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Você já rotulou alguém de burro?

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A expressão burro comprava o preconceito entre as pessoas.  

Esta atitude é preconceituosa, machuca o sentimento de outrem, pare com isso.


Quando alguém utiliza este vocábulo burro para qualificar outrem, somente vem comprovar como muitas pessoas tem uma mentalidade maldosa, preconceituosa e intolerante em relação aos seus semelhantes. É inaceitável como é usado no Brasil o termo “burro” entre as pessoas. Muitos usam de maneira intencional para ofender covardemente os seus semelhantes.  Alguns humanos a utilizam de maneira maldosa, preconceituosa e ofensiva. Isso vem ocorrendo desde o início da colonização até os dias atuais.  Esta expressão preconceituosa já feriu e continua ferindo o sentimento de muita gente. Atualmente o preconceito vem sendo praticado de maneira escancarada, e com muito mais força, do que em outras épocas. A hostilidade entre as pessoas sempre existiu de forma velada no país, mas agora está passando dos limites nas redes sociais.
Provavelmente em certos momentos da vida, alguém já o chamou de “burro”, na pura intenção de ofender, mesmo que depois diga é brincadeira! Ninguém gosta de ser rotulado de ofensas. Entretanto, já mais se deve aceitar essa ação covarde. É obrigação de todos combaterem essa intolerância denunciando as autoridades para eliminar este costume, de alguém o ofender maldosa e deliberada às pessoas.

Observem como os humanos são cruéis entre si, comportam-se e agem como brutais.  Pois, esquecem o atributo, de serem seres pensantes. Ora! Ofendem-se, discriminam-se, ridicularizam-se, rotulam-se e se se marginalizam. Tudo Isso numa sociedade que se diz moderna, vivendo em plena era da tecnologia da informação ou digital. Porém, as atitudes de ódio e preconceitos, denuncia que ainda estão na fase da barbárie.

O uso do termo “burro” é ofensivo e é praticado entre muitas pessoas em nome deste belo animal o asno. Ser irracional, que tem o seu valor e não ofende a ninguém. Pelo contrário, os humanos se utilizam o nome desse animal de maneira pejorativa para ofenderem-se e ainda maltratam até a morte o asno.  Estes xingamentos ocorrem com mais assiduidade principalmente em ambientes de trabalho, entre amigos, torcidas de futebol, nas escolas, nas relações familiares, redes sociais e tantos outros setores da sociedade brasileira. Há situações entre colegas que o uso reiterado deste rótulo  ruim promove desestímulos ao estudos e influenciam negativamente no processo ensino aprendizagem. Tudo somente vem configurar claramente vários tipos  de “bullying” velados. Nestes casos as autoridades competentes devem ser acionadas para serem tomadas as devidas providências legais para coibir estas ações constrangedoras.

Esta atitude tem efeitos devastadores na personalidade das vidas de muitos estudantes e pessoas de todas as áreas profissionais e familiares. Quando uma pessoa ruim qualificar alguém como sendo “burro”; pode ter certeza de que estar abortando até mesmo seus sonhos ou careiras profissionais. Tem muita gente que tem muitos projetos de vida e são interrompidos drasticamente por este vocábulo, quando empregado de uma maneira perversa. Este termo “burro” deveria ser banido do dicionário e principalmente do imaginário popular.

Excluir isso do imaginário popular do nosso povo é trabalho educativo complicado, por quer já está penetrado no inconscientemente e na mentalidade mal-intencionada do nosso povo. Muitos acham bonito classificar seu semelhante pejorativamente de “burro”. Não há nada de engraçado nisso, ferir a alma de alguém com palavras maliciosas. Este jeito de tratamento estúpido deve ser execrado das relações sociais. Em vez de a humanidade construir história harmoniosa, positiva, constrói sim, uma desarmonia e o retorno à barbárie.  Isto nos dias de hoje, em pleno século XXI, percebe-se um retrocesso nas relações de convívio sociais, quando se faz uso destes mecanismos depreciativos, pejorativos, que somente tende a brutalizar a não humanizar a humanidade. 


Essa mentalidade ruim que fere os sentimentos de outros precisa mudar,mesmo que demore. 


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A interrogação questiona o por quê de tanta maldade?


Para mudar esta mentalidade ruim e formato de pensar sobre o outro, pode levar muitos anos de conscientização para haver transformações sadias. Todos têm uma árdua missão para ajudar a exterminar esta prática maléfica que fere os sentimentos das outras pessoas e em certos casos as mais próximas, que ainda falsamente afirmam que as amam. 

E construir uma nova cultura de valorização, respeito, compreensão e zelo uns com os outros. Este trabalho deve começar no menor núcleo de convivência social, a família. Cultivar boas formas de relacionamentos onde as palavras pejorativas devem ser abolidas. Construir um conjunto impactante de vocábulos que realmente sejam construtivos para todos. No lar jamais um membro possa causar formas de bloqueios através das palavras grosseiras e malfazejas. Todos devem cultivar formas carinhosas e respeitosas nas relações familiares. 

Este aprendizado deve-se estender ao ambiente escolar. Aqui os educadores têm uma função extremamente importante para darem continuidade a este trabalho, que deveria já vir do meio familiar. Fazer multiplicar valores salutares, que possam transcender os muros das escolas e alcançarem a sociedade como um todo. É um trabalho intenso.  Os resultados devem aparecer somente a curto, médio, em longo prazo. Pois, só é assim para transformar essa mentalidade vazia de valores, dos humanos que não reverencia os sentimentos entre seus semelhantes.

Todos vivem num novo tempo e precisa haver respeito com os semelhantes no momento de expressar ideias.

Por tanto, vivemos um novo tempo. Tempo onde podemos expressar nossas ideias com respeito e responsabilidade. Denunciar para o mundo que não aceitamos mais ser chamados de “burros” seja por algum familiar, amigo, colega de trabalho, do meio educacional, redes sociais e etc. Este conceito doentio deverá ser jogado na lata de lixo da ignorância. É lixo não reciclável que não serve para nada. Logo, poderá permanecer soterrado no esquecimento para sempre. Não existe ninguém “burra” no mundo. Existe falta de oportunidade para desenvolver seus conhecimentos o resto é preconceito, pura maldade humana.


O que falta para muitos é boa oportunidade, posição social, as circunstancias diversas e inesperadas que aparecem na vida, interrompem planos, sonhos e etc. A falta de dinheiro para pagar os estudos, políticas públicas que favoreçam os mais pobres a estudar, etc. Cabe cada cidadão fazer sua parte desvencilhando das expressões viciadas de crueldade e preconceito, por que certamente poderá finalizar a caminhada de alguém rumo a alcançar seus objetivos.  

Essas atitudes abomináveis podem provocar em várias pessoas um bloqueio psicológico e assumir que são mesmas “burras” e não podem mais fazer absolutamente nada. Todos juntos sem exceção tem esta tarefa para transformar esta realidade desumana, começando com um trabalho de valorização das relações em sua casa, escola, amigos de profissão, lazer e em toda a sociedade. Compete a cada pessoa derrotar a maldade que estão nos rótulos das palavras. É uma missão nobre de criar um mundo mais humano e solidário, entre todos, ninguém é mais que ninguém somos todos dotados de inteligência o que falta nos dias atuais é simplesmente respeito verdadeiro seja no lar, escola, trabalho, no transito e nas redes sociais.

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