O homem e seus medos, mas precisam ser superados continuamente.

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A imagem diz:o homem e seus medos.
Todo o homem apresenta seus medos uma realidade natural que precisa ser encarada de maneira firme para poder   ser sempre superados todos os tipos de medos continuamente.  Os homens por mais fortes que aparentemente se apresentem ser aos olhos dos outros como forma de impressionar, lá no seu íntimo está ensimesmado uma série de temores, gritos que já estão em estados de pânicos. Geralmente os medrosos procuram esconder este pavor para não ferir sua reputação de entes fortes. Seria atípico qualquer humano afirmar que não tem temor de absolutamente nada. Provavelmente estaria mentindo o temor desta sensação do pavor que todos carregam em suas vidas é intenso e ninguém escapa desta realidade que demonstra a fragilidade humana. Se pudéssemos elencar os receios dos homens daria uma lista enorme. Alguns até podem apresentar menos e outros mais fobias. Mas a natureza humana está submergida nesta sensação que faz abalar e movimentar a adrenalina desde o nascimento até a sua finitude física neste mundo.


Todos têm seus apavoramentos de fazer alguma coisa e pensar que não vai dar certo, uma situação considerada até certo ponto como sendo natural. Outros são amargurados permanentemente e tem ansiedade de   decisões que comumente podem mudar completamente suas vidas. E por mexer em sua acomodação geralmente permanece na ojeriza de mudar e ser feliz. Agora não fazendo isto serão infelizes para sempre. Muitos sofrem por não adotar uma iniciativa de mudanças. Porém, continuam no lamento e na imaginação de nunca se decidir em nada. Muitos humanos indecisos começam uma série de lamentações assim; se apresasse   à iniciativa de sair do casulo e se apresentasse para ter corrido em busca dos meus objetivos não estaria hoje assim nesta situação. Poderia ser bem diferente! Poderia ter uma vida tranquila! Sem muitos problemas e etc. e etc.

Um exemplo prático se enfrentasse o vestibular teria passado para faculdade ou universidade e hoje não estaria nesta situação. Ah! Como me arrependo de não ter tomado esta decisão! Como me arrependo de não ter estudado, talvez estaria melhor financeiramente. Por quer não enfrentei o concurso onde havia milhares disputando uma única vaga? O amedrontamento não permitiu que concorresse uma tão sonhada vaga para um setor público. Contudo, tentam uma justificativa simplória e covarde; eram muitas pessoas concorrendo a poucas vagas! Entretanto, quem sabe, se talvez ter conseguido concorrer o concurso teria passado. Ah! O meu amigo e vizinho aventurou e passou hoje está muito bem posicionado tem status social importante e ganha muito dinheiro. Golpeia o arrependimento de não ter enfrentado a concorrência, o horror de disputar para perder ou ganhar. E desta forma a vitória foi sufocada pela a aversão, a grande covardia falou mais alto nesta situação de concorrência. O derrotismo ficará remoendo constantemente a consciência.

Portanto, existem muitos exemplos concretos de incertezas entre os homens. Todos enfrentam e sofrem em razão disso, por quer não são mais fortes que os múltiplos medos. Todos têm suas improbabilidades é algo intrínseco a todos os humanos. Mas nem por isso devemos permitir que as dúvidas, sejam quais forem jamais possa nos abater e não nos deixar viver e sermos superiores a elas. É normal ter inquietações. Medo do desemprego, da violência, da derrota de tudo, da doença, de amar, etc. Agora é anormal deixar- se ser vencido pelos receios suscitados pela força da própria sociedade contemporânea.



Aqui se configura absoluta covardia do homem medroso que não assume uma real atitude de vencer suas preocupações e consequentemente não consegue absolutamente nada durante sua existência. Este humano viveu uma vida centrada no terror, ou melhor, mergulhado na covardia absoluta de não lutar para vencer qualquer circunstância da vida. É como se criasse e vivesse dentro de uma à redoma de vidro ou até de ferro para uma superproteção no sentido psicológico. E pensar que esta imagem criada pela sua psique nunca mais desaparecerá e estará blindado de tudo e de todos continuamente. E pensando no seu encolhimento estará protegido para sempre de enfrentar as dificuldades da sociedade moderna, exigente e competitiva. Na verdade, está engando-se a si mesmo. É um legitimo subterfúgio para fugir da realidade e permanecer na absoluta covardia de enfrentar os receios, os problemas da existência e viver uma vida liberta das amarras dos medos. Somente o homem poderá ser vitorioso e feliz enquanto viver neste mundo desafiando seus próprios temores permanente e buscar supera-los dia a pós dia.



Medo de amar 


Letra das músicas: Medo de amar
(Adriana Calcanhotto)
Você diz que eu te assusto
Você diz que eu te desvio
Também diz que eu sou um bruto
E me chama de vadio.

Você diz que eu te desprezo
Que eu me comporto muito mal
Também diz que eu nunca rezo
Ainda me chama de animal.

Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo é do amor
Que você guarda para mim.

Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo é de você
Você tem medo é de querer.

Você diz que eu sou demente
Que eu não tenho salvação
Você diz que eu simplesmente
Sou carente de razão.

Você diz que eu te envergonho
Também diz que eu sou cruel
Que no teatro do teu sonho
Para mim não tem papel.

Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo é do amor
Que você guarda para mim.

Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo de você
Você tem medo de querer
Me amar.

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