Violência verbal contra as mulheres ocorre no parlamento brasileiro.

A VIOLÊNCIA VERBAL CONTRA AS MULHERES NÃO PARA E JÁ CHEGOU A CÂMARA DOS DEPUTADOS.

deputado ofende  uma deputada representante das mulheres
A violência contra as mulheres brasileiras já chegaram a índices vergonhosos e preocupantes. Pesquisas apontam que mais de cinquenta mil mulheres são estupradas por ano no Brasil. E no mundo 38% das mortes são praticadas pelos parceiros íntimos das mulheres. Este panorama violento foi representado de maneira torpe na Câmara dos deputados na secessão do dia 09 de dezembro de 2014. Através do deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Um ícone do retrocesso na politica brasileira. Quando agrediu de forma verbal sua colega do parlamento a Deputada Maria do Rosário (PT-RS). Ele disse para a deputada: ‘Não estupro você porque não merece’. A frase mais repetida do momento em todos os meios de comunicações do Brasil e do mundo, porque expressa o ódio, a violência e o machismo repugnante. 



Ora o que se sabe a Câmara Federal é lugar apropriado para criar leis para defender as mulheres, não palco para brigas, discussões violentas, gritando frases asquerosas, incitando um crime hediondo como o estupro, a uma representante das mulheres, das mães e cidadãos em geral. Nenhuma mulher seja ela deputada ou cidadã não merece nenhum tipo de violência, merecem sim, todo o respeito, delicadeza e carinho. Uma agressão verbal como ocorreu no dia 09/14, machuca igual ou até mais do que uma agressão física. Os danos psicológicos são marcantes e irreversíveis para o resto da vida de uma pessoa agredida. Este comportamento doentio somente vem a estimular outros atacadores a cometer vários outros tipos de violência física, onde à mulher é a vitima dos agressores em todo o país.

Um comportamento ameaçador a uma mulher e parlamentar merece o repúdio veemente de todos os brasileiros a este senhor que foi eleito para representar e defender os cidadãos e as cidadãs. Jamais um cidadão que se diz representante do povo poderia ter uma postura agressiva, desrespeitosa e desequilibrada a uma colega do Congresso Nacional mesmo os dois sendo de partidos e ideologia oposta deve prevalecer, sobretudo: respeito, elegância e polidez, uma vez que são humanos que pensam diferentes. Num país democrático os parlamentares devem dar o bom exemplo de: se respeitarem e aprenderem se comportar na adversidade de ideias.  Nunca partir para a grosseria, estupidez, chegando ao ápice da agressão verbal deselegante, violenta e odiosa contra as mulheres.

Portanto, este lamentável fato ocorrido na Câmara dos Deputados somente vem a manchar a imagem do parlamento brasileiro. O mal já foi feito não tem como voltar atrás para apagar esse ato abominável. Entretanto, entrará para os anais da história do Congresso Nacional como um ato agressivo deste senhor que foi eleito como representante do povo. O que resta neste instante é a pressão da sociedade para que o presidente desta casa legislativa federal tome as providências cabíveis se ficar comprovado à quebra do decoro parlamentar.  Instaurar um processo de cassação do mandado deste senhor deputado. Agora não dar para esperar absolutamente nada de positivo que um deputado que tem um comportamento patológico possa legislar algo eficiente para controlar a violência na sociedade. Todavia, não tem compostura para apresentar nenhum projeto de lei visando medidas para inibir a qualquer tipo de violência seja para amparar as mulheres e todos os cidadãos brasileiros.

O melhor mesmo que procure outra atividade, está no lugar errado. As pessoas que o elegeu devem está envergonhadas e arrependidas, por quer mais uma vez votaram errado na pessoa errada. Serve de lição para todos os eleitores na hora de votar, pensarem bem e conhecer a história daquele que vai ser o representante nas casas legislativas municipais, estaduais e federais. Somente desta forma as pessoas começam banir da politica, esses políticos de extrema direita que não fazem nenhum projeto de lei que venha a beneficiar a comunidade, mas estão lá para envergonhar a sociedade.