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Professores do RS decretam greve geral

DESCASO DO GOVERNO LEVA MAIS UMA GREVE DOS PROFESSORES  NO RS POR TEMPO INDETERMINADO.

Mais uma vez os professores decidiram entrar em greve quase chegando próximo ao final do ano letivo simplesmente uma resposta ao descaso com a educação neste Estado do RS. Apesar do próprio clima não ajudar, uma chuva forte gelada e uma temperatura chegando aos 8º graus sensação de 4º graus. Os mais de dois mil e quinhentos professores reunidos em assembleia geral no auditório Araújo Viana, em Porto Alegre; decretaram greve por tempo indeterminado.  Quando não há prioridade na educação na administração de um governo os resultados geralmente são dramáticos para toda sociedade. Os desgastes são inevitáveis para, professores, governo, alunos, família e a comunidade em sua totalidade.   Não há alternativa para uma categoria onde tem seus direitos desrespeitados pelo governo. A não ser partir para o último recurso de pressão que é a greve.  Direito legitimo garantido através da Constituição Federal.
PROFESSORES DO RS DECRETAM GREVE GERAL

Mais uma vez os professores decidiram entrar em greve quase chegando próximo ao final do ano letivo simplesmente uma resposta ao descaso com a educação neste Estado do RS. Apesar do próprio clima não ajudar, uma chuva forte gelada e uma temperatura chegando aos 8º graus sensação de 4º graus,nesta tarde dia 23/08/213. Os mais de dois mil e quinhentos professores reunidos em assembleia geral no auditório Araújo Viana, em Porto Alegre; decretaram greve por tempo indeterminado.

Quando não há prioridade para a educação na administração de um governo os resultados geralmente são dramáticos para toda sociedade. Os desgastes são inevitáveis para: professores, governo, alunos, família e a comunidade em sua totalidade.   Não há alternativa para uma categoria onde tem seus direitos desrespeitados pelo governo. A não ser partir para o último recurso de pressão que é a greve.  Direito legitimo garantido através da Constituição Federal.

Historicamente a educação do RS nunca foi e nunca será prioridade nos governos deste Estado do RS. Basta fazer um levantamento de todas as ações administrativas que envolvem a educação que ,se percebe claramente que sempre esta pasta foi deixada de abandonada em todos os governos estaduais. Não importa a sigla partidária que administre este Estado, praticamente, desde a existência do Cpers/sindicato que zela pelos direitos da categoria.   Podemos comprovar grandes embates históricos que movimentou este estado e mesmo assim, todos os governos que até agora chegaram ao Palácio Piratini mantiveram a mesma politica de descaso com a educação do RS.

Apenas neste atual governo já são duas greves gerais da categoria, fora os grandes movimentos constantes, para garantir direitos legais garantidos ao magistério, porém simplesmente este governo os desrespeita. Não cumpre absolutamente com nada no que é prometido em épocas de campanhas para as eleições estaduais. E também as próprias decisões judiciais são deixadas no esquecimento proposital. Deixando aos professores sem alternativas a ser usarem de seu direito de greve, pondo em prática como foi decidido em assembleia geral da categoria um espaço soberano de última instancia decisória.

Os professores exigem que o governo cumpra a pauta de reivindicações entre os itens estão à cobrança do pagamento imediato do piso salarial para professores, hoje com valor de R$ 1.567,00 para uma jornada de 40 horas semanais. Sendo que a jornada de trabalho dos mestres no RS é de 20 horas semanais. Além dessa reivindicação o sindicato exige: a criação de um piso salarial justo para os funcionários de escola; a regularização das promoções; e a suspensão da reforma do ensino médio.

Veja anexo das  muitas conquistas dos professores de 1979 a 2011.Tudo com muita luta e união dos mestres e da comunidade.Os dias parados foram recuperados num calendário especial sem prejuízo de conteúdos e aprendizagem para os alunos. Em todos os anos que ocorrem as greves.

RESUMO HISTÓRICO DAS GREVES DO CPERS/SINDICATO

Fonte: Cpers/sindicato

ANO
DURAÇÃO
CONQUISTAS
1979
13 DIAS
- Nomeação de 20 mil concursados.
- 70% de aumento salarial, parcelados.
1980
21 DIAS
- Percentuais de reajustes salariais; abono de regência estendido à categoria.
- 2,5 salários mínimos, a partir de janeiro de 1982.
- 25% do orçamento do Estado para a
Educação.
 - Participação no Conselho Estadual de Educação.
1982
3 Dias
- Categoria resiste e não permite intervenção do então governador Amaral de Souza no CPERS.
- Cumprimento do acordo feito em 1980.
1985
60 Dias
- 2,5 salários mínimos escalonados.
- 13º salário
- 35% da receita dos impostos.
Para a educação, com pelo menos 10% para o plano trimestral de conservação e construção de escolas.
- Eleição de diretores de escola.
1987
96 DIAS
- Garantia do plano de carreira.
- Não discriminação dos aposentados.
- Garantia de emprego aos contratados até a promulgação da Constituição Federal que prevê a estabilidade a estes professores.
1988
9 DIAS
 - Unidocência.
 - 95% de reajuste sendo: 70% em outubro e 26% em dezembro.
- Aceleração da regularização do pagamento do difícil acesso.
- Cronograma de regularização
das promoções.
- Redução do período de reajustes da trimestralidade para bimestralidade.
1989
42 DIAS
Conquistaram: 54% de reajuste, sendo: - 25% em maio, 15% em julho e 10% em outubro, não cumulativos.
- Publicação e pagamento das alterações de níveis.
- Nomeação de três mil.
Professores.
- Pagamento da unidocência.
1990
58 DIAS
- 105,42% de aumento salarial.
- Garantia da reposição da inflação de: maio, Junho e julho.
- Revisão salarial em agosto.
1991
74 DIAS
- 191,61% de aumento salarial.
- Retirada da proposta de abono.
-O ano letivo não começou conforme o calendário do governo.
- Intensificação da mobilização da comunidade em defesa do ensino.
1997
14 DIAS
- Retomada das greves do magistério com ampla participação da categoria e
Com o apoio da comunidade.
2000
32 DIAS
- 14,9% de reajuste parcelado.
- Reajuste de 20% no vale-refeição.
- Fim da sobreposição de níveis.
- Criação de comissão para discutir a inclusão dos funcionários de Escola no quadro da Secretaria da Educação.
- Elaboração de um plano de carreira para os funcionários de escola.
 - Retomada dos debates acerca do plano de carreira.
- O governo compromete-se a não aumentar a contribuição para o IPE e à aposentadoria.
2008
15 DIAS
- Retirada do regime de urgência de projeto que criava um rebaixado piso
Salarial estadual do magistério.
- O compromisso da Assembleia Legislativa de não votar, durante o recesso escolar nenhum projeto que retirasse direitos da categoria.
2009
6 DIAS
- Manutenção dos planos de carreira da categoria.
- Outras importantes e históricas conquistas dos educadores da rede estadual de ensino.
2011
15 dias
- A categoria aprovou uma campanha permanente de denúncia do governo Tarso.
 - Este descumpre a lei do piso.
- Tenta programar políticas que: atacam a educação pública e os direitos dos educadores. 
-Não cumpre o compromisso de criar, uma lei estadual, do piso para os funcionários de escola.



Portanto, todos os professores e funcionários de escola estão convocados a participarem deste movimento soberano do Cpers/sindicato o representante legal junto ao governo do estado do RS e demais instituições democráticas de direito.  A sociedade em geral também está convidada a apoiar este movimento dos educadores para juntos pressionar o governo do Estado para cumprir com a pauta de reivindicações dos trabalhadores em educação. Estes heróis que são os verdadeiros construtores de um futuro sadio para os nossos jovens. Consequentemente uma sociedade  humanizada dentro da justiça  e equidade social. E no ensinamento dos valores morais e éticos  que visem um mundo melhor.Contudo os educadores precisam ser respeitados em seus direitos ,terem um salário digno,condizente  a sua formação profissional que é contínua. E principalmente a responsabilidade de educar os estudantes de hoje para  serem  cidadãos transformadores da realidade.  Por isso todos devem apoiar esta greve dos mestres que é justa.

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