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Em contextos dúbios da história é prudente se afastar, silenciar e ouvir mais do que opinar.

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Existem momentos na vida que a mais sábia decisão é permanecer no silêncio para observar os desdobramentos dos vários acontecimentos dúbios, do que opinar insensatamente. Esta posição não significa se neutralizar do contexto político, pelo contrário é ser prudente e partir para a posição do distanciar, do silêncio. Aprender serenamente a ouvir os gritos intensamente conflituosos da sociedade, do que esbravejar palavras e criar posicionamentos levianos geradores de consequências imprevisíveis.
Ainda assim na distância dos fatos ninguém é poupado de críticas de pessoas que se consideram as donas da verdade em todas as áreas do conhecimento humano, os famosos "sabe tudo". Visto que, ninguém é dono do saber em plenitude, também é sensato não dar ouvidos as estas pessoas arrogantes, que por falta de conhecimento das causas dos episódios sociais específicos, eles têm como objetivo sufocar no grito as ideias dos oponentes com argumentos mutáveis e inconsistentes.

Nestes casos o mais prudente é se distanciar do contexto dos acontecimentos para se ter uma visão absoluta. Procurar pacientemente, silenciar para ouvir a voz da razão. Desprovidos de quaisquer conceitos pré-estabelecidos, para poder avaliar silenciosamente em seu âmago as vozes das circunstâncias que chegam lá de fora, de muito longe. Somente   num momento oportuno com propriedade dos fatos poder elaborar um juízo sensato. Porém, já mais trancar a discussão, mas sempre oferecer possibilidades de diálogos sérios. Despir-se das intransigências e vestir-se elegantemente da humildade. Todavia, se embriagar no rigor do discernimento, para poder diante de um diálogo divergente procurar a luz da sabedoria redirecionar para a convergência lúcida. E não simplesmente, querer   no convencimento inflamado, somado as delirantes argumentações, impor ideias, que inevitavelmente levará ao precipício do ódio.

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O silêncio é necessário para emitir pareceres e sábias decisões.
Portanto, muita cautela ao escrever, digitar ou falar alguma ideia, seja em público ou em sua casa, pois vivemos na era do barulho, e não da serenidade. Muita gente pensa que tem o poder de resolver tudo no grito, na pressão, esquecem-se os tramites da lei. Alguns são investidos de alguma espécie de autoridade se acham acima da lei, eles, elas são a lei, pensam que pode tudo. Um grandessíssimo equívoco, pois todos sabem que numa sociedade organizada democraticamente é regida por leis federais, estaduais e municipais, todos são iguais perante a Constituição Federal.  

Hoje a humanidade fala e grita descontroladamente e neste descontrole tem pessoas que profere palavras que não queria pronunciar se estivesse em plena serenidade. Quantos se arrependem de terem falado, escrito ou digitado textos inconsequentes. Porém, como tudo é gravado de maneira intencional ou mal-intencionada, tudo serve como prova de condenação ou para absolvição. Geralmente muitos que gozam do poder, fazem mal-uso e   abusam do poder. E simplesmente por pura maldade mandam gravar as conversas das outras pessoas. Diante destas situações é melhor ouvir, selecionar-se, precaver-se e distanciar-se para se resguardar de opiniões inconsequentes e aguardar os desdobramentos futuros.  Seguir sempre a regra ouvir mais e falar menos ou simplesmente ouvir, distanciar e silenciar para mergulhar em profunda reflexão dos fatos, por que a verdade mais cedo ou mais tarde reinará.

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