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A história do cinema no Brasil está nas cinzas.

O prejuízo é inumerável para a sétima arte brasileira. Fogo na cinemateca Brasileira/Créditos/Rede Brasil Atual.   Este infeliz episódio do incêndio sobre o galpão da Cinemateca Brasileira, que está localizado, na zona oeste da Capital paulista, São Paulo, nesta última quinta-feira dia 29 de julho de 2021, apagou em definitivo, parte da história do cinema do país. Este dia será marcado como a destruição através do fogo do maior acervo cinematográfico do cinema do Brasil. Mais uma vez a sétima arte do país sofre o pior golpe em seus anos de existência. O que foi queimado ficará sem volta desta coleção de 250 mil rolos de filmes, documentos históricos, e outros que se transformaram em cinzas e certamente pouca coisa deve ter sido salva. No entanto, os poucos que foram salvos, certamente devem ter sido danificados, a sua qualidade, porque foram atingidos, com a temperatura do fogo e a água sobre os rolos. Materiais sensíveis que dificilmente serão recuperados. Foram 100 anos de histór

A solidariedade no Natal enobrece o homem.

O auxílio só tem seu valor na prática durante todos os dias do ano.

A imagem ao lado esquerdo tem enfeites de Natal e com fundo vermelho e com caracteres em branco diz: A solidariedade natalina precisa ser permanente.
A solidariedade natalina precisa ser permanente.

A proteção natalina necessita ser uma ação permanente, para ajudar a quem precisa e certamente irá enobrecer ao ente humano. Geralmente é neste período do Natal, quando desperta na humanidade este sentimento nobre de compaixão que enobrece a todos. Porém precisaria ser uma ação contínua para ajudar todas as pessoas necessitadas; todos os dias do ano.

O gesto concreto de solidariedade que permanece adormecido durante o ano inteiro, mas no decorrer da ocasião natalina, se germinam essas emoções, e simultaneamente desperta nos corações de muitas pessoas o sentimento para ajudar aos necessitados do país, é muitíssimo importante para os necessitados. 

Atualmente são milhões de famílias passando fome e muitas outras necessidades básicas, em razão da crise econômica da pandemia da covid-19, onde obrigou milhares e milhares de pessoas   perderem seus empregos. Além de contar com as mortes dos seus entes queridos, amigos e conhecidos da vizinhança, das ruas próximas e do bairro residencial em geral.

Como seria maravilhoso se esta virtude não descontinuasse no fim do mês de dezembro, mas fosse enérgica o ano inteiro. Não esqueçam, no país há muita gente passando fome. Imagine se todos permanecem atentos continuamente sem pestanejar um segundo ajudaria muitas pessoas se alimentar ao menos uma vez ao dia de maneira humanizada, em vez de pedirem socorro aos lixões das cidades do Brasil.

Contudo, a cada segundo do dia que passa, simultaneamente a assistência (solidariedade) humana cai na hibernação do egoísmo e muitos morem de fome, frio, doenças, pandemias e catástrofes naturais no Brasil e no mundo.

Não progride defender a tese de que somos solidários ou fingir que habitamos em um mundo equitativo. Seria uma tremenda hipocrisia pensar desta forma. Habitamos em uma sociedade onde a barbárie do egoísmo predomina com todas as suas forças. É algo negativo na natureza humana.

O egoísmo está presente no DNA de todos os homens, sem exceção. Pense bem no tamanho da concentração de rendas no país da fome, só em 2020, a Revista Digital Forbes Brasil publicou a lista dos 238 bilionários brasileiros e o restante da população morrendo de fome, ainda trabalham como escravos, da era moderna, para sustentar a riqueza dessa gente egoísta. É um escândalo ou uma vergonha nacional, esse disparate na distribuição de rendas.

Pense Bem! Cada país tem suas clássicas divisões das classes sociais. De uma forma genérica o mundo é bem dividido da seguinte forma (não é uma divisão cientifica como faz a sociologia) miseráveis e bilionários. Existe a classe dominante e a classe dos dominados.  

Todos aqueles que possuem o poder econômico, através dos seus conglomerados financeiros, estes riscam do seu vocabulário a palavra solidariedade. Porém acrescenta os velhos vocábulos: egoísmo e lucro sem limites.

Estes, porém, pode consumir e consomem compulsivamente sem pensar que existe alguém lá fora, precisando comer, vestir, trabalhar, morar, estudar etc. Para estes o que realmente vale na vida, é o ter e não o ser.

São de praxes estes comportamentos gananciosos entre os humanos poderosos que pensam em dominar o mundo. Através dos seus conglomerados, holdings, oligopólios econômicos e financeiros. Além destes existem diversas outras subdivisões de classes que dispõem de menores poderes aquisitivos, mas dispõem dos poderes políticos dominantes.

Os políticos são parasitas que vivem das desgraças humanas.

Na sociedade, existe a classe política, estes são os legítimos parasitas, eles vivem roubando a população seja os ricos ou os pobres.  No entanto, por último existem, os excluídos e escravos da selvajaria do poder econômico excludente. Aqueles que vivem como os excluídos do poder consumista e político. Não obstante, sonham também em comprar, mas não podem e permanecem apenas no sonho; porque este nunca se realizará. Estes pobres são   aqueles que têm o único e grande sonho de consumo, o de possuir apenas o que comer e vestir.

Muitas destas pessoas passam o ano inteiro disputando nos grandes lixões das metrópoles mundiais as sobras dos alimentos com os animais, aves, insetos e roedores. Estas sobras que os consumidores avarentos jogaram nos lixos, de suas casas, mais as sobras dos restaurantes, são atualmente o único meio de sobrevivência; para milhares de brasileiros.

Estes restos de alimentos poderão servir de banquete aos marginalizados, para a ceia natalina. Não é mais alimentos saudáveis para a vida, mas é uma composição química, de migalhas das mesas fartas da sociedade rica, avarenta, consumista, egoísta e desumana.

No Natal brota o sentimento para ajudar em algumas pessoas, mas é fugaz.

Nessa época do ano algumas pessoas, talvez por remorso brotam o sentimento de solidariedade e doam o que tem em excesso, depois se esquecem dos outros dias do ano. É um sentimento fugaz que no fim, só tem como objetivo permanecer em paz com sua consciência nesta época do ano, mas infelizmente depois disso endurece o coração rapidamente e nem os parentes próximos que estão passando fome, elas ajudam, essa atitude se configura fingimento de pessoas boas. Evidentemente que não são todas que agem assim, são algumas, mas existem e geralmente são da classe dominante brasileira.

Algumas pessoas geralmente nessa época natalina, são sentimentais, e não se sabe como, mas penetram em suas consciências uma faísca de generosidade e dividem algo do que possuem em excesso. E assim, desperta a comiseração de solidariedade, comumente compartilham alguma coisa, para aqueles   que estão abaixo da linha da pobreza. Certamente é para aliviar a consciência, e distribuem o que não serve mais. Comumente se forem alimentos distribuem aqueles que estão quase perto do prazo da validade. É um desrespeito com a dor, de outrem!

É óbvio que nem todos fazem isso, mas realmente quando distribuem algo é bom, todavia nunca pensar em quaisquer espécies de retornos. Não condeno esta atitude magnífica. Quem sou eu para fazer isso, sou simplesmente humano e pecador igual a todos, repleto dos mesmos defeitos e talvez mais pecador e imperfeito do que todos. Perfeito mesmo, somente e unicamente o nosso   Deus Soberano.

Tão somente, clamo que esta atitude nobre nuca cesse. Através daquelas pessoas que se desvencilham de seus bens materiais para saciar a quem tem fome, aquecer a quem passa frio e ajudar a quem está sofrendo com problemas e circunstâncias múltiplas. Esta ação deve ser   constante durante os 365 dias do ano; são dias para ajudar a quem precisa. É um trabalho assistencial, anual e não só meramente, numa data do calendário do ano civil e religioso.

O importante é ajudar a quem necessita.

Assim sendo, não importa quem despertou do sono egoísta e acendeu em seu ser à luz da solidariedade, do compartilhamento, da compaixão, e vai ajudar de boa vontade a quem necessita de colaborações diariamente. Esta luta deveria ser contínua e não somente neste período natalino. Mas se tem condições, está sobrando, não irá fazer falta, repita está nobre ação todos os dias do ano.

Isto simplesmente enobrecerá cada vez mais o seu ser. Aos poucos começará a perceber que esta ação é tão elegante para a alma e o ajudará desvencilhar de muitas outras coisas que os prendem e os torna escravo do próprio ter e ter.

Essa permanente ação, abrirá com certeza várias janelas para o caminho da solidariedade, o fará feliz como ser humano carente de paz e felicidade. Principalmente para as muitas pessoas que choram por comida, roupas, brinquedos, remédios, moradia e não há quem os socorra.

Vamos parar de promover desperdícios e pensar em quem precisa pelo menos matar a fome de cada dia. Vamos chutar o egoísmo das nossas vidas e abrir portas para a solidariedade na equidade. Que esta meta possa ser realizada daqui para frente todos os dias dos anos da nossa vida. Um feliz natal repleto de muita paz, harmonia e solidariedade para todo o ano.

Comentários

  1. Bah Cícero, pensamos muito a respeito, mas quando vemos cenas como as do filme, percebemos o quão longe do ideal estamos. O pior é saber que estamos muito distantes de solucionar estes e muitos outros problemas sociais. E eu passo a me perguntar sinceramente o que EU posso fazer para contribuir na diminuição destas tão gritantes diferenças. Eu não gosto disso , mas como diz uma música, "nossa indignação é uma mosca sem assas e não passa da janela de nossas casas..." Deus te abençoe.
    http://mateusemiliomazzochi.blogspot.com.br/

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  2. Oi Cícero. Como vai?
    Espero e desejo que vá melhorando aos poucos.
    Quando vi seu nome no meu e-mail, de repente não soube de quem se tratava. Mas depois de ler o comentário recordei.
    Obrigada por ter respondido e desejo que esteja melhor.
    Sim. Li a sua história de vida, ou seja, o drama que lhe bateu à porta e pensei que só uma pessoa muito corajosa e com uma vontade de "ferro" faria o que o Cícero fez. E acho que fez muito bem.
    Calculo que o que lhe aconteceu tenha "mexido" muito com a parte física (isso nem se pergunta) mas também com a parte psíquica, mental e psicológica. Uma pessoa que goza de todas as suas capacidades mentais ver-se reduzida, de um momento para o outro, deixa qualquer um de rastos. Acredito que o mesmo lhe tenha acontecido a si. Porém, o Cícero não baixou os braços e foi à luta. E para ir à luta foi necessário UMA GRANDE FORÇA DE VONTADE que nem todos possuímos.
    Sim. A sua história, ou seja, o que lhe aconteceu comoveu-me muito. E ainda mais por ser (imagino) uma pessoa ainda muito jovem. É claro que todos os dias vemos pessoas que sofrem, que são massacradas, a viverem horrores. No entanto, quando "falamos" com pessoas que sofrem o que o Cícero está sofrendo, é algo que mortifica as pessoas de coração sensível, que é o meu caso. Porque eu consigo meter-me na "pele" daquela pessoa que sofre. Quando vejo ou oiço casos idênticos, acidentes, doenças eu só penso: "e se acontecesse com os meus filhos ou com aquelas pessoas que amo?" Não penso em mim mas naqueles que amo. Mas sei que há pessoas que não páram um segundo para pensarem que tal ou tal doença lhes pode bater à porta. E é por isso que o egoísmo e o egocentrismo grassam pelo mundo. E há coisas muito dolorosas.
    Como escrevi no comentário, já não sou jovem. Dentro de dias farei 60 anos. 31/12.
    No entanto gosto de andar a par do que sepassa à minha volta.
    Desejo que continue com o seu blog. Pelo menos vai escrevendo o que sabe e o que vê e isso não está ao alcance de todos. Vi os seus artigos, apenas, mas não li nenhum, porque aproxima-se uma fase muito envolvente com as Festas de Natal e Ano Novo. Mas logo que tudo esteja mais calmo e eu tenha tempo vou ler os seus artigos desde o início. Nem que leia apenas um por dia. E depois deixarei ou não um comentário. Mas prometo que não vai ser "ENORME" como este.
    Já fiz isso com o blog duma pessoa por quem tenho muita simpatia e que conheci através da blogosfera.
    Quanto ao meu blog, logo que termine uma história que comecei a escrever, vou desistir porque um blog requer muito tempo, muito trabalho, muita disponibilidade para gerir as redes sociais, as mensagens, os comentários, etc. a juntar à vida duma dona de casa que trabalha fora. Mas não é grave. Continuarei a visitar alguns blogs/sites quando o meu tempo o permitir.
    Quanto ao meu blog deixo o endereço:http://www.o-cantinhodasletras.blogspot.pt.
    As duas primeiras histórias são inéditas e as duas últimas (a última está quase a terminar) foram retiradas do livro que publiquei.
    Peço desculpa pelo grande comentário, desejo-lhe as melhoras, muita força e coragem e vá em frente com o seu blog uma vez que lhe dá tanto prazer. E estou certa de que o senhor tem muito para ensinar. Tal como ESTA GRANDE LIÇÃO DE VIDA.
    FESTAS FELIZES DE NATAL E ANO NOVO.
    UM GRANDE ABRAÇO.

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    Respostas
    1. Olá minha amiga!
      Estou muito feliz por ter postado um comentário e recebestes. E mais feliz por ter recebido notícias da minha amiga da blogosfera. Gostei muitíssimo do seu comentário. O mesmo serviu como energia para continuar lutando de acordo com minhas limitações físicas e neurológicas. Este mês passei por vários exames tediosos e uma sequela em um dedo da mão piorou está mais adormecido. Estou fazendo fisioterapia e tomando medicações indicadas pelo neurologista, poucas melhoras. Dificulta-me a digitar, mas mesmo assim, continuo com meu blog. É o meu grande amigo das horas difíceis. Estou triste porque está pensando em encerrar com o seu blog, penso que deverias continuar mesmo em um ritmo, lento de acordo com suas possibilidades. Desejo um feliz aniversário e muitos anos de vida e conectada na rede.Também desejo um FELIZ NATAL E UM ABENÇOADO ANO NOVO! abraços.

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