Comprar sem planejamento traz sérios problemas financeiros para consumidores.

AS GRANDES DÍVIDAS DOS CONSUMIDORES SÃO CONTRAÍDAS DURANTE O FIM DO ANO, ATRAVÉS CONSUMO COMPULSIVO MOVIDO PELOS APELOS AGRESSIVOS DO COMÉRCIO.
comprar sem planejamento traz sérios problemas para todos.

A virada do ano e o início de 2014 são marcados pelas grandes dívidas pessoais contraídas no final dos dois últimos e dos dois primeiros meses de cada ano. Geralmente a maioria das pessoas se endivida de uma forma perigosa neste momento do ano nos meses de novembro, dezembro, esquecendo-se das contas de janeiro e fevereiro. Os apelos agressivos do comercio aguçam os consumidores a comprar além de suas reais condições financeiras.

Os Meses onde entram décimo terceiro salário, mas sem um bom planejamento; o dinheiro pode desaparecer desapercebidamente por uma grande maioria de consumidores compulsivos. Muitos consumistas não percebem os grandes volumes de compras exageradas do final do ano. Geralmente concentradas nos meses de novembro e dezembro e, sobretudo no mês de dezembro onde a quantidade de negócios batem todos os recordes do ano. Também é um excelente momento onde a maioria dos consumidores batem todos os ranques de compras e passam do limite de seus créditos e se endividam drasticamente para o ano seguinte completamente arcando com sérias consequências.

Tem mais um agravante nestas gastanças as novas contas do novo ano que vem de formas arrasadoras para o bolso dos consumidores em forma de impostos ferozes e obrigatórios que deve ser pago em parcela única ou em parcelas pré-estabelecidas pelo órgão emissor.

Todos já conhecem os pesados impostos que todos os brasileiros pagam amargamente sem retorno social. Muitos bilhões abastecem a torpe corrupção brasileira.   Trabalhamos em média: três a quatro meses para quitarmos todos os impostos municipais, estaduais e federais. São dívidas fixas, além das despesas escolares, e com saúde que temos para frente e nestas messes de agitação das festas de final de ano muitos se esquecem delas e só vão lembrar quando já estão de férias e começam a chegarem os carnes e boletos de cobranças dos impostos e vão se lembram de que gastaram o que não podiam e nem deviam ter gasto. Aqui iniciam os grandes malabarismos financeiros para horar aos compromissos inadiáveis e muitos deles se transformam em grandes bolas de neve trazendo grandes dores de cabeça para quitar o que se deve. 

O Brasil tem a maior carga de impostos do mundo


Surgem então as lamentações financeiras: poderia ter economizado para esta ou aquela dívida; que fatalmente não há escapatória tem que ser pagas. Caso não quitar automaticamente veem as complicações que começam a surgirem de todos os lados: através dos órgãos de proteção ao crédito, cobranças das financeiras, bancos, os famigerados cartões de créditos, etc. Além da cobrança da receita: municipal, estadual e federal.    A falta de calma e controle dos gastos nestes meses de fanal e inicio de cada ano, que são movidos pela emoção e não pela razão; podem criar sérios transtornos pessoais para a vida de todos os consumidores durante o ano todo.


Portanto, comprar é bom, mas devemos comprar o necessário para viver uma vida feliz e sem constrangimentos e grandes preocupações futuras. Para que isso venha acontecer é fundamental comprar somente àquilo que realmente podemos honrar fielmente todos os meses sem prejudicar a saúde financeira e principalmente a saúde do corpo e da mente.

As dívidas desnecessárias podem sim ser um grande veículo gerador de inúmeras doenças nas pessoas. Então vamos evitar entrar na onda do consumismo desenfreado e consumir o necessário para que possamos ter uma vida serena e feliz. A simplicidade é à base da felicidade e só será possível aceitando a nossa condição financeira real.  Não significa acomodação, pelo contrário devemos ter uma vida de labuta, constante para viver dignamente dentro das nossas possibilidades, realidade gerada por muitos esforços. Jamais querer viver o padrão da vida alheia.