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O homem moderno é dependente do fio de energia elétrica.

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O conforto e progresso  passam pelos fios elétricos.
O homem contemporâneo é dependente exclusivo dos fios das redes de transmissões e distribuições de energia elétrica. A história da humanidade foi e continuará a ser marcada pelo poder do controle da energia. Esta dependência se iniciou desde a Pré-História para pleitear o fogo e vem se acirrando fortemente na atualidade. Energia é sinônimo de poder e quem tem poder domina com veemência os dependentes das fontes de energias. Praticamente até o momento não foi criado nenhum modelo novo (além dos existentes) de energia renovável e não poluente que pudesse substituir em definitivo os principais meios geradores de energia atuais que poluem o meio ambiente.   O que se percebe é o aumento definitivo da dependência irrestrito da energia para todos os setores de atuação humana e suas atividades tais como o desenvolvimento econômico, industrial e financeiro. Além do aumento da demanda no conforto, comodidade e lazer, porém tudo na dependência dos fios de transmissões e de distribuições de energia para a população, a indústria e o comercio.

Mesmo que existem outras fontes de energias, sempre estes meios, necessitam da energia elétrica para fazer os sistemas funcionarem continuamente. De maneira geral a segurança do homem moderno está centralizada no setor energético, ou seja, pelo um fio ou vários fios. Entretanto, a energia elétrica a mais usada no Brasil, a qualquer momento, pode entrar em blecaute e deixar na total insegurança. Quando ocorrer este fato resta torcer pacientemente, contemplando o tempo, ver passar as estrelas brilhando, permanecer de olhos vidrados no poste da rua esperando a luz chegar.  Observar a luz voltar para trazer segurança efêmera outra vez em casa, na rua, indústria e o comercio através de um ou muitos fios energizados.

O mundo moderno é organizado em complexos sistemas aparelhados pelos humanos. Estes sistemas somente poderão funcionar através da energia durante um breve período de tempo. Mesmo contendo baterias potentes apenas suporta tempo limitado. Posteriormente, este tempo qualquer, sistema vai parar de trabalhar e não serve mais para nada. Vamos supor que por um infortúnio se um dia vier a faltar definitivamente todas as fontes de energias começando principalmente pela a energia elétrica e assim sucessivamente, o mundo dependente da energia simplesmente ocorrerá a inércia total.

Os humanos estão presos a energia, uma segurança insegura, que faz movimentar o desenvolvimento econômico mundial composto de sistemas para fazer girar tudo, visando melhorias e bem-estar para todos.  E para que existam perfeitas funcionalidades, dependem das fontes de energias, porém estão sujeitos a grandes panes provocadas por inúmeras causas. Não obstante, não há sistemas perfeitos.  Os humanos imperfeitos confiam cegamente nos sistemas que também são imperfeitos. No entanto todos pensam e vendem suas ideias de que suas invenções são infalíveis. Entretanto, todos se municiam dos mais sofisticados equipamentos sincronizados em sistemas de todas as espécies e complexidades, mas sem energia se tornam nulos.
Todos os equipamentos de última geração não trabalham sem energia. Muitos são verdadeiras parafernálias de peças, microchips, mas não passam de bugigangas de breve duração. Ainda assim se sentem totalmente realizados e protegidos.   Porém, se enganam e quando ao menos se esperar num piscar de olhos todas as falhas aparecem em sequência levando os humanos ao marco zero da insegurança e do desespero. Como fantasiam e pensam que todos os sistemas nunca falhariam, mas rapidamente se frustram. Simplesmente uma falta de energia, poderá gerar perdas definitivas de equipamentos, alimentos, congelados, arquivos eletrônicos e documentos microfilmados importantíssimos, que levaram anos de trabalho para serem organizados.

O exemplo prático é o sistema elétrico que faz mover o mundo e as atividades das nações do Planeta Terra.  A economia, e seus meandros do progresso, do crescimento das riquezas de todos os setores produtivos direta e indiretamente, são dependentes da energia. Entretanto, ao chegar a faltar esta mesma energia elétrica durante períodos prolongados de dias, semanas ou meses. Se parar de funcionar, vem junto   os incalculáveis prejuízos descontrolados. Possamos imaginar estes prejuízos desde as coisas mais   simples as mais complexas. 


A energia é indispensáveis para a funcionalidade e bem está da sociedade. Todavia, tudo somente   funcionará se existir  a energia e não havendo esta força necessária útil ao homem, tudo que dependa da força elétrica, nada mais  tem valor.
A imagem mostra um cadeado sinal de segurança,mas a mesma esta na dependência dos fios de energia elétrica. 

Portanto, a energia é indispensável para a funcionalidade e bem-estar da sociedade. Todavia, tudo somente   funcionará se existir a energia e não havendo esta força necessária útil ao homem, tudo que dependa da força elétrica, nada mais tem valor. Seja uma mera lâmpada a um supercomputador ou outros imagináveis sistemas interligados que nem fazemos ideia, da quantidade existente. Nem tem como identificar a abundância dos inúmeros, dos mais variados sistemas dependentes da energia para ter funcionalidades. Não existindo energia, esta força essencial tudo vem parar definidamente.

Aqui termina a segurança do homem moderno subordinado a um fio ou vários fios energizados e nada mais. Isto é, as redes transmissões de energia elétrica, que fazem movimentar o mundo. Se não tem energia, tudo permanecem sem serventia. Muitos humanos depositam sua segurança em um ou mais fios de transmissões de energia.  Entretanto, nunca passou na mente de todos eles, que estes sistemas de segurança que se mostram aparentemente invencíveis, são muito mais frágeis do que se imaginam. Basta ocorrer um fenômeno meteorológico, que caracterize um episódio natural violento, em segundos ou minutos; pode destruir todo o sistema do setor energético. Em seguida todos os outros sistemas que dependem da energia, vão parando semelhante ao efeito dominó. E concomitantemente os transtornos da população seguem no mesmo ritmo, em grandes volumes, em séries intermináveis caminhando para o caos absoluto.

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