O homem moderno vive uma felicidade efêmera promovida pela opulência materialista.

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O consumismo gera uma felicidade efêmera.
O homem moderno é rico no materialismo e pobre em valores que o dinheiro jamais poderá comprar! Nesta correria frenética da moderna vida diária em busca pela sobrevivência é imprescindível e interessante fazer algumas vezes momentos de paradas e dar início a uma reflexão para perceber o quanto nós humanos optamos mais pelo ter do que o ser. Atualmente existe uma pretensão fortíssima para a opulência materialista, que traz e promove uma espécie de felicidade efêmera. Consequentemente nascem necessidades insaciáveis para adquirir mais e mais coisas instigadas pelo consumismo sem limites.  Fundamental também verificar que ao mesmo tempo o homem moderno é extremamente carente quanto aos valores morais subjetivos duradouros como paz, amor, felicidade, saúde e segurança, coisas que jamais o dinheiro comprará. Obviamente ninguém neste mundo poderá viver sem dinheiro é um meio necessário, para viver em qualquer modelo de sociedade e sistema econômico. Nada obstante, mas nem tudo se pode comprar através deste “vil metal” ainda que uma pessoa tenha rios de dinheiro. Em muitas circunstâncias a riqueza em excesso, em vez de trazer felicidade em muitos casos faz provocar a infelicidade. Tudo dependerá como será administração das riquezas. As consequências positivas ou negativas brotaram automaticamente. Quero deixar bem claro que são   situações especificamente relativas e dependerá de pessoa para pessoa.

Sem muitos atalhos poderemos ser objetivos para notarmos que os arquimilionários podem ter e comprar quase   vida. Mas ao mesmo tempo são carentes de coisas subjetivas que jamais o dinheiro poderá comprar. Existe uma grande dualidade perceptível nos dias atuais entre o ter e o ser. Isto é notável principalmente entre as pessoas milionárias ou bilionárias. Elas podem ter tudo que se possa imaginar de coisas matérias esbanjando sem limites nas compras, viagens, festas, ou lutas pelo poder e etc.

Contudo, os valores fundamentais como paz real, amor verdadeiro, alegria, felicidade, a cura de uma doença, etc. o dinheiro não poderá comprar. Será que são felizes mesmo ou apenas apresentam uma fachada de e paz e felicidade que não existe? Como toda regra tem exceções tem pessoas que são felizes no excesso de riquezas, mas tem aqueles que vivem submergidos em eternos conflitos pessoais ou familiares, onde nem podem fazer uma simples ou sofisticada refeição juntos devido à preocupação em relação tempo, produção, lucro e segurança, etc.       Ainda que muitas destas pessoas por serem riquíssimas materialmente, mas ao mesmo tempo são miseráveis e lutam por um momento de paz, felicidade, e amor verdadeiro ou até mesmo batalham para viverem um pouco mais com qualidade de vida. Apesar de que, se soubessem um local que vendessem estas coisas preciosas muito mais que o dinheiro, voaria e comprariam para serem curadas definitivamente de qualquer enfermidade, para poderem administrar e desfrutarem por mais anos suas riquezas neste mundo.

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O dinheiro pode comprar tudo menos a paz real.
 
Sabendo os moribundos bilionários que isso é impossível por quer já tem em suas mãos um laudo médico onde consta um diagnóstico algoz de uma sentença irreversível que seus dias estão em contagem regressiva. Estes milionários sabendo que seus tesouros, não valem nada para comprar à riqueza preciosíssima a saúde, podem se contentar ou se revoltar. Aqui se dão por conta que suas riquezas não possuem mais valor algum, nem tem mais sentido trabalhar. Muitos até pode começar uma nova forma de pensar e começarem a detonar o castelo da empáfia, orgulho e começar a construir uma simples casa em seu íntimo a da humildade, da singeleza, da simplicidade. Pode   começar a olhar os outros humanos seus semelhantes em situação de igualdade. Entender que não há motivos para continuar a viver no orgulho, por quer começa a criar uma consciência de que suas empresas, seus bilhões em moedas agora são inúteis, não serve para nada e principalmente para comprar saúde. Se houvesse esta possibilidade, dinheiro não seria problema pelo contrário seria solução. Todavia seria uma situação injusta, pois quem tivesse dinheiro poderia viver mais. Sabemos que Deus criou uma vida para todos de maneira perfeita e dentro de um tempo. Chegando este tempo da finitude física não há dinheiro que faça reverter e estender este tempo, isso é a perfeição Divina somos todos iguais seja rico ou pobre todos tem o seu tempo físico determinado pelo Criador. Portanto, para os crer na Ressurreição em Cristo Jesus, a morte não é o fim é o início da eternidade. Eu creio e confesso esta verdade divina.


Este dilema existencial não é somente dos ricos todos sofrem neste mundo. Também os menos favorecidos economicamente sofrem para adquirir, bens e mais bens materiais e levam uma vida inteira nesta luta acumulando e muitas vezes nem chegam a desfrutar do que acumulou, depois de muitos e muitos anos, também falecem sem que tenham gozado das coisas materiais que acumulara durante um longo período de tempo. Durante uma vida viveram sem paz, amor verdadeiro, alegria e nunca proporcionaram momentos de felicidade e harmonia entre a família e amigos tudo para não gastar. Hoje o humano dispõe de muitas coisas materiais o próprio consumismo incentiva a todos os instantes as pessoas comprar e comprar. Praticamente quase todos têm uma ou mais casas luxuosas ou de acordo aos padrões financeiros. Muitos dispõem de valores milionário, bilionários, em empresas ou conglomerados de empresas no mundo inteiro. Os gigantes nos negócios específicos pelo os confins do mundo. Enquanto outros têm simplesmente o salário mínimo para sobreviver e sonham com uma vida sem problemas como mostram as novelas e filmes.

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A imagem mostra o cofre simbolo da riqueza,poder e consumo.


Portanto, os humanos sem exceção sofrem uns por ter abundâncias materiais excessivamente, que podem provocar ligeiramente a perca do sentido da vida. E para compensar esta lacuna partem para outros atrativos à base de substancias ilícitas que os levam a prisão, loucura e a morte. Existem uma grande maioria que também sofre por possuir o mínimo do mínimo que muitas vezes falta à comida, roupa, moradia, saúde e educação. Alguns caem no mundo da marginalidade por várias vias também ilegítimas.  Neste contexto existencial percebe-se a desigualdade social que gera sofrimentos em pessoas de ambas as situações e padrões econômicos. Percebe-se também a dicotomia entre o ter e o ser. Gente que tem as coisas materiais exageradas e ao mesmo tempo as carências das fortunas subjetivas que o dinheiro não pode comprar. Se houvesse uma loja, supermercado, ou um shopping no universo, onde existisse um cantinho onde vendesse, por exemplo: um miligrama (mg) 0,001g grama de amor, felicidade, paz, harmonia e saúde o dono destas especiarias ficaria riquíssimo, pois todos fariam o maior esforço para comprar o mínimo desta quantidade mesmo que fosse de valor incomensurável.