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O homem na permanente luta para buscar a perfeição.


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A luta humana para buscar a perfeição.

Reconhecer e corrigir o erro é uma ação nobre do ser humano. Todos os humanos inconscientemente possuem em sua mente a pretensão da perfeição.  Algo que jamais conseguirá, pois em sua essência somos constituídos de uma centelha de imperfeição. Muitos de nós lutamos uma vida inteira tentando a todos os cuidados construir e produzir as coisas em seu último grau de perfeição inquestionável. 


Uma atitude louvável, mas que nem sempre podemos cumprir em sua radicalidade, não por incompetência, mas devido às casualidades inesperadas geralmente inexplicáveis no momento dos acontecimentos. Partindo do princípio de uma pessoa ser perfeccionista, perícia absoluta em tudo que faz, ainda assim, não se consegue realizar esta façanha humana da perfeição. 


Em vários momentos da existência esta fagulha da imperfeição surge inexplicavelmente em qualquer trabalho que estará a ser realizado. Antes mesmo tendo se precavido de todos os cuidados para a ação planejada que fosse executada e mostrar-se na total eficiência pericial termina em surpreendente fatalidade.
Ter esta busca pela perfeição em tudo tem seu lado extremamente positivo. Absolutamente conduz ao homem a pensar para: projetar, construir, produtos sofisticados, seguros, funcionais próprios para seu tempo. E fazendo impulsionar: à indústria, economia, e o comercio com vendas exorbitantes através da criação dos designs únicos modernos para: máquinas, equipamentos e produtos que funcionem eficientemente dentro de todas as normas de segurança que o produtor oferece ao consumidor final.

O lado negativo: quando surgem dentro deste todo aparato técnico que são produzidos os aparelhos e equipamentos para facilitar a vida do homem moderno algo que não dar certo. E brotam os erros que destroem uma carreira promissora e, sobretudo prejudica outros, que buscam eficiência e conforto para o dia a dia em tudo que proporcione facilidades e bem-estar, não se dando importância para valores.

O mais difícil na vida de qualquer mortal é quando está incumbido de realizar uma tarefa de qualquer especialidade num determinado ato do qual é considerado perito em perpetrar e acontecem graves erros, assumindo todas as responsabilidades. Falhas que cassam prejuízos irreversíveis para o executor da ação e os atingidos pelas ações imperiosas.   Aqui que surge o grande dilema humano de não aceitar a imperfeição. Entra em estado de choque por não pensar como humano mortal é falível a qualquer tipo de erros dos mais simples aos mais complexos. Começa então um longo e doloroso processo de questionamentos do por que, do fatal erro meramente ingênuo com consequências colossais.

Como pode ter acontecido um erro deste porte, sobre o domínio de um exímio conhecedor de todos os suportes científicos.  Adquiridos na universidade recebendo o título de PhD em determinada área do conhecimento levado o até mesmo profissional a ser criador de métodos complexos sob a batuta das ciências exatas e humanas. Criador de equipamentos sofisticados e suas descrições de normas científicas de funcionalidade. Tendo uma longa experiência de como agir para que seja tudo perfeito, mas apesar de todo este cabedal de conhecimento tudo simplesmente falhou. Igualmente, quando tudo foi aplicado na pratica todos os conhecimentos e normas para a execução de uma determinada ação para ser infalível de erros. No entanto, na imprevisibilidade das circunstancias podem ocorrer serias ambiguidades imagináveis.

É muito difícil para qualquer pessoa reconhecer seus próprios limites é doloroso admitir mesmo que cometeu um erro imperdoável para si mesmo. Nos mais inquietante dos inquéritos de si mesmo, da sua consciência é quando reconhece seus limites e reconhece que pode fracassar. A consciência começa então aliviar-se, a pessoa então inicia um novo olhar sobre si, começa a perceber que é humano; passível de erros. Ainda que nunca tenha passado na mente esta possibilidade desta fraqueza humana.

Neste momento principia então, a surgir à humildade não como sinal de fraqueza como muitos pensam, mas quão grande ato de nobreza e de crescimento para ser mais forte do que antes. Ter a coragem de reconstruir uma nova história uma nova vida fundamentada em novos valores. Ter a consciência da imperfeição, um atributo humano, que está em processo de aperfeiçoamento constante e numa estará pronto, a qualquer momento a vida o apresentará uma circunstância que pode derrubar do pedestal da arrogância e encaminhar para uma vida de simplicidade e do aprendizado permanente.

Portanto ninguém é perfeito e nunca seremos perfeitos neste mundo. A nossa busca pela perfeição em tudo que fizermos deve ser sim um exercício continuo. Procurar sempre fazer o melhor do sabemos exercer que podemos e temos condições de fazer dentro dos nossos limites. Devemos aplicar o nosso conhecimento em tudo que assumimos na total responsabilidade que recai quando temos que apresentar um trabalho ou construir algo que seja de utilidade social. Sempre usar e abusar da prudência e abandonar a imprudência para qualquer atividade. Questionar sempre as consequências dos nossos atos e nunca confiar na imperícia, na inconsequência e ter sempre transparente em nossa vida, que somos imperfeitos que podemos errar a qualquer instante. E não é feio reconhecer os erros, reconsertar qualquer tipo de falhas. Pelo contrário é uma atitude elegante, nobre, bonita, assumir nossas imperfeições, as corrigir e jamais as repetir. Pois perfeito só existe um, Deus. Deus é perfeição em si mesmo.  

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