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Pré-sal:só um sonho para a educação.

CORTINA DE FUMAÇA SOBRE A EDUCAÇÃO.                                                                                                             


Imagem de uma cortina de fumaça se espalhando sobre o Brasil, semelhante às rumorosas e esplêndidas notícias que a imprensa divulgou sobre a decisão do Governo Federal de que o lucro dos royalties dos futuros poços de petróleo será destinado 100% para a educação brasileira. Esta é uma legitima e bem orquestrada decisão do governo. As coisas não são simples assim,há muita polêmica em volta deste tema.A educação vai esperar muito tempo para receber estes recursos e na realidade  será um valor ínfimo que não deve passar de um percentual  de 1,65%,estamos longe dos badalados cem por cento para a educação do Brasil  ser valorizada e obter qualidade de excelência
cortina de fumaça
Analisando cautelosamente as rumorosas e esplêndidas notícias da imprensa de todas as modalidades do país; sobre a decisão da Presidente Dilma, que os royalties do petróleo vão ser 100% para a educação, na real não passa de um legitima falácia bem orquestrada. Parece que o governo esqueceu-se da grande da polêmica existente entre os estados produtores e não produtores de petróleo no Brasil. E a disputa pela fatia desta riqueza natural pertencente à união. Porém parece que algumas unidades federativas produtoras pensam que são as únicas dominantes desta fortuna nacional.  Muitas coisas permanecem em infindáveis indecisões. Uma manchete que a priori, parecia à solução para os males da educação, não passa de uma simples utopia. Logo vem a crer que simplesmente, tudo não passa de uma legítima cortina de fumaça.


Mais uma vez a sociedade e iludida na promessa dos recursos do petróleo fossem aplicados em sua integralidade para investimentos no sistema educacional brasileiro. Todos os interessados em solucionar este crônico problema, que vem se arrastando, desde a colonização brasileira, aos dias atuais, vão ser obrigados a esperar por tempo indeterminado para uma solução eficaz. Simplesmente todos serão decepcionados com esta colossal noticia falaciosa do governo federal. O que parecia ser a saída para resolver de uma vez por todas, o descaso total com a educação, provavelmente isto não vai acontecer. Há outros interesses políticos-eleitoreiros por traz, de toda esta questão para onde vão ser aplicados os royalties, menos em educação. Mais uma vez podemos afirmar que dinheiro para financiar uma educação de qualidade neste país, que se apresenta ao mundo como a sexta potencia econômica mundial existe. No entanto, explicitamente há uma má vontade política para investir este dinheiro neste setor de suma importância para o desenvolvimento sustentável, do ponto de vista da educação. A educação no Brasil, nunca foi e nunca será prioridade dos nossos governantes para elegerem a mesma como meta prioritária. O resultado está aí, somos vergonhosamente a 88º posição no Rank mundial em qualidade educacional, uma contradição infeliz para uma nação que se exibe ao planeta como sendo rica a 6ª potência econômica mundial.

Avaliando meticulosamente a Medida Provisória nº 294 (D.O.U), podemos perceber em suas entrelinhas, os lucros dos futuros poços de petróleo do pré-sal, poucos serão destinados à educação. Por que além do mais, são megas projetos futuros de longos prazos, que dependeram de vários emaranhados de negociações complexas, com interesses multíplices e aplicações abstrusas que se pouco compreende o seu proceder para produzir rendimentos. Geralmente estas aplicações servirão para comprar papeis “podres” de países em situações em dificuldades com seu sistema financeiro na bancarrota afetada pela crise econômica mundial.      Após todo este longo processo para gerar alguns rendimentos que serão aplicados nos bancos do exterior. Retornando os lucros das aplicações ao país, uma parcela de 50% destes lucros será aplicada nas áreas sociais, o tão falado “Fundo Social”, inclusive a educação.

 *A perspectiva de lucro real com o futuro pré-sal deve chegar a 15%%. Porém este percentual será ainda divido entre os estados e municípios. Além do mais, destes 15%, nada menos que 78% irão para estados e municípios, sem nenhuma obrigatoriedade de aplicação na educação. Somente 22% destes 15% (ou seja, apenas 3,3% do valor da produção do "Pré-sal") irão para o chamado "Fundo Social", do qual, em tese, 50% iriam para a educação. Portanto, temos somente 1,65% do "Pré-sal" para a educação*(fonte: CNTE).  Estamos longe de ver a educação receber estes tão comentados 100% do lucro do pré-sal brasileiro, um sonho que jamais será concretizado em um país que não gosta de um povo culto, mas de simplesmente operários, semi-alfabetizados. Porém neste intervalo de tempo indeterminado não se apresentam nenhuma garantia de que este valor vai ser aplicado de fato, em educação talvez nem complemente a antiga reivindicação, que é a aplicação de 10% do PIB nacional.
 Portanto, esta cortina de fumaça, que a imprensa cobriu o Brasil com notícias animadoras para a educação, nestes últimos dias, pensando e analisando melhor os fatos não condiz com a realidade. Este alarido em torno “dos cem por cento” dos royalties do petróleo para a educação, passou-se a impressão de que tudo é para agora, para já, mas as coisas não são bem assim, como deveriam ser na realidade.  A situação da educação do país é de calamidade; não dar para esperar muito. Logo esta divulgação feita pela Presidente Dilma, cairá no esquecimento e a decadente situação educacional brasileira permanecerá no mesmo.

                                        
O governo brasileiro tem a obrigação promover ações mais urgentes, eficazes, concretas, que gerem efeitos práticos em curto prazo.  Não apenas continuar simplesmente: sonhando, brigando por uma questão futurista. Necessariamente é imperativo que se alerte a sociedade que tudo que envolve o pré-sal, é sinônimo de pensar em longo prazo, futuro indeterminado. Não podemos nos iludir que esta dinheirama prevista não tem data marcada para ser injetada em políticas publicas de melhoria e obter uma educação de qualidade. Não vai ser para esta geração. Talvez se tudo for cumprido como deveria ser. As futuras gerações poderão deleitassem de um sistema educacional que faça jus; a um país com uma economia no rol dos países desenvolvidos, que priorizam a educação como base de tudo. Para se produzir com qualidade e profissionalismo fundamentado em pesquisas de excelência o desenvolvimento da nação.

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