca tinha coragem de perguntar o porquê de não levar todos os espetos ao fogo. Os índios assadores sempre recebiam a recomendação, para que deixasse um espeto sem assar a carne. Geralmente escolhessem de preferência aquele de pedaços grandes de carnes, cruas e defumassem depois na churrasqueira de chão. Os padres recolhiam para suas casas e os índios nunca sabiam por que e nem o que faziam com o misterioso espeto de carne já defumada.


Naquela época não havia churrasqueiras modernas. Geralmente tudo era organizado num buraco e enchiam de lenha e se fazia o fogo de chão para preparar o churrasco. Era comum entre os índios assar a carne no fogo de chão. E naquela época os espetos eram de varas ou de lascas de taquaras. Porém já havia alguns espetos especiais e rústicos, mas fabricados de ferro. Esses eram os recomendados a serem guardados sobre a churrasqueira ou no fogo de chão.
Este índio curioso permaneceu na espreita naquela atitude suspeita do chefe dos jesuítas. Então começou a escutar e prestar mais atenção nas conversas entre os padres após cada churrascada.
Em seguida começou se aproximar, mas era muito tímido, porém, ele foi fazendo amizade, mas tão-somente, balbuciava algumas palavras e frases até permanecer bem amigo dos padres. Depois de algum tempo já não tinha tanto medo, porém pouco perguntava só se contentava em ouvir, e de tanto ouvir este índio aprendeu muitos ensinamentos e descobriu muitos mistérios. A principal descoberta foi à lenda do espeto de carne defumada, cheia de mistério e de aprendizagem.
Num certo belo dia de sol de primavera, debaixo de uma gigante figueira (árvores típicas do sul do Brasil), os padres reuniram todos os índios guaranis para fazer uma grande celebração. Logo em seguida viria uma grande churrascada, para todas as reduções das missões. Após esta grande comilança a maioria foram sestear (no dialeto gaúcho=dormir após o almoço) em suas ocas.
Entretanto, o índio curioso como sempre permaneceu entre os padres e conversa vai e vem regada a um amargo chimarrão para ajudar na digestão.
O índio curioso que pouco falava, criou coragem e dirigiu-se ao padre chefe e disse posso perguntar algumas coisinhas!   O chefe respondeu pergunte meu filho!  Seu padre o senhor pode me explicar qual é o mistério de não poder levar todos os espetos ao fogo?   Sempre tem que deixar um para não ser assado, mas sempre ir para a defumação? sempre aquele que contém os melhores cortes de carnes? Sempre se repete em todas as vezes que se faz churrasco?   
A imagem mostra uma tradicional cuia onde se toma o chimarrão.
O padre observou o semblante do índio repleto de curiosidades e falou em serena voz! E disse posso responder sim meu filho! Mas antes me responda primeiro, simplesmente uma só pergunta, já faltou churrasco alguma vez aqui na redução? 
O índio assustado, voz embargada, respondeu não, não, não! Nuca seu padre, cada vez aumenta mais a quantidade de carne assada para todos os povos da nossa aldeia e de todas as outras. É sempre uma grande fartura de animais para churrasquear sempre quando sentimos vontade de comer uma boa carne assada ou festejar nossas lembranças.

A explicação da lenda do espeto defumado.

Kit de espetos para churrasco do fim de semana.
Pois é filho, está aí à explicação do porquê de nunca se poder levar ao fogo todos os espetos, um sempre tem deve permanecer sem assar a carne, mas levar para a defumação no mesmo fogo, agora, já brando até no ponto de comer. Sempre repetir isso para esperar o novo churrasco. Se assar todos nunca mais poderemos sentir o sabor da carne, esqueceremos e perderemos a vontade de fazer churrasco, não haverá mais animais e nem carne especial para assar e saciar nossa fome e manter a nossa tradição e as nossas lembranças.

O espeto a ser defumado carrega a lembrança dos animais que foram sacrificados para matar a fome e cultivar a tradição. O espeto defumado tem a missão de atrair os outros animais como os bovinos, os suínos, os caprinos, os ovinos e as aves para que cresçam sadios, e fiquem perto de nós e nunca fujam para longe nestes abençoados e verdes pampas. E assim, deixarem todos apenas na vontade de comer um pedacinho de carne assada na lenha.

O espeto defumado tem este poder misterioso de multiplicar, atrair e prender os animais vivos, perto de nós filho. Eles serão caças fáceis, para alimentar a todos os viventes carnívoros desse torrão gaúcho. Sempre durante o fim de semana, e em ocasiões especiais como nas grandes festas, poderemos celebrarmos os nossos rituais e selarmos as grandes amizades.

A transmissão da lenda as próximas gerações.

Agora vai em paz e repasse este ensinamento para seu povo em absoluto segredo. Imediatamente saiu em disparada da redução até a sua aldeia. O índio procurou urgentemente encontrar o seu povo, todo cheio de segredo e ansioso.

Nesta altura dos acontecimentos ele já havia sido nomeado com o título de cacique da sua honrada tribo guarani. O cacique havia voltado do churrasco muito pensativo! Chamou seus principais líderes auxiliares para ajudar a convocar uma assembleia extraordinária. 
Nessa assembleia contou o significado misterioso do espeto defumado. Todavia, pediu expressamente sigilo absoluto e que contasse somente para seu povo e não para os homens brancos. Esta lenda vem sendo ensinada de geração para geração entre os indígenas guaranis; os remanescentes das missões jesuítas.

O vazamento da lenda na internet

A imagem diz: e-mail.
Depois de muitos anos e com o uso da internet e principalmente através da espionagem americana, bisbilhotando os e-mails da humanidade; os índios também foram vítimas desta violação maldosa. Um cacique contemporâneo, moderno da tribo guarani fazendo uso dos dispositivos móveis da era digital, sendo este desavisado e fissurado nas redes sociais, interagindo com todos outros caciques do mundo, através das ferramentas dessa era da tecnologia da informação; foi fisgado pela espionagem americana sem saber.

Certo dia como todos os mortais caiu na tentação de enviar e-mails para um amigo de outra tribo, passando os últimos acontecimentos da aldeia.  E no instante que mandava um e-mail sigiloso que continha esta lenda do espeto defumado, para outro cacique de uma tribo do amazonas, os espiões americanos, interceptaram esta antiga lenda e veio a público. 

Agora todos os gaúchos começaram a tomar conhecimento desta antiga e desconhecida lenda. Ela atualmente vem sendo compartilhada em alta velocidade na internet em todo o rio grande do Sul e o mundo.

A crise econômica faz os gaúchos, usarem o poder dessa lenda de forma errada.

A imagem mostra uma típica churrasqueira gaúcha, mas sem usar.
Exatamente agora durante essa crise econômica do país, o churrasco é algo supérfluo. O preço da carne está alto, fora da realidade e do poder aquisitivo dos consumidores. Muitos gaúchos tem as churrasqueiras modernas em suas casas, como mero objeto de decoração. Para acende-las e assar um bom churrasco, está sendo muito difícil só indo nas casas dos parentes ou amigos para fazer um churrasco do quilo (cada visitante leva um quilo de carne para se juntar e fazer um grande churrasco), raramente em épocas de aniversário. 

Diante dessa crise econômica, a maioria dos gaúchos não conseguem deixar nem ser quer um espeto cheio de ossos com algumas lascas de carnes para ser defumado; não sobra nada. 
A maioria quando faz seu churrasquinho é um milagre. Estão torcendo para comprar uma carne, mais do que em domingo de Grenal (jogo do Grêmio x internacional), quando chegar o fim do mês; para sobrar alguns pilas (moedas) e poder comprar uns quilos de carnes para fazer um pequeno churrasco, nem que faça sujar ao menos dois ou mais espetos. Em época de inflação e carne onerosa está valendo até o mistério do espeto defumado.
Porém, estão fazendo tudo errado, em vez de guardarem um espeto   com carne para defumar. Todos fazem esse ritual com sebo, aí não veem nada de churrasco. Todavia, eles sabem causarem uma certa inveja aos vizinhos. A  fumaça que sai da chaminé da churrasqueira, é saborosa e faz provocar salivas aos vizinhos. 
O vizinho ao lado diz: esse cumpre com a tradição gaúcha de sermos carnívoros. Observem todos os fins de semana ele faz seu churrasco olhe só a fumaça, mas na realidade se chegar de surpresa na hora do almoço na casa do comedor de carne. Faz passar vexame porque está degustando um belo ovo frito!

Comentários

  1. Super interessante .
    Não conhecia .Mais um aprendizado e muito curioso
    Abraço
    marina-sieschi.blogspot.com

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    Respostas
    1. É simplesmente uma lenda não conhecida entre a população. Eu mesmo nunca li essa estória em livros das lendas e contos dos gaúchos. Até permaneci na dúvida se realmente é verdadeira ou não. Até penso que são os legítimos causos (estórias) que surgem durante as alegres e descontraídas conversas nas rodadas de chinarão. Avaliei interessante relatar no blog.

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