Angústia do funcionalismo gaúcho para receber seus parcos salários integrais ou parcelados?

Mais uma vez se aproxima o final do mês e junto acompanha a angústia dos professores e os demais servidores do Estado do Rio Grande do Sul, quanto as suas remunerações. Será que mais uma vez o governo do PMDB pagará os parcos salários em parcela única ou parcelado!
Esta cédula de cinco  reais simboliza a miséria do funcionalismo agaúcho.
Mais uma vez se aproxima o final do mês e junto acompanha a angústia dos professores e os demais servidores do Estado do Rio Grande do Sul, quanto as suas remunerações. Será que mais uma vez o governo do PMDB pagará os parcos salários em parcela única ou parcelado!
Esta vergonhosa forma de castigar os funcionários públicos parcelando os insignificantes salários causam a todos aos servidores públicos danos morais irreparáveis. Muitos servidores públicos estão trabalhando adiante da exaustão, em função desta situação financeira, consequentemente adoecem facilmente.   Mais funcionários poderão adoecer em vista das grandes dificuldades futuras para pagar suas contas mensais, por quer recebem os seus míseros salários fatiados. 

Imagine você que é funcionário  do setor privado trabalha o mês todo e tem na ponta do lápis todas as suas dívidas a serem quitadas nos dias programados. No entanto, o seu patrão alega falta de dinheiro na empresa e simplesmente decide não mais depositar de maneira integral o seu salário que você tem por direito, pois trabalhou pesado e dignamente. Ora!  Desestabiliza todo o seu orçamento organizado desde o início do ano e atualizado mês a mês.   
É esta realidade que está ocorrendo no governo do RS.  A alegação do executivo estadual para não pagar o funcionalismo em dia e de maneira integral é a falta de dinheiro no tesouro do Estado. O governo afirma que herdou um Estado falido. Possui um déficit público bilionário e além disso se alega que vem decrescendo a arrecadação dos impostos. Contudo, a sonegação corre frouxa. Porém, a melhor saída para resolver o problema é sacrificar a parte mais fraca o funcionalismo que já recebe salários insignificantes. Já são dois anos de administração, até agora aplicaram índice zero de reajuste salarial aos servidores. É um grande deboche do governo sobre quem está sobrevivendo além do limite financeiro.

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Cifrão o símbolo do dinheiro que está faltando aos brasileiros.

Hoje quem trabalha para o governo gaúcho está à margem da miséria. Contas atrasadas, limites do cheque especial estourado, cobranças e mais cobranças dos credores. Certamente todos permanecem sem saber como sair desta situação, estão encurralados.  Quem realmente lucra com esta situação é o próprio governo de maneira indireta por quer os servidores para sobreviver paga alto preço para usar o limite da conta especial do banco do estado. Tudo através dos altos juros sobre juros por que estão a usar todo o limite de crédito disponibilizado. Além das taxas diversas do crédito rotativo e multas   por atraso   que vão se transformando numa legitima bola de neve.
Quase a maioria dos servidores públicos deste Estado possuem empréstimos consignados e muitos já ultrapassaram o limite e nem mais consegue fazer um novo empréstimo para quitar as contas básicas como água, luz, supermercado e as dívidas contraídas nas lojas. Telefone e internet, já são coisas supérfluas, com se percebe não se consegue mais pagar estas mínimas contas. Não é a falta de planejamento das compras e outras dividas inesperadamente, mas é pelo fato de não ter mais reajuste e o pior todos os meses receber o pagamento parcelado.
São legítimos danos morais que este governo está causando aos seus servidores. Mesmo que esta unidade da federação está em dificuldades financeiras, não deveria sacrificar os servidores, pois são eles quem faz movimentar a máquina deste Estado.


Todos os servidores  em seus postos de trabalhos contribuem para produzir todo o desenvolvimento econômico e as riquezas estaduais.  Se não for os servidores que trabalham bravamente nada funcionaria, mas em compensação, não recebe salários dignos, não são valorizados. Isto sim, são até desrespeitados quando recebem seus ordenados a moda contar gotas, um legitimo escárnio. Desta forma não se sabe o que conta pagar primeiro, a confusão é tanta, que não se sabe mais quantas parcelas foram depositadas e não se sabe se já receberam ou não.

Esta situação já vem se estendendo há mais de dois anos e pelo visto não tem prazo para terminar, ou somente quando este governo for embora do Palácio Piratini. O Cpers/sindicato já pressionou de todas as formas para que este governo pague em dia os servidores, mas parece que o governo debocha até da justiça. Por quer nem se cumpre com a liminar que o sindicato requereu na justiça gaúcha e foi julgada procedente e mesmo assim o governo piadista, desconsidera a decisão judicial e fica tudo por isso mesmo, o dito pelo não dito. Infelizmente o servidor gaúcho continua a passar vexame no comercio e receberem cartas de comunicado que seu nome foi incluído nos sistemas de proteção ao crédito. Entre eles   SPC, SERASA e tantos outros.

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Mais uma vez aparece o ponto de interrogação vem ou salários?
No ritmo que vai muitos servidores poderá ter o serviço de água, luz, telefone, internet, escolas dos filhos, farmácia, supermercado e créditos em geral cortados. Diante desta situação nenhuma autoridade faz nada para barrar a fúria do governo contra os servidores.  O governo sempre permanece na lamúria que não tem dinheiro nem para pagar em dia o funcionalismo, e nem pensar na possibilidade de acenar com algum reajuste e nem mesmo cumprir com o piso nacional do magistério. O RS é um dos Estados da Federação que até agora não pagou o piso salarial nacional do magistério. Todos hão de lembrar que na época da campanha eleitoral este governo já fazia piada com o piso salarial dos professores. Em sua piada de mal gosto como sempre, inseriu um fantástico merchandising para uma loja de material de construção. Provavelmente esta rede de loja talvez foi o período que mais faturou através desta inserção gratuita de seu nome em plena campanha eleitoral.


Portanto, os dias para terminar o mês se aproximam, e traz junto a aflição para cada servidor público se vai receber os ínfimos salários em dia e integral. Cada mês somente tende a piorar a vida de todos. O estrago já está feito e mesmo que o funcionalismo comece a receber seus salários urgente em dia e integrais. Certamente levará muitos meses e anos para se reerguer deste buraco financeiro em que se encontra atualmente. Necessariamente deve haver muitas lutas encabeçadas pelo sindicato para se colocar tudo em dia. A participação de todos é imprescindível para fazer as coisas acontecerem. Se todos permanecerem cabisbaixo tudo tende a piorar e o governo pisotear e debochar da ruína dos servidores públicos. Então todos unidos para vencer esta situação surreal. 

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