O fim do horário de verão de 2015 mostra parca redução de energia.

O HORÁRIO DE VERÃO 2015, REDUZIU UMA TAXA ÍNFIMA DE  0,05%.  COMPENSA ESSA ECONOMIA DIANTE DOS TRANSTORNOS CAUSADOS A SAÚDE DA POPULAÇÃO?


A regiões onde termina o horário de verão de 2015,atrasar uma hora
A partir da 0h e 00 min do próximo sábado, dia 21 de fevereiro de 2015, em todos os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país fechar-se mais um horário de verão iniciado em 19 de outubro de 2014. Os habitantes dessas três regiões deverão atrasar seus relógios em uma hora. Segundo as autoridades do MME (Ministério de Minas e Energia) a economia gerada neste período foi de 250 megawatts de energia, representa um percentual de   0,05% e nos horários de pico chegou a média de 4,5%. Uma economia de energia que daria para iluminar uma cidade equivalente a do tamanho de Brasília.
Pensando bem e com muita atenção pode-se a afirmar! É muito pouca economia de luz para tantos transtornos e adaptações da população durante estas constantes mudanças de horários anualmente. Infelizmente o governo quer resolver o problema do alto consumo de energia elétrica do Brasil com medidas paliativas como está que demonstra ousadia e visão de futuro para o crescimento e desenvolvimento do país. Está na hora de se pensar em políticas sérias em relação ao setor elétrico e não adotar soluções inócuas como a adoção do horário brasileiro de verão, como tábua de salvação e todos sabem que  não é.  

Analisando estes ínfimos dados todos podem questionar ao governo se vale a pena a continuidade desse horário de verão para os próximos períodos. Sempre levando em consideração o fator saúde da população. Os transtornos de saúde como insônia, depressão, etc. São grandes para muita gente durante esta troca, troca de horários. Uma realidade desconhecida em percentuais, mas existe e o sofrimento são amplos para as pessoas.  O Ministério da Saúde em respeito ao povo, tem o dever e a obrigação de elaborar uma pesquisa sobre isso. Apresentar os resultados aos médicos para avaliarem os diversos transtornos de saúde e outros pelas quais passam a sociedade. O ministério da saúde deveria apresentar um relatório detalhado a equipe econômica do governo para comparar e indagar se essa pequena economia de energia, compensaria o sofrimento do povo. Fazer isso a partir de estudos científicos e mostrar dados reais. Somente assim, poderiam verificar se seria compensatório ter ou não horário brasileiro de verão? Ou manter definitivo nestas regiões.
atrasar uma hora dia 21/02/2015

Portanto, o problema está aí e a nação precisa de uma solução que seja viável. Muitos irão defender a manutenção deste horário tem lá suas razões que devem serem respeitadas. O pretexto do governo é simplesmente econômico e já mais pensaria na saúde do povo. Sendo assim, vai continuar com essa solução medíocre. Diante da parca economia de energia elétrica que é sempre os mesmos percentuais com poucas variantes. Este blog analiseagora defende que o horário de verão fosse criteriosamente avaliado pelos ministérios da saúde e energia. O governo tomasse uma posição de fazer um plebiscito aos habitantes dessas regiões para saber a vontade do povo, do seu prosseguimento ou não, ou que fixasse em definitivo esse horário nessas regiões brasileiras. Uma outra alternativa seria a criação de um outro fuso horário brasileiro que contemplasse essas regiões ou alguma região em especifico. 

um imagem de tarde verão

Uma realidade bem brasileira o governo não conseguirá resolver o problema do consumo de energia com o horário de verão. Simplesmente vai fazer o povo sofrer e o problema continuará sem solução. Tem que pensar em políticas públicas sérias para uma solução definitiva do setor elétrico, mesmo que fosse a médio e a longo prazo. Entretanto, que não venha prejudicar o povo. Todavia, trazer soluções que provenha a ajudar a ter mais energia limpa, barata para manter a qualidade de vida da nação brasileira. Chega de fazer gambiarras para economizar as insignificantes taxas de 0,5% de megawatts em energia elétrica, que causadores de sérios prejuízos imagináveis a saúde da população.