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Solidariedade natalina permanente é uma ação que enobrece o nosso ser.

A solidariedade somente tem seu valor na prática durante todos os dias do ano. 

A solidadriedade natalina precisa ser permanente.  
Solidariedade natalina necessita ser uma ação permanente para ajudar a quem precisa e também vai enobrecer ao nosso ser. O período do natal brota na humanidade este sentimento de solidariedade que é nobre. Porém precisaria ser uma ação contínua para ajudar todas as pessoas necessitadas todos os dias do ano.
A solidariedade que permanece adormecida durante o ano, mas durante o momento natalino onde desabrocha emoções, simultaneamente desperta nos corações de muitas pessoas o sentimento de ajudar aos necessitados. 

Como seria maravilhoso se esta virtude não descontinuasse no fim de mês de dezembro, mas fosse enérgica o ano inteiro. Pois tem em nosso país muita gente passando fome. Imagine se todos permanecem atentos continuamente sem pestanejar um segundo ajudaria muitas pessoas.
Uma vez que, cada segundo que passa, a solidariedade humana cai na hibernação do egoísmo e muitos morem de fome, frio, doenças e catástrofes naturais no Brasil e no mundo.
Não adiantar defender a tese de que somos solidários ou fingir que habitamos em um mundo equitativo. Seria uma tremenda hipocrisia pensar desta forma. Habitamos em uma sociedade onde a barbárie do egoísmo predomina com todas as suas forças. É algo negativo na natureza humana. O egoísmo está presente no DNA de todos sem exceção.

Ora! Cada país tem suas clássicas divisões das classes sociais. De uma forma genérica o mundo é bem divido da seguinte forma (não é uma divisão cientifica como faz a sociologia) miseráveis e bilionários. Existe a classe dominante e a classe dos dominados.   Todos aqueles que possuem o poder econômico através dos seus conglomerados financeiros, estas riscas do seu vocabulário a palavra solidariedade. Escrevem os vocábulos egoísmo e lucro sem limites.

Estes, porém, pode consumir e consomem compulsivamente sem pensar que existe alguém lá fora, precisando comer, vestir, trabalhar, morar, estudar e etc. Para estes o que vale é o ter e não o ser. São de praxes estes comportamentos gananciosos entre os humanos poderosos que pensam em dominar o mundo. Através dos seus conglomerados, holdings, oligopólios econômicos e financeiros. Além destes existem diversas outras subdivisões de classes que dispõem de menores poderes aquisitivos, mas dispõem dos poderes políticos dominantes.

Existe a classe política os legítimos parasitas, vivem roubando a população seja os ricos e os pobres.  Por último existem, os excluídos e escravos da ferocidade do poder econômico excludente. Aqueles que vivem como os excluídos do poder consumista e político. Contudo, sonham também em comprar, mas não podem e permanecem apenas no sonho; pois nunca se realizará. Estes ainda têm o único e grande sonho de consumo, possuir apenas o que comer e vestir.
Muitas destas pessoas passam o ano inteiro disputando nos grandes lixões das metrópoles mundiais os restos de alimentos com os animais, aves, insetos e roedores. As sobras que os consumidores avarentos jogaram no lixo de suas casas as sobras dos restaurantes. Este resto de alimentos poderá servir de banquete aos marginalizados, para a ceia natalina. Não é mais alimentos saudáveis a vida, mas é uma composição química, de migalhas das mesas fartas da sociedade rica, avarenta, consumista, egoísta e desumana.

Nesta época do ano algumas pessoas brotam o sentimento de solidariedade e doam o que tem em excesso, depois se esquecem dos outros dias do ano. 

A imagem na foma de prato vazio e no centro a palavra fome.
Algumas pessoas geralmente nesta época natalina e sentimental, penetram em suas consciências uma faísca de generosidade e dividem algo do que possuem em excesso. E assim, desperta o sentimento de solidariedade, comumente compartilham alguma coisa aos que estão a baixo da linha da pobreza. E para aliviar a consciência distribuem o que não serve mais e se é alimentos distribuem aqueles que estão quase perto do prazo da validade.

É óbvio que nem todos fazem isso, mas realmente quando distribuem algo é bom e sem pensar em retorno. Não condeno esta atitude magnífica. Quem sou eu para fazer isso, sou simplesmente humano e pecador igual a todos, repleto dos mesmos defeitos e talvez mais pecador e imperfeito do que todos. Perfeito mesmo, somente e unicamente o nosso   Deus Soberano.

Tão somente, clamo que esta atitude nobre nuca cesse. Através daquelas pessoas que se desvencilham de seus bens materiais para saciar a quem tem fome, aquecer a quem passa frio e ajudar a quem está sofrendo com problemas e circunstâncias múltiplas. Esta ação necessita ser   constante durante os 365 dias do ano. Todos os dias do ano e não meramente em uma data desse calendário do ano civil e religioso.

Por tanto, não importa quem despertou do sono egoísta e acendeu em seu ser à luz da solidariedade, do compartilhamento, da compaixão, e vai ajudar de boa vontade a quem necessita de colaborações diariamente. Esta luta deveria ser contínua e não somente neste período natalino. Mas se tem condições, está sobrando, não irá fazer falta. Repita está nobre ação todos os dias do ano.

Isto simplesmente enobrecerá cada vez mais o seu ser. Aos poucos começará a perceber que esta ação é tão elegante para a alma e o ajudará desvencilhar de muitas outras coisas que os prendem e os torna escravo do próprio ter e ter. Abrirá com certeza uma janela para o caminho da solidariedade, o fará feliz. Principalmente a muitas pessoas que choram por comida, roupas, brinquedos, remédios, moradia e não há quem os socorra.

Vamos parar de promover desperdícios e pensar em quem precisa pelo menos matar a fome de cada dia. Vamos chutar o egoísmo das nossas vidas e abrir portas para a solidariedade na equidade. Que esta meta possa ser realizada daqui para frente todos os dias dos anos da nossa vida. Um feliz natal repleto de muita paz, harmonia e solidariedade a todos.

Este curta metragem ilha das flores ilustra bem a realidade de muitas pessoas que passam fome.


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