A fúria dos impostos brasileiros sobre os parcos rendimentos dos cidadãos.

OS BRASILEIROS TRABALHAM SIMPLESMENTE PARA PAGAR IMPOSTOS E SEM RETORNO SOCIAL.

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Uma pequena amostra da grande lista dos impostos brasileiros.

A fúria dos impostos brasileiros é semelhante ao um filme de terror, uma novela sem fim repleta de surpresas desagradáveis. Sempre é reprisado todos os anos, para todos brasileiros. Geralmente trazem novos elementos que causam episódios negativos e impactantes nas vidas do povo honesto, que fazem de tudo para ficar em paz com o fisco brasileiro. Porém, as grandes fortunas são as que pagam menos e sonegam mais impostos. Esta é uma grande das injustiças a ser corrigidas neste país. Pois, quem é rico paga menos e quem é pobre paga mais, um absurdo, incompreensível. Uma desproporcionalidade vergonhosa e injusta que está na hora do Congresso Nacional dar um fim nesta situação insuportável. Somente uma reforma fiscal justa para equilibrar e corrigir este absurdo nacional.
Somando as dívidas antigas juntamente mais as novas que não param de chegar de todas as espécies deixam a todos em pânico. 
Ausência de planejamento orçamentário doméstico, uma realidade para muitos brasileiros que não têm este hábito da organização de seus créditos e débitos, levam muita gente a entrarem numa verdadeira bola de neve. Num buraco sem fundo, em relação às suas despesas particulares e do lar. O acúmulo das inúmeras compras realizadas no mês de dezembro geralmente, gastos excessivos e inconsequentes, entrarem em pânico. A maioria dos consumidores esquecerem-se que ao entrar em janeiro início do novo ano. Também vem junto às novas contas dos impostos que recolhem todo o salário dos primeiros meses trabalhados.  Pouca se sobra para manutenção da família com qualidade de vida. E a manutenção dos negócios. É o período crítico onde se fecham muitos postos de trabalho aumentando o desemprego em todos os setores da cadeia produtiva da economia.

Permaneçam atentos pois basta inicia o primeiro minuto do novo ano, mudam-se as taxas de aumento de impostos. O novo ano nasce trazendo uma avalanche de impostos obrigatórios a pagar sem subterfúgio, mesmo não quitando em parcela única às dívidas municipais, estaduais e federais. Elas são diluídas em pequenas parcelas, com a mais alta taxa de juros de mercado a perder de vista pelo contribuinte. Nesta negociação o devedor, termina no final, pagando o dobro ou o tripulo, dependo dos mais diferentes índices que se aplicam em uma negociação para uma dívida pública em atraso. O agente arrecadador geralmente é o grande bem-sucedido, tem em seu poder o devedor. O devedor não tem opções de quitar no ato da renegociação.  Tornar-se refém dos mais pesados índices em que foram reajustadas as dívidas atrasadas. Tem aqueles que mesmo após uma renegociação não conseguem honrar o combinado, não por desonestidade ou má fé. Todavia por motivos imprevisíveis como perder o emprego, doenças e outras. Como consequências entram para a lista da dívida ativa de qualquer domínio administrativo público.  
                                        
Portanto, nesta situação predomina mais um agravante preocupante para todos os contribuintes.  O parco salário mínimo definido em lei que está aquém do poder aquisitivo. Assim, o reajuste do salário mínimo nacional não acompanha aos pesados índices inflacionários, embutidos em todos os tipos de tributos, onde o cidadão é penosamente obrigado a pagar para o governo de todas as esferas administrativas deste país. O cidadão que não tem grandes recursos somente resta uma saída deixar de comprar a alimentação, medicação, educação, lazer para engordar os cofres públicos e manter a corrupção nacional. A solução para esta injustiça existe o governo federal pode editar uma medida provisória para reajustar a tabela do imposto de renda e decretar a isenção do pagamento do imposto de renda quem ganhasse anualmente cem mil reais, acima deste valor pagasse sim imposto em uma tabela escalonaria até atingir as grandes fortunas. Óbvio que isso não resolveria tudo, mas já é um bom início para aliviar a pesada carga tributária dos brasileiros, até que se faça uma reforma equitativa para todos os cidadãos que produzem a riqueza deste país continental.