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O feijão o vilão da inflação.

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O feijão  está se transformando em prato de luxo. Pode isso?
Quem diria o feijão um dos alimentos mais populares no prato da nação brasileira, atualmente está se transformando em iguaria alimentar de luxo. Pode isso? Os economistas elegeram como o grande vilão da inflação. Também não é para se espantar este produto até chegar a mesa do consumidor percorre um longo caminho enfrentando muitas intempéries como: secas, enchentes, desperdícios, etc. Assim fica fácil para os atravessadores bateram o martelo e decidiram em aumentar astronomicamente em valores aproximadamente 16,38% em média.
Este produto raro se igualou aos pratos de alto luxo dos restaurantes. Porém é   na mesa dos lares de todos os cidadãos que se ingerem diariamente o caldo mais amargo dos grãos   de feijão a preço de ouro.  Segundo as agências de pesquisa deste setor entre os dias 15 de maio a 15 de junho de 2016. Os preços deste grão valioso, sofreu variações crescentes em quilo e de acordo com o tipo exemplo: o quilo do feijão-carioca varia de R$ 7,99 a R$ 12 ,90. Já o feijão-preto e o fradinho chegam a R$ 7,00 e 7,90 o quilo. Está mesmo oneroso comer feijão no Brasil.  Desta forma este prato considerado artigo de primeira necessidade desaparecerá em breve do cardápio dos brasileiros, isto se os economistas não tomarem algumas providências urgentes para resolverem esta situação que poderá se transformará em iguaria de luxo nacional.

É um absurdo um país como o nosso de um solo tão fértil para a plantação do feijão se encontrar numa situação ridícula de ser obrigado a fazer grandes importações deste precioso grão para alimentar a população brasileira a preço de ouro. Se o feijão e o arroz que se constitui as bases da alimentação do povo está com um preço insuportável. Agora imaginem os outros produtos que compõe a cesta básica ou outros produtos que estão fora da lista da cesta básica e que são considerados supérfluos para quem dispõe de poder aquisitivo maior. 


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Cofre cheio de moedas de um 1 real para comprar feijão.


Portanto, estes absurdos que surgem durante a crise econômica brasileira,alguém tem culpa e poderia evitar. Porém os responsáveis tentam justificar, mas não encontram uma justificativa plausível. É mesmo incompetência de quem administra este setor da produção agrícola imprescindível no Ministério da Agricultura. Quem está na linha de frente nesta área deveria fazer um amplo planejamento para evitar o desabastecimento por causas dos fenômenos naturais como secas, enchentes ou pragas e procurar soluções   com antecedências para evitar problemas sérios como este, para evitar  como a alta de preços no prato mais popular do povo. Não deixar para a última hora pois quem sofre com estes aumentos de preços bruscos e pesados no setor de alimentos geralmente é a população carente, que não suporta mais tanto aumentos de preços em tudo que se possa imaginar. Somente não existe aumento dos salários para compensar os aumentos de preços. Todavia, tudo fica complicado e sem data para uma solução para este produto que atinge diretamente a vida de todos os consumidores brasileiros de todas as classes sociais.