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Iluminando Mentes é uma jornada da Alegoria da Caverna à Educação Moderna.

  Da Caverna à Luz: transformando a Educação de forma, compaixão e criatividade. A cena criada por IA da alegoria da Caverna de Plantão. A Alegoria da Caverna de Platão, narrada em A República*, é uma metáfora filosófica atemporal que explora o caráter da realidade, do conhecimento e da educação. Nesta história, os prisioneiros acorrentados desde o nascimento só têm acesso às sombras projetadas na parede de uma caverna, acreditando serem a realidade. Ao se libertar, um prisioneiro experimenta a luz do sol e a diversidade da realidade, retornando à caverna para compartilhar suas descobertas com os outros. A educação moderna, sob diversos aspectos, se assemelha à caverna platônica. Muitas vezes, os estudantes estão confinados em um espaço limitado, recebendo informações sem contexto ou aplicação prática, como se estivessem presos a uma parede. A abordagem superficial limita o desenvolvimento do pensamento crítico e da compreensão mais aprofundada do mundo, perpetuando a ignorância e a al

Porto Alegre: Cidade em Festa, Alma em Redenção.

O Crepúsculo do Guaíba.



A foto mostra as águas do Guaíba alcançaram Porto Alegre nas enchentes de 2024



O Guaíba, em fúria, o véu cinzento rasgou.
Sobre a cidade adormecida, sua fúria desabou.

O Centro Histórico, em angústia, se afogou.


Mercado dos Amores, suas paixões, silenciou.

Na rodoviária, sonhos se dispersaram.

No aeroporto, voos foram cancelados, amores a voar!

Metrô submerso, trabalhadores inquietos!

Progressos obstruídos, esperanças em xeque.




O Guaíba, em fúria, a cidade dominou.

Em suas águas turvas, a alegria afundou.

O Sol, indiferente, recusou-se a brilhar.


Nuvens de chumbo, lágrimas a derramar.

Os rios, em fúria, rugiram sem parar.

E o desespero, a todos, veio tomar.

Lares inundados, memórias à derivar.


Famílias desabrigadas, sem rumo, sem vida.

Um destino cruel, um presente amargo.

A dor da perda, um corte no coração sargo.


Quem habita agora o lar que outrora era nosso?

O estranho inquieto, um futuro incerto.

Um presente úmido, de cheiro de mofo e azedo.


O lembrete constante do mal que foi feito.

Mas Porto Alegre, erguendo a cabeça, ergue a voz.

Dos escombros ergue a força, refaz a sua foz.

No Guaíba renascente, a esperança a flamejar.


E a canção da superação, a cidade a cantar.

Viva a esperança, viva a nova manhã!

Porto Alegre renascida, em festa a se irmanar.


No Parque da Redenção, o verde a acolher.

Em cada canto, a vida a florescer.

Chimarrão quente, mate amargo para confortar.


No Brique da Redenção, arte a encantar.

Sorrisos nos rostos, alegria a contagiar.

A alma da cidade, em festa, a se irmanar.

Porto Alegre, cidade guerreira, exemplo de bravura!


Em cada desafio, encontra a força e a cura.

Com garra e união, ergue-se mais forte a cada dia.

Em sua linda Redenção, a alma se alegra e irradia.


Viva Porto Alegre! Cidade em festa, alma em redenção!

Um exemplo de força, união e superação!

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