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Comprar através de impulso é um grande erro dos consumidores.

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O homem moderno consumista está cansado de na o satisfazer
Comprar através de impulso é uma característica marcante da sociedade contemporânea. Este é um dos grandes erros e risco da sociedade consumista é comprar por impulso, sem pensar nas consequências futuras.  Quem faz isso geralmente em seguida vem junto um terrível arrependimento dos objetos adquiridos que pareciam ser dos sonhos e desejos. Isto ocorre por quer ao sair das lojas, estes sonhos consumistas perdem o sentido, ficam sem graça e começa uma espécie de pesadelo e inicia um cansaço que poderá levar a consequências imprevisíveis para quitar as contas. Não demoram muito tempo para encontrar outra maneira de voltar às lojas e realizar novas compras gerando uma espécie de ‘bola de neve’ para comprar insaciavelmente. Nesta situação muitos consumidores entram em ciclos intermináveis de dívidas não planejadas e consequentemente, trazem muitos sofrimentos para honrar os muitos débitos assumidos, gerando grandes problemas envolvendo familiares e amigos. Neste estágio de sofrimento várias pessoas já se tornaram compradores compulsivos e nem percebem e nem aceitam serem chamados de compulsivos muito menos aceitam um tratamento com especialistas desta área. 

Hoje uma imensa maioria da humanidade que vive plugada na internet e outros meios de comunicações que incentivam diretamente ao consumo desenfreado, sem o mínimo de cuidados, planejamentos do bom uso do dinheiro. Muitos que não possuem o autocontrole compram: o que não precisa e principalmente tudo o que não pode, não tem condições financeiras para cumprirem as dívidas nos estabelecimentos comerciais de todas as áreas de consumo. Aí que mora o grande perigo do endividamento sem fim. O consumismo é uma das caraterísticas marcantes da sociedade contemporânea, os fabricantes produzem todos os dias produtos de última geração, mas na realidade nunca será de última geração, até se fosse assim os próprios fabricantes de qualquer produto de todas as áreas se tornariam obsoletas e chegariam à falência, pois a concorrência é muito grande entre os conglomerados de empresas que fabricam de tudo para todos os gostos e bolsos. E também teria outros desdobramentos negativos para a economia como os desempregos, etc. 

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Cinquenta reais do dinheiro do Brasil hoje se compra pouca coisa está corroída pelo dólar americano. 

Caso a alguém fizesse o ultimo produto e parasse por aí a tecnologia parava no tempo e as consequências também seria imaginável para todos. É fundamental que se produza sempre coisas novas e que venham facilitar a vida moderna dos humanos. Agora as pessoas não devem se escravizar para acompanhar todos os lançamentos de todos os produtos que jamais vai acompanhar a velocidade como se modernizam as indústrias, os fabricantes todos querem fazer o melhor, o mais sofisticado incluindo conforto e praticidade. E vender, vender e vender, lucrar, lucrar e lucrar. O consumidor tem que saber o que pode e o que não pode comprar, analisar o poder de compra do seu dinheiro dentro de um planejamento sério e consciente. Controlar seus impulsos e comprar primeiramente o que for de extrema necessidade, e se realmente tem condições financeiras para realizar uma compra de um objeto, pensar e chegar a uma conclusão se tal objeto vai ser útil ou não para a necessidade do momento. E não comprar por comprar meramente quando começar agindo desta maneira começa a trilhar num caminho perigoso em direção ao um abismo sem volta.



Portanto, o consumidor deve tomar o controle e consciência do que vai comprar e não comprar de maneira patológica. O comércio impõe suas regras para o consumidor adquirir descontroladamente qualquer produto, eles querem vender não levando em conta as inconsequências de alguns consumidores. Esta relação entre consumidor, mercado financeiro e o comercio são extremamente uma relação muito desigual, partindo para o âmbito da selvajaria mercantil. O comercio em datas estratégicas impõem pesadas e grandes campanhas consumistas que iludem ao consumidor, sendo os mais atingidos geralmente os mais vulneráveis.  A parcela maior e mais vulnerável aos grandes apelos incisivos ao consumo sem noção são as pessoas que apresentam transtornos, direcionados para compras e quando isso se torna repetitivo já se transforma em vicio e o vício é uma doença que precisa ser tratado com especialistas como psiquiatras e psicólogos. Todos os consumistas compulsivos compram coisas que nunca chegam a usar e permanecem no deposito da casa servindo de alimento para as traças, ácaros e outros insetos que causam grandes alergias. Muitas destas coisas que os compulsivos adquirem se endividando nos bancos e financeiras começam a escravizar sem que as próprias pessoas percebam.



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Cofre de 1 real para quitar dívidas das compras compulsivas.
Algumas sentem um grande prazer em comprar instantaneamente, desgovernadas, mas depois se sentem extremamente arrasadas, por quer estes objetos não fazem mais parte de suas vidas. Criam em seu íntimo um grande e terrível sentimento de culpa, culpa do erro sem solução.  As compras deixam de ser algo prazeroso para algo escravizador e complicador para a vida. Para compensar esta situação voltam novamente às compras e compram o dobro da vez anterior, comprando outros produtos que somente serve de alegria enquanto está na loja depois se tornam sofrimento. E assim está roda sem fim permanece na vida do comprador compulsivo até não ter mais dinheiro para poder comprar absolutamente nada. A compulsão por comprar não surge da noite para o dia, mas tudo começa num processo lento por comprar por impulso sem pensar, sem planejar e questionar se pode se precisa ou simplesmente compra para satisfazer um desejo do ego. E neste ritmo se compra mesmo sem necessidades cometendo erros em sequencias se tornando um comportamento patológico. Por isso temos que nos policiar sempre para evitar comprar por impulso e sermos compradores compulsivos futuros que será um problema sério para a vida de qualquer humano. O mercado não quer nem saber apenas pensa em lucrar desenfreadamente não levando em consideração às consequências negativas para o consumidor compulsivo.