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ENEM:Pensar uma nova estratégia de avaliação.


ENEM ESTAR NA HORA DE MUDAR A AVALIAÇÃO.

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Está na hora de pensar numa nova forma de avaliação

Desde 1998 quando foi implantado o Enem, este sistema de avaliação do desempenho dos alunos nas escolas do Brasil sempre ocorreram, fatos geralmente negativos que provocaram prolongadas reportagens investigativas na tentativa de elucidar os erros e seus responsáveis. O Enem deste ano foi tranquilo e sem episódios que rendesse muito noticiário na mídia nacional e internacional. Porém, um fato que pouco ou nunca chama atenção da mídia é o domínio dos desempenhos das escolas particulares.  Apenas só 10% das escolas públicas do país alcançaram a melhor nota do Enem de 2011. Para transformar esta realidade desigual é fundamental que as autoridades pensem em uma nova estratégia de avaliação. Pensar em criar uma avaliação especifica para cada rede de ensino do Brasil.

O fraco desempenho da dos alunos das escolas públicas; fica comprovada mais uma vez o descaso do governo em relação ao ensino público brasileiro onde maiorias dos nossos alunos estudam nestas escolas. Todos sabem que a educação neste país tornou-se simplesmente um bom negócio para rede particular. Na rede publica gerou-se um legitimo sistema de ensino que não vai além de “um faz de conta” que se ensina alguma coisa; e os alunos “faz de conta” que aprendem algo nas escolas públicas. Não é novidade esta realidade em todo o Brasil, óbvio com exceções. Porém, não me canso em mostrar esta situação sem solução para quem administra este país. Parece que não ecoa os meus gritos por soluções urgentes para a educação publica do país. Até sem resultados não me cansa em gritar. Considero fundamental como cidadão cobrar mudanças em todo o sistema educacional, vale a pena denunciar sempre a mesma conjuntura. Tendo consciência como se estivesse tentando “enxugar gelo”, ou tirar “leite de pedra”, ou “chover no molhado“ ainda assim, necessito enfatizar a mesma situação, nós temos: escolas sucateadas, violência presente no ambiente sagrado, à escola, o sistema ultrapassado de ensino, professores pessimamente remunerados, desmotivados, doentes, carga horária excessiva, constantes falta de professores em disciplinas essenciais para embasamento de um aprendizado de excelência. Esta situação ocorre em todas as escolas públicas do país, exceto raras exceções.

Logo, não é de se esperar um resultado excelente em um exame nacional para o ensino médio, colocando no mesmo páreo as escolas privadas para uma competição com as publicas. É claro que o objetivo não é esse, mas deixa evidente esta sensação que querer humilhar ainda mais os alunos das escolas públicas disputando no mesmo nível de conteúdo com a das escolas privadas. Como questão de justiça intelectual, defendo a tese que se comece a pensar seriamente em uma nova modalidade de avaliação. Planejar um exame para os alunos que estudam nas redes particulares de ensino, levando em consideração todos os requisitos de qualidade; que as escolas particulares proporcionam aos seus alunos.  Aplicar um exame que avalie e possa detectar prováveis deficiências para serem erradicadas e qualificar muito mais os alunos para concorrem a altura entre as próprias redes particulares entre si. Todavia, sim verificar com fidelidade, em um período de longo prazo quem melhor prepara seus alunos; não só para o Enem, mas para diversas atividades da vida.

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Da mesma forma que as autoridades responsáveis por este exame comecem a pensar em uma nova proposta de avaliação que seja a cara do ensino público com o objetivo maior de fazer uma autentica comprovação das inúmeras deficiências que os nossos alunos das escolas públicas sofrem e montar, como umas equipes pensantes na área da educação medidas eficientes que venham sanar estas lacunas das escolas públicas. Isto não é um trabalho de uma e nem de duas pessoas, mas de uma grande equipe especializadas na área da educação, que juntos possam trabalhar propostas concomitantes a realidade da escola pública. Que se promova um amplo debate com os interessados diretos e a sociedade como um todo, para juntos elaborarem metas a nível nacional respeitando as individualidades regionais e locais para encontrarem soluções para resolver este histórico problema crônico que atinge a educação brasileira. Para que isso aconteça é imperativo vontade política de quem está no comando do poder e que tenha visão de futuro.Que pense a educação como base estratégica para alavancar  o desenvolvimento econômico sustentável do país  fundamentado em todas  as áreas de pesquisas cientificas ,das  ciências  do humanas e das  tecnologias da informática  de ponta.


Tudo isso requer investimento pesado neste setor desprovido de tudo, dinheiro existe repito, basta vontade política para injetar os recursos necessários na educação. Os resultados não irão surtir efeito em curto prazo, mas com certeza, vai surgir excelentes resultados em longo prazo; por quer é indispensável um projeto que seja duradouro e revitalizador para todo o sistema de ensino publico em geral. Enquanto isso não acontecer, é perder tempo e dinheiro fazer exames de avaliação todos os anos, os resultados serão decadentes. Não adianta exigir um alto padrão das notas do Enem dos alunos das escolas públicas, se durante todo o período singular de sua formação, são negadas a este aluno condições básicas, para se obtiver uma excelente preparação para enfrentar em igualdade com as escolas particulares os resultados sempre será melhor quem tem uma permanente formação de qualidade. Sem dúvidas o aluno da rede pública, quando chegar o momento de ser cobrados conhecimentos que nunca foram trabalhados, em sala de aula por diversas circunstancias, que o setor de ensino público lhe causa só tem mesmo passar por um grande vexame.


No momento quando o MEC divulga as  notas  dos alunos e das escolas há sentimento de vitória para uma minoria e de derrota para uma maioria. Está na hora de acabar com essa situação com medidas eficientes para transformar a educação. Portanto só haverá equidade nas avaliações, quando a educação for pensada neste país não como um negocio, visão mercantilista.
Contudo, deve ser pensada como modelo de formação contínua sem fins lucrativos, que seja de fato transformadora do homem. Sendo assim, criaram condições para seja agente pensante e autor de sua própria história; construtor de uma sociedade, culta, justa e humana.  

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