Concessionária de energia elétrica deixa 90 mil usuários sem luz há muitos dias.

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Poste de transmissão de energia elétrica.
Concessionárias de energia do brasil: não estão preparadas para   catástrofes da natureza. Um temporal violento que atingiu a população do vale dos sinos-RS, deixou por muito tempo suas marcas para a população como a falta de: luz, água, telefone, internet fixa, medo e traumas.  Além disso, revelou outra realidade que não conhecíamos e imediatamente veio à tona.  A ineficiência e o despreparo da concessionária deste complexo sistema de energia elétrica. A companhia AES -SUL foi ineficiente em administrar com rapidez os diversos problemas de falta de energia por toda a região.

Um dos itens indispensáveis para fazer os demais setores funcionarem como, por exemplo, a água que nestes momentos de calamidades é fundamental e urgente para amenizar e resistir o sofrimento da população atingida falharam. Jamais irei cometer a injustiça e não reconhecer o grande esforço desta empresa para resolver todos os transtornos da população.  Os seus méritos devem ser reconhecidos, além dos esforços que foram até ao esgotamento das últimas possibilidades.

Todavia a demora em solucionar os problemas da falta de luz em uma época de calor extremo, deixa transparecer que a concessionária não estava bem equipada e um planejamento estratégico eficaz em investimentos preventivos e por isso ocorreu o caos que vivenciamos gerando um drama sem fim. Esta realidade cruel configurou: negligencia, ineficiência e pleno despreparo diante de situações de emergências e calamidades públicas provocadas por fenômenos naturais.  Sinal que apenas focaram ao longo destes anos, no lucro sem limites e esqueceram em investir uma fatia dos lucros exorbitantes, na prevenção de catástrofes futuras da natureza.

O que ocorreu no último dia 31 de janeiro de 2014 nesta região do vale dos sinos foi um temporal violento. Naquele momento a temperatura oscilava entre 37ºC e 38ºC, mas uma sensação térmica de quase 50ºC.

O que ocorreu no último dia 31 de janeiro de 2014 nesta região do vale dos sinos foi um temporal violento. Naquele momento a temperatura oscilava entre 37ºC e 38ºC, mas uma sensação térmica de quase 50ºC. Conforme os especialistas em meteorologia: calcularam que tenham ocorrido ventos numa velocidade entre: 120 a 150 km por hora em apenas oito minutos dependendo da localidade, foram minutos de extremo pavor. A Metsal - meteorologia descreve: como “uma super. célula de tempestade, que ocasionou uma espécie de micro explosão”.  Em algumas localidades foi menor ou de maior intensidade, deixando um rastro de destruições avassalador.  Muitos postes de transmissão de energia elétrica no chão, árvores sobre as casas, carros, ruas, BR 116 a mais movimentada do país parou devido muitas árvores sobre as pistas nos dois sentidos. Muitas casas destelhadas, hospital, escolas, igrejas e muitas lojas e outdoors de anúncios espalhados nas ruas e avenidas. Foram três dias de um apagão geral, depois continuou muitos lares sem luz. E sem água e internet num calor escaldante nos dígitos acima de 39ºC a 40ºC.

A concessionaria responsável para gerenciar a distribuição de energia elétrica, a AES-SUL se mostrou despreparada para resolver os problemas deste temporal brusco. O call-Center também é muito limitadíssimo, certamente deve haver poucos atendentes preparados tecnicamente para o atendimento à população.  Imediatamente todos os telefones ficaram congestionados.  E colocaram a seguinte mensagem: “senhores usuários as nossas posições de atendimento encontram-se todas ocupadas, por favor, ligue mais tarde” e esta gravação permaneceu nos momentos mais críticos e nenhum usurário podia falar com alguém da empresa. Nem mesmo o presidente do PROCON de Novo Hamburgo RS, afirmou em entrevista ao Jornal da cidade (Jornal NH) que a operadora AES-SUL, não atendia suas ligações. Imaginem o restante da população!  Agora imaginem se fosse um evento metrológico de grandes proporções, por exemplo: em um possível tornado, ciclone violento ou furacão. Como ficaria a população?  Principalmente nesta região onde habitam milhares pessoas.  Autentico conglomerado humano por metro quadrado.  Uma área que faz parte da grande Porto Alegre ou da região metropolitana, onde a densidade demográfica é grande: consequentemente os transtornos evidentemente seriam maiores e imagináveis.

Portanto, no Brasil os serviços essências para a população funcionam desta maneira desleixada. As concessionárias que assumiram o controle por meio da privatização têm a responsabilidade de prestarem bons e eficazes serviços para a população; o que se ver: prestam um péssimo serviço e caríssimo. Somente pensam em lucrarem absurdamente. Porém, não se preparam o suficiente para atenderem o povo em dias de transtornos causados pela natureza.  Quem sofre com esta falta de despreparo das concessionárias e ficam impotentes sem saber agir em circunstâncias inesperadas, é a população; que tem um prejuízo e irreparável e muitos correm até riscos de vida. Já aconteceram diversos casos de pessoas que morreram eletrocutadas e a culpa são destas empresas que estão aquém da prudência.

Preste atenção ao passar pelas ruas de sua cidade é só observar o estado deplorável de muitos postes que seguram o peso dos emaranhados de fios de transmissão de: energia, telefone, TV a cabo e internet de todas as operadoras. Muitos caem pelo peso e o próprio descaso. É uma tremada vergonha e imprudência destas operadoras de energia que usam postes de madeira para um serviço tão importante para a população brasileira.

Preste atenção ao passar pelas ruas de sua cidade é só observar o estado deplorável de muitos postes que seguram o peso dos emaranhados de fios de transmissão de: energia, telefone, TV a cabo e internet de todas as operadoras. Muitos caem pelo peso e o próprio descaso. É uma tremada vergonha e imprudência destas concessionárias de energia que usam postes de madeira para um serviço tão importante para a população brasileira.


O governo brasileiro deveria fazer um decreto obrigando estas empresas substituir todos os postes de madeira por postes de concretos, evitaria a queda dos postes, dos transformadores, dos cabos da rede de transmissão da energia impedindo assim, a falta de luz facilmente e todos os transtornos ao povo.  E colocar a ANEEL (Agência nacional de energia elétrica) e as prefeituras: para fiscalizarem e aplicarem pesadas multa a estas empresas que lucram na base da usura e não investem em qualidade, melhorias e segurança para o povo brasileiro.   Finalmente nós recebemos uma fatura da AES-SUL padrão FIFA, mas temos uma estrutura de distribuição de energia e atendimento aos usuários padrão zero em qualidade. Está péssima qualidade observamos em apenas um item importante, que são os postes de madeira podres; repletos de verdadeiras gambiarras para abastecer os nossos lares e todos os setores dependentes de energia. Os demais componentes que faz sustentar a transmissão da energia nós leigos nem percebemos suas lamentáveis condições, somente os técnicos devem saber o estado em que se encontram, por isso que qualquer chuvarada, não precisa ser intensa já há falta de luz por muito tempo e os prejuízos vêm em cascatas.