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Vandalismo uma aventura nefasta a sociedade.



Os homens desde a pré-história até os nossos dias, sempre deixaram suas marcas por onde passaram e graças as estes vestígios que hoje compreendemos melhor o caminhar dos homens nestes percursos íngremes da história da humanidade.  Estes rastros hoje são considerados: verdadeiras relíquias, obras de artes e matéria primas singulares, objetos de investigações meticulosas para os historiadores entenderem os primeiros passos do homem, desde as cavernas até atingirem um grau de civilidade social adequado, para serem enquadrados nos padrões modernos chegando ao ápice de uma aldeia informatizada sem limites.
Os vândalos causam  prejuízos social  


Os homens desde a pré-história até os nossos dias, sempre deixaram suas marcas por onde passaram. E graças a estes vestígios, hoje compreendemos melhor o caminhar dos homens nos percursos íngremes da história da humanidade.  Estes rastros são considerados verdadeiras relíquias, obras de artes e matéria primas singulares, objetos de investigações meticulosas para os historiadores entenderem os primeiros passos do homem, desde as cavernas até atingirem um grau de civilidade social adequado, para serem enquadrados nos padrões modernos chegando ao ápice de uma aldeia informatizada sem limites de criatividade em prol da praticidade do homem moderno.

Uma vez que, alguns seres humanos civilizados da atualidade, parecem que veem perdendo, a passos longos, esta noção de fineza em relação aos seus semelhantes e também a sua cidade e principalmente no que existe de bens comum público onde habitam. Independentemente do tamanho da cidade se é pacata ou uma metrópole os sinais de selvajarias e vandalismos são bem visíveis na maioria dos bens públicos. Em qualquer parte, onde habitam alguns destes humanos que se autodenominam de “civilizados”, mas se comportam fora das boas regras de convivências sociais. Estes provocam grandes transtornos idênticos aos maiores tornados já registrados pela meteorologia. Tamanho são os prejuízos financeiros, morais e psicológicos que eles fomentam para a sociedade.

Observem cuidadosamente as coisas que são públicas ou particulares e seu estado de conservação desde quando foram construídas e agora em que situação se encontram por um curto período de tempo. E por onde andamos em qualquer parte da cidade que são de todos, sempre nos deparamos com atos de destruição do patrimônio público que são construídos para todos através do dinheiro dos impostos de todos. Sabemos que quando compramos um cafezinho ou um bem durável pagamos uma fortuna de impostos e uma parte é destinada para a construção do patrimônio público. Por meio deste dinheiro dos impostos, que se constroem o patrimônio público, logo são de todos e todos precisam conservá-los.

Não importa o tamanho e a finalidade dos patrimônios públicos que existem; à maioria deles estão marcados profundamente com o selo bestial de certos humanos. Os pré-históricos construíram artes nas cavernas, as artes rupestres, hoje acontecem diariamente à destruição das artes pelos vândalos. Todos estes vivem em sociedade, mas agem com instinto destrutivo se sentido o herói de obterem prazeres em destruírem qualquer coisa pública de múltiplas finalidades. Fazem estes atos execráveis, na calada da noite ou em plena luz do dia e conseguem estampar seus vestígios de destruição nos bens comuns.  A impressão que deixam é que essas pessoas não fazem parte da sociedade regida por códigos de boa convivência e civilidade social.  Pois, vivem sim, e desafiam a rasgarem os códigos que permitem uma convivência civilizada e criam suas famigeradas regas antissociais no intuito de causarem prejuízos a comunidade satisfazendo seus caprichos egoístas, que são repulsivos a todos.


Sempre permanente estou a pensar sobre o demérito dos atos desses humanos; se os mesmos agem de má fé, ou simplesmente agem por motivos que desconhecemos além da pura exibição de uma aventura nefasta a coletividade. Contudo, há várias hipóteses a serrem levantadas e discutidas. Porém é preciso fazer uma profunda reflexão sobre este comportamento destrutivo e causadores de grandes prejuízos financeiros, morais, culturais a sociedade. Através de quaisquer destruições por atos de vandalismos os quaisquer tipos de patrimônios públicos de uma sociedade. Será que o vândalo não tem consciência de que tudo que eles destroem ele mesmo junto com a comunidade, seremos obrigados a pagar para a execução das restaurações dos patrimônios públicos violados.  Os custos dos consertos de qualquer destruição são rateados entre os contribuintes que pagam impostos embutidos por tudo o que compramos e além das infinidades de outros impostos que pagamos diretamente na fonte arrecadadora.



Não é o Prefeito, o Governador e nem o Presidente da República que irão pagar dos seus bolsos o preço do vandalismo. Somos todos nós cidadãos que arcamos com preço das destruições dos patrimônios públicos por estes humanos vândalos.  Até eles mesmos ao comprarem algum tipo de: objeto, produto que causem as destruições dos bens públicos, estará também pagando vários impostos inclusos, aos órgãos de arrecadação públicos.

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Patrimônio públicos com marcas de vandalismo. 
Ainda tem gente que pensa pequeno e se contentam quando alguma coisa pública foi destruída pelos vândalos e gritam alto e em bom tom: bem feito, tem que ser assim!  Para estes, ou aqueles prefeitos, governadores ou presidente da nação. Porém, esses cidadãos desinformados nem imaginam que a reconstrução vai sair dos seus próprios bolsos. E não dos administradores públicos independente das siglas partidárias que estiver no poder no momento.


Portanto, meus amigos estamos na hora de pensarmos grande e termos a consciência de que o patrimônio público em geral, não pertencem a uma sigla partidária e muito menos a um gestor público, pertence a todos. Então, todo tem o dever de zelar, não estragar, não pichar, não destruir absolutamente nada, pelo contrário, ajudar a cuidar pela durabilidade do que é de todos. Sendo assim, poderá sobrar mais dinheiro para ser investidos em outras prioridades sociais como: educação, saúde, segurança, habitação, transportes e tantos outros programas sociais pelos quais pagamos impostos e pouco recebemos de retorno devido a esses atos repudiáveis de alguns cidadãos que consomem o dinheiro público quando se destrói o patrimônio de todos.

Também não podemos esquecer-nos dos grandes atos de vandalismos praticados por gestores públicos quando roubam o que não lhe pertencem e tudo o que é arrecadado vai alimentar a vala abjetada corrupção que está infiltrada em diversas redes de canais desconhecidos pelo cidadão comum. E continuam na impunidade dando o mau exemplo para toda a sociedade. Isso também é um tipo de vandalismo que destrói o patrimônio moral da sociedade. É fato de corrupção generalizado, entre a grande maioria dos nossos políticos e gestores públicos e privados.

O vandalismo está presente no meio público e particular em todos os campos de formas múltiplas. Produzidos por humanos geralmente desocupados ou grupos que fazem competições entre si para ganhar o troféu da banalidade contraproducente. Infelizmente temos que lamentar e protestar contra estes comportamentos antissociais. E quando houver a oportunidade denunciar as autoridades competentes para um futuro ressarcimento aos prejudicados, através da justiça. Um comportamento que as autoridades da psiquiatria, psicologia, sociologia, antropologia e da história; juntos terão um amplo material para estudarem e criarem formas de reeducarem estes humanos que carregam o instinto da destruição em seu ente, como objetivo único da vida.       

Só teremos uma sociedade igualitária, civilizada no momento em todos se sentirem parte desta sociedade. Nesta altura de consciência educacional e social, certamente todos se sentirão responsáveis por tudo e aprenderemos fazermos um bom uso sustentável e zelosamente por todo o patrimônio público que pertencente à comunidade.                                                                                                                                                      

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