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Ano eleitoral no Brasil

ANO ELEITORAL NO BRASIL
imagem das eleições 2012, a Bandeira do Brasil representando a nação
Este ano o nosso país, mais uma vez será convocado pelo poder público, para que, cada cidadão residente desde, Oiapoque ao Chuí. Venha através do poder de seu voto, com total livre arbítrio de direito e dever, para exercerem e escolherem seus representantes para suas pequenas ou grandes casas executivas e legislativas municipais.São momentos de suma importância para que cada indivíduo célula constituinte da democracia brasileira, assuma uma responsabilidade ímpar na vida. Para saber escolher com transparência quem serão seus administradores e legisladores em suas cidades por quatro anos. Sendo assim precisamos desde já, abrir espaço para que tenhamos tempo suficiente para refletir sobre este período especial de nosso país. Evidente que muitos gostam e outros nem podem e nem querem ouvir, ler e muito menos minutar sobre algo tão complexo e para isso é fundamental que recorramos aos pensadores do berço da civilização antiga o que já pensavam algo sobre isso. Vamos voltar a alguns pensamentos do filósofo Platão, (427ac.) para verificar o que escreveu em seus diálogos sobre a política. "Os males não cessarão para os humanos antes que a raça dos puros e autênticos filósofos chegue ao poder, ou antes, que os chefes das cidades, por uma divina graça, ponham-se a filosofar verdadeiramente." (Platão, Carta Sétima, 326b).Esta afirmação de Platão deve ser compreendida com base na teoria do conhecimento, e lembrando que o conhecimento para Platão tem fins morais. (Wikipédia)"Todo o projeto político platônico foi traçado a partir da convicção de que a Cidade-Estado ideal deveria ser obrigatoriamente governada por alguém dotado de uma rigorosa formação filosófica.” (Platão - Wikipédia) Hoje o que vemos na nossa política vem totalmente contra o que pensava o nosso amigo Platão. A política como arte de governar para o bem comum tornou-se uma configuração medíocre de administrar para si mesmo.Cada político com exceções de uma pequena parcela deturparam de uma maneira mesquinha a idéia de Platão, em vez de planejarem e zelarem e serem os guardiões daquilo que é público legisla ao seu favor com a velocidade de um ano luz.Quando se propõem ou, melhor são cobrados pela sociedade, a fazerem o mínimo a que venham aliviar a consternação do coletivo social, eles trabalham com uma velocidade menor que uma tartaruga prestes a falecer. Aqui merece um profundo questionamento, porque o homem como um ser político reage desta forma, vil e deplorável quando estão no poder. Não sou contra a política, pelo contrário gosto deste meio de participação democrática e popular. É lamentável como os nossos representes nos desanimam, tanto a nós veteranos quanto, os jovens que gostariam de poder participar com maior entusiasmo para cooperarem num processo de transformação desta triste realidade. Como diz Platão, quem pensa em administrar deveria ter a consciência ou pelo menos "noções de conhecimento e principalmente da ética" para saber governar para coletividade com justiça e amor a tudo o que é público. Com toda certeza Platão se vivesse hoje teria muitas decepções ou revisaria seus diálogos. Provavelmente, talvez mudasse ou não suas idéias. Prefiro afirmar que não mudaria suas convicções. Porque haveria uma tremenda contradição do seu pensar. Mas vamos permanecer no campo das suposições.Portanto podemos com toda a transparência alertar para o período de extrema responsabilidade que teremos daqui para frente, em cada unidade federativa deste Brasil. Neste procedimento impactante, também só teremos o direito de cobrar ou exigir algo dos nossos posteriores representantes, se também participarmos diretamente de todo o processo eleitoral. Mesmo tendo consciência das mazelas dos protagonistas da política nacional, temos o direito de peneirar o “joio do trigo” e fortalecer a cada pleito a democracia. Quem fica na neutralidade se exime do direito de cobrar democraticamente, mudanças ou transformações em sua rua, em seu bairro e principalmente em seu município. Pense nisso!

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