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Não importa o tamanho da roupa todas às mulheres exigem respeito.

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As mulheres gostam de amor e carinho e repudiam a violência.

Absolutamente nada justifica a violência contra as mulheres.

O tamanho da roupa que as mulheres usam não pode ser pretexto para justificar a violência como o estupro. Todas as mulheres merecem respeito, amor, carinho e paz. O IPEA divulgou uma pesquisa extremamente polemica e preocupante que gerou protestos de repúdio a violência às mulheres principalmente nas redes sociais e manifestações em algumas cidades do país. A pesquisa realizada entre *3.810 pessoas em 212 municípios brasileiros apuraram que 65% das mulheres que usam roupas curtas e mostram o corpo merecem ser atacadas* (IPEA) * numa linguagem mais violenta, deveriam ser estupradas. Este resultado por amostragem cientificamente não representa o pensamento majoritário do universo de duzentos milhões de habitantes do Brasil. Que absolutamente, são contra os quaisquer tipos de violência, as quaisquer pessoas independentes do sexo. Esta pesquisa tem outros dados estarrecedores que retratam o quadro de vulnerabilidade em que se encontram as mulheres nosso país e que nas entrelinhas estão revelando a necessidade de mais proteção perante homens violentos.

As mulheres merecem respeito.

Não importa o tamanho da vestimenta que a mulher gosta de usar por trás de uma roupa está uma pessoa que merece todo o respeito. Primeiramente como ser humano e em segundo lugar as mulheres são cidadãs que habitam em um país democrático, onde tem o direito de escolher o que vai usar tamanho, a cor, o modelo etc. São as mulheres que irão usar uma determinada roupa com um tamanho especifico por que gostam e se sentem bem. Elas mesmas terão capacidade em discernir o que é melhor para vestir se portarem decentemente de acordo com sua visão de mundo, de pensar e de agir na sociedade. Não existe em nosso país nenhuma lei que determine o tamanho da roupa que as mulheres devam usar. Óbvio que nem aqui e nem em nenhum lugar do mundo: nem homem, nem mulher poderão andar nus, exceto em comunidades naturistas. Cometeriam crime contra o pudor e todos responderão ao rigor da lei de cada nação.

O retrato da violência contra as mulheres.

O que foi revelado nesta pesquisa é um retrato da violência sobe todos os aspectos, nenhuma mulher em hipótese alguma deve ser atacada por ninguém. Nenhum homem jamais tem este direito de atacar uma mulher. Ninguém pode atacar ninguém seja homem seja mulher todos merecem o respeito, a liberdade de andar por onde quiser com a roupa que quiser e todos devem respeitar e procurar viver em paz total. A própria Constituição Federal em seu artigo quinto, garante a todos este direito de ir e vir. Nenhum tipo de violência tem justificativa, violência é violência e deve ser banida da sociedade. Principalmente a violência de estrupo que é crime hediondo no nosso país. A paz deve ser começada no lar, o lar é um lugar sagrado onde todos devem cultivar a solidariedade, o respeito e consequentemente a serenidade. Geralmente uma sociedade violenta tem suas origens no lar e esta falta de respeito que gera violência se transfere para a sociedade.

As mulheres não podem ser responsabilizadas pela violência.  

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A imagem mostra o cadeado simbolo de segurança que falta para as mulheres

As mulheres não são responsáveis pela violência generalizada, nenhuma mulher gosta de ser violentada, pelo contrário todas gostam de: ser amadas, ser valorizadas e, sobretudo protegidas. Nenhum ser humano em sã consciência apoiará à violência e principalmente a violência às mulheres que são afáveis, meigas, doces, luz de qualquer lar. Um lar sem uma mulher é um lar sem graça, sem brilho, sem luz, sem alegria. O homem pode fazer todos os esforços do mundo para fazer uma casa brilhar e não consegue. A mulher ao chegar em casa, ela traz brilho como se fossem raios do sol para o lar.  É o toque feminino que faz transformar qualquer ambiente rústico em um recinto gostoso e sereno. Ambiente delicado e de paz. Em sua essência a mulher possui a capacidade delicada de fazer brilhar, alegrar, apaziguar, o espaço familiar.

Essa pesquisa não fala a linguagem da população.

Portanto, esta pesquisa, mesmo que tenha sido feita com todas as metodologias cientificas inquestionáveis do renomado IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Inclusive os próprios pesquisadores se assustaram com o resultado, que vai determinar como as mulheres devem ser zeladas ou atacadas. As próprias mulheres hoje na sociedade sobre históricas lutas conquistaram seus espaços na sociedade. 

Elas mesmas saberão como se comportar nas suas vestimentas para todas as ocasiões e ninguém podem recriminar.  Esta pesquisa não fala a linguagem e nem o pensamento de uma população onde somos precisamente 201.032.714 milhões de habitantes. Certamente uma maioria majoritária repudia a linguagem da violência e promovem a linguagem da paz e do respeito. Infelizmente muitas mulheres são estupradas não por sua roupa que veste, mas pela infelicidade de terem se deparado por certos humanos extremamente violentos que faz uso de sua força doentia ou usando métodos psicopatas para atacarem as mulheres.  



Mulheres de Atenas, Chico Buarque - YouTube


Infelizmente já que moramos em um país de homens violentos, covardes e doentios. É fundamental que as mulheres sejam prudentes no momento de escolherem suas vestimentas.  São atitudes fundamentais para evitar que pessoas de impulsos descontrolados, doentes e covardes possam as atacá-las.  Não vamos ser indiferentes, hipócritas tem mulheres que abusam no seu vestir. Todavia, ainda assim, já mais alguém poderá atacar as mulheres por que estão se vestindo desse ou daquele outro jeito, usando uma roupa menor ou maior é obrigação de todos os habitantes deste Brasil respeitarem a todas e a todos, respeito mútuo colabora para a construção da paz social.

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