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De olho no piso salarial nacional dos professores.

Até hoje muitos governadores e prefeitos ainda não cumpriram com esta lei federal
A imagem mostra este livro está  a lei do piso do magistério. 
O Cpers/sindicato em assembleia geral definiu a pauta de reivindicações todas importantíssimas para a categoria. Porém, nesta matéria me concentrarei e focarei num dos pontos estratégicos, a valorização dos professores. Inevitavelmente se exige o pagamento integral do piso salarial nacional.  Até agora desde sua implantação através da lei n°   11.738/2008 quando o valor era de R$ 950,00 o Estado do RS, não pagou integralmente este valor e os mestres ficaram no prejuízo. Tudo funciona assim entra governo e sai governo e nenhum deles assumem esta dívida com o magistério gaúcho. Ano a pós ano os professores vêm acumulando perdas e mais perdas salariais.


Cada vez mais os educadores gaúchos se agravam a situação de miséria financeira e simplesmente o governo do PMDB não sinaliza em nenhum momento a recuperação dos salários dos trabalhadores em educação do RS. Já se passaram mais de um ano de administração e o funcionalismo público em vez de receberem reajustes salariais, passam vexame no comercio, pois não podem honrar seus compromissos financeiros com as lojas e os bancos. Pois simplesmente o governo impõe o parcelamento dos salários quando pago a conta gotas, as faturas chegam se pagam com atraso e juros e correções monetárias e todos vão parar na lista dos maus pagadores. Alguém deve se responsabilizar por este desmando.

Em tempos áureos e remotos o RS era o Estado da Federação Nacional que melhor remunerava seus educadores. Hoje esta realidade é vergonhosa é o pior Estado do Brasil que paga os menores salários ao magistério. A justificativa é o estado está quebrado, mas para outros setores tem dinheiro isso somente vem a comprovar que a educação neste país nunca foi e já mais será prioridade. Existe a lei do piso salarial dos professores que é federal, mas mesmo assim é descumprida no Estado do Rio Grande do Sul. Todos os anos o MEC reajusta os salários dos professores através da lei do piso. Ora! O governo anterior deixou uma dívida para com os professores gaúchos que atinge o percentual de 34,66% e no atual governo este índice já está de 69,47% como falei antes, cada governo que entrar e sair deixa uma dívida para com os professores e por isso os educadores perdem em cada governo e a tendência é aumentar as perdas e consequentemente a pobreza dos educadores.

Atualmente o professor em início de carreira, classe A. O governo paga uma remuneração no valor de R$ 1.260,18 para 40 horas semanais. Para atingir a pagamento do Piso Salarial dos Professores. Recebe uma complementação no valor de R$ 875,46.
Agora, um educador que inicia a carreira recebe o valor acima citado com um completivo totalizando R$ 2.135,72. Um professor com a mesma classe e que tenha Especialização, Mestrado ou Doutorado recebe R$ 2.520,36. Este professor está perdendo, mensalmente, R$ 1.750,90. Para cumprir o Piso no Plano de Carreira, deveria receber R$ 4.271,26.



Analisando estes números se percebe que o professor gaúcho está sendo desvalorizado a cada governo que toma posse no Palácio Piratini. No fim do mandato se   deixa a dívida da educação para o sucessor. Portanto quem sempre permanecerá na defasagem salarial e no  prejuízo são os professores e consequentemente a sociedade. Pois, não existe motivação financeira para se trabalhar com satisfação num Estado que somente pensa em cortar qualquer possibilidade de remunerar dignamente os trabalhadores em educação. Vai se gerando uma verdadeira bola de neve onde a desvalorização recai sobre a educação e em especial os professores.


Olhar no horizonte vigiando o cumprimento da lei do piso do magistério.
Por isso que os cursos de licenciatura nas faculdades e universidades estão se esvaziando. Ninguém mais quer ser professor não adianta pagar caríssimo para estudar e não ter retorno nenhum, nem mesmo para quitar a dívida contraída junto a instituição de ensino superior. Como um professor terá condições de ter uma vida digna se sua magnifica profissão é desvalorizada? Uma nação que não valoriza os educares tende a regredir no conhecimento e consecutivamente no desenvolvimento tecnológico, econômico, cultural e social.


Portanto, ainda é tempo de todos os professores do RS e do Brasil se unirem aos seus sindicatos para juntos defenderem seus poucos direitos que ainda restam. Aqueles Estados onde os governadores e prefeitos continuam a permanecerem como os fora da lei, não pagando a integralidade do piso nacional a mobilização deve ser mais intensa. A união dos professores deve ser mais forte para pressionar estes senhores a cumprirem com seus deveres obedecer ao que está na lei federal do piso salarial nacional. Todavia, mais do que nunca os professores devem ficarem atentos de olhos bem abertos sobre o  o pagamento integral do piso salarial nacional e juntos veemente cobrarem o cumprimento da lei.  

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